RETORNO

AMADOS! DEPOIS DE UMA PARADA ,RETORNAMOS REVIGORADOS E CADA VEZ MAIS CERTOS EM CONTINUARMOS NOSSA APRENDIZAGEM.NESSE PERÍODO SOMENTE FORAM POSTADOS MENSAGENS EM NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK,NA QUAL PARTILHAMOS ASSUNTOS TÃO RELEVANTES NESSE MOMENTO DE TRANSIÇÃO!VAMOS EM FRENTE QUERIDOS EM NOSSA CAMINHADA COM AMOR ,LUZ,FÉ E DEUS EM NOSSOS CORAÇÕES! NAMASTE

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

COLETÂNEA: O FIM DOS TEMPOS É PARA AGORA - AUTRES DIMENSIONS



imagem do site minhamestria.blogspot.com
Questão: vocês falaram de uma possibilidade de prorrogação até o primeiro trimestre de 2012.
Isso depende.
Como sabem, é a Terra que decide.
Mas, no último limite, há os ciclos astronômicos, isso vocês não podem cortar dali.
Portanto, há um limite, há datas limites, mas como qualquer data limite, ela pode ser estendida.
Um trimestre é nada, depois de 50.000 anos, não é?
O.M. AÏVANHOV – 14 de maio de 2011

 
Questão: se ninguém conhece a data, tudo isso pode acontecer dentro de 2 dias ou dentro de 1.000 anos?
Bem amado, de qual data você fala?
Não se pode confundir o Anúncio dos três dias e a vivência dos três dias, com o final desta Dimensão, que é um outro mecanismo e, efetivamente, para este, ninguém conhece a data nem a hora, mas esta data inscreve-se num máximo de tempo.
Esse máximo de tempo não pode ser em nenhum caso de mil anos, mas será, no máximo, de um ano e quatro meses.
Dentro deste período, tudo é possível, desde hoje como até o extremo limite.
ANAEL – 12 de junho de 2010

Questão: o que é dos 3 dias/3 noites?Correspondem a este período de basculamento no momento em que as tempestades solares estiverem no máximo de atividade, o que está previsto, eu os recordo, para o início do ano 2012.
O.M. AÏVANHOV – 12 de março de 2009

Tudo isso ocorre num período de tempo que é compreendido entre a entrega das Chaves Metatrônicas (as últimas) e a data limite que é final de outubro, início de novembro de 2011.
Quer dizer que, a partir do momento em que as chaves Metatrônicas tenham sido reveladas à humanidade, a partir do momento em que o Anúncio de Maria seja feito, tudo é possível, no instante seguinte.
O.M. AÏVANHOV - 19 de julho de 2010

A Ascensão será, obviamente, um processo que, para muitos seres humanos, será totalmente rejeitado.
Mas essa rejeição, em si mesma, não poderá se ater quando a revelação da Luz for realizada inteiramente.
Essa realização, total e final, como sabem, inscreve-se num âmbito limite de tempo, estendendo-se entre o fim de seu ano e, o mais tardar, no primeiro trimestre de seu próximo ano.
Tudo dependerá da Terra, isso vocês sabem, mas, também, tudo dependerá do contingente de Semeadores de Luz, de Ancoradores da Luz, chamados também, em outras terminologias, a equipe de solo, que realizou sua alquimia total que permite estabelecer-se, de maneira definitiva, na própria ilimitação, criando, então, na Merkabah Interdimensional Coletiva e na Lemniscata Sagrada, um impulso novo que permite, a algumas formas de vida limitada humana, voltar-se e facilitar, para elas, o acesso a essa ilimitação.
GABRIEL – 18 de junho de 2011

Será que é um humano, será que é a Confederação Intergaláctica, será que é um Arcanjo, será que é o povo intraterrestre, será que é a própria terra que vai anunciar, por seus abalos e por seu pré-basculamento dos pólos, a Verdade do que vai chegar?
Nós não sabemos mais do que vocês, mas nós sabemos, é claro, como o dissemos, uns e outros, ontem, que é algo que acontece agora.
No agora, compreendam, pode ser imediatamente, enquanto se está aí, como pode ser, o mais tardar, daqui até o final do próximo ano.
O.M. AÏVANHOV – 21 de novembro de 2010

Nesse sentido, foi dito, pelo meu próprio filho, que somente a Fonte conhece a data.
Mas esta data é agora.
O agora inscrevendo-se num espaço e num tempo reduzido, inferior a dois anos.
Vocês não têm que temer, nem que esperar este instante.
Vocês têm que se banhar na Luz.
Vocês têm que redescobrir a Alegria do que vocês são.
Vocês tem que viver mesmo nesta ilusão.
Vocês tem que se despertar e comunhar com a Luz.
MARIA – 17 de maio de 2010

Há agora mais de seis anos de seus anos terrestres, que eu lhes signifiquei as mudanças a vir nessa Humanidade e nesse Sistema Solar, que se inscrevem no intervalo de julho de 2005 a julho de 2012.
SERETI – 6 de setembro de 2011

Questão: Quando se produzirão esses eventos?
Há somente que pensar que o que vocês chamam de «eventos» sobrevirá durante esse período de sete anos que se estende entre julho de 2005 e julho de 2012.
SERETI - 4 de julho de 2005

Questão: a partir de quando não haverá mais eletromagnetismo sobre a Terra?
O mais tardar, em seu ano 2012.
Daqui até lá, inúmeros seres Humanos terão já passado em outras Vibrações e em outras Consciências.

Questão: quando você diz que terão passado em outras Vibrações e outras Consciências isso significa que terão deixado esse plano?
Obviamente.
Mas deixar esse plano não quer dizer morrer, doravante.
Quando você adormece à noite, sua Consciência viaja.
Do mesmo modo, quando você deixa esse corpo, por uma porta chamada a morte, sua Consciência prossegue sua viagem.
Do mesmo modo, deixar esse plano traduzirá deixar esse plano para ir a outro plano.
Isso é chamado «translação dimensional» ou «ascensão».
É isso que começa a se manifestar a vocês, em vocês e ao seu redor.
MIGUEL – 13-11-2009- PREPARAÇÃO PARA 2ª ETAPA

Questão: o que você entende por alinhamento Galáctico final?
O alinhamento Galáctico final é o momento evidente em que vocês terão um alinhamento total do Sol, e não da Terra, do Sol com o Centro Galáctico.
Vocês entraram na influência de raios particulares, com partículas extremamente específicas, que denominamos«tachyons» (partículas hipotéticas cuja velocidade seria superior à da luz) e «bosons» que estão se infiltrando em massa em sua dimensão. Vocês ainda não estão sob o máximo de bombardeamentos. Isso ocorrerá no final do ano de 2011 e terá, do mesmo modo, um alinhamento planetário extremamente preciso que ocorrerá durante o ano de 2012.
Mas os fenômenos de mutação da Consciência serão concluídos no final de 2012, reajustamentos planetários e não a Consciência humana. Eu o chamei final simplesmente porque, depois disso, jamais qualquer sistema Solar desta parte da galáxia será cortado da Fonte. Portanto, é bem o final de uma época.
O.M. AÏVANHOV - 17 de outubro de 2009

Há, para isso, um tempo, dois tempos e a metade de um tempo para ali chegar.
Isso é Mistério para seus olhos de personalidade, isso pode ser medo para sua personalidade, mas «ninguém poderá penetrar o Reino dos Céus se não voltar a ser puro como uma criança».
«Voltar a ser como uma criança» consiste em viver na infância Interior, ao nível do coração.
Vocês não podem deixar se expressar a criança Interior se há, em vocês, o menor grama de poder, de sofrimento ou de medo.
Eu repito: isso não é para 15 de agosto, mas vocês têm um tempo, dois tempos e talvez a metade de um tempo para ali chegar.
Questão: a que corresponde a base de um tempo?
Um tempo, igual a 12 meses.
2 tempos, igual a 24 meses.
12 e 12, 24.
24 e 12, 36.
ANAEL – 4 de agosto de 2009

Questão: quando você diz um tempo, dois tempos e a metade de um tempo, deve-se compreender 1, 2 e 1 ou 1, 2 e ½ ?
Essa é uma excelente questão.
Assim como foi compreendido e transmitido pela Luz, a fim de enganar, não a vocês, mas à Sombra, foi compreendido um tempo, mais dois tempos, mais a metade de um tempo.
Entretanto, esse é um tempo, um segundo tempo do mesmo tempo, e a metade de um tempo.
Se você sabe contar, isso o leva, não a 2012, mas ao final do ano de 2011.
ANAEL – 4 de agosto de 2009

Trechos extraídos das mensagens do site http://www.autresdimensions.com
Traduzidas para o português por:
Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com e
Zulma Peixinho http://portaldosanjos.ning.com
Seleção e Edição: www.mestresascensos.com

Amor, a sede do divino... OSHO em Meditação para a noite

Postado por Maria Afonso  no ICA

"Tudo é uma Lei, não duas.
A unidade é a natureza mesma da existência. A dualidade é nossa imaginação.
Por isso, passamos a vida inteira buscando pelo amor. A busca do amor não é mais que um sintoma de onde existia a unidade nós criamos uma dualidade falsa.
Não se pode encontrar uma pessoa que não tenha uma profunda necessidade de amor...todos querem amar e querem ser amados.
Porque tanto desejo de amor? Deve ser algo muito profundamente enraizado. Isto é o que está tão profundamente enraizado: a vida é UMA; temos imaginado que estamos separados. E esta separação se torna muito pesada. É falsa e é uma carga.
O amor não é outra coisa que a ideia de se voltar a ser um com a totalidade. Vem daí o desejo de ser amado, vem daí o desejo de ser necessário, o desejo de que haja alguém que aceite teu amor.
Parece difícil se fazer um com a totalidade. Mas ao menos haverá alguém que te aceite; ao menos poderá diminuir esta distância através da porta de uma pessoa. Por isso, se não está apaixonado pensas constantemente em amor. E isso se converte em uma obsessão: te aprisiona. Está sempre rondando a sua volta. E se estás apaixonado, surge outra coisa: o amor, não importa quão profundo e imenso seja, se torna sempre insuficiente, parece que falta algo. Os que não estão apaixonados buscam o amor, e os que estão se dão conta de que se necessita de algo mais.
Os grande amantes se sentem muito frustrados no seu mais profundo, porque se aproximam de encontro e chegam ao ponto em que parece que tudo vai simplesmente desaparecer...mas de novo são jogados de volta a si mesmos. Tem vislumbres da proximidade, mas não da unidade. Se amam muito, então surge o desejo da oração ou da meditação.
O desejo da oração é este: aprofundar o que através do amor foi vislumbrado. Mas os vislumbres os tornam mais sedentos que antes. Se sente sede e então chega a se ter vislumbres de um belo rio, de uma fonte fresca. Se ouve uma canção da fonte, mas logo desaparece: então se tem mais sede que nunca.
Os que não estão apaixonados sofrem, mas seu sofrimento não é nada comparado aos que estão realmente apaixonados. Seu sofrimento é imenso, é muito mais agudo e intenso, porque estão tão próximos da fonte, e no entanto, tão longe. Parece que o reino está a volta, e quanto mais se aproximam, mais se afasta. É como o horizonte que sempre retrocede.
O amor é o primeiro passo para Deus: a oração é o final, ou a meditação é o passo final.
O amor te ensina uma nova sede, uma nova fome, por isso é tão belo o amor.

Muitas pessoas vêm a mim e perguntam sobre o amor e eu lhes digo: Entre nele sabendo muito bem que estou lhe enviando ao perigo. Não os estou enviando ao amor profundo para que possam sentir-se satisfeitos. Ninguém está nunca satisfeito. Eu os envio a uma história de amor profundo para que cheguem a estar realmente sedentos, para que tenham tanta sede que só Deus seja suficiente, nada mais.
O amor te prepara para uma grande sede do divino, porque tens tido vislumbres dele na outra pessoa, houveram momentos em que você viu um deus na outra pessoa. Olhando profundamente a outra pessoa encontraste alívio, daí que surge uma certa serenidade. Mas é passageira, momentânea, vem e vai; é mais como um sonho que uma realidade. (...) Só quando o amor não sacia sua sede, Deus se converte em uma necessidade. Mas ambas as necessidades estão no mesmo caminho.
A razão básica é que na realidade não estamos separados da totalidade, mas pensamos que estamos separados. Por isso surge o desejo: como me tornar uno com a totalidade? O primeiro passo tem que ser dado com alguém que te possas amar, e logo o segundo passo surgirá por si mesmo.
Um amor autêntico te leva necessariamente até a oração, a meditação. E se o amor não está te levando até a oração, a meditação significa que não é amor verdadeiro, porque um amor verdadeiro te prova necessariamente que o amor não é suficiente. Se necessita de algo mais.
Um amor verdadeiro te leva até a porta do templo, este é o critério de um amor verdadeiro. A partir daí, só Deus te pode preencher."
 
Osho em Meditações para a Noite
 

Além das lutas da mente - Krishnamurti




"Vocês já se perguntaram alguma vez, por que muitas pessoas ao se tornarem mais velhas, parecem perder toda a alegria de viver?

No momento, a maioria de vocês, que são jovens, é relativamente feliz; tem lá seus pequenos problemas, suas preocupações sobre os exames, mas, apesar dessas perturbações, há, na sua vida, uma certa alegria, não é verdade? Há uma espontânea e natural aceitação da vida, uma visão das coisas despreocupada e feliz.
Mas, por que razão, ao nos tornarmos mais velhos, parecemos perder aquele brilho de algo transcendental, algo de mais significativo? Por que tantos de nós, ao alcançarmos a chamada maturidade, nos tornamos embotados, insensíveis à alegria, à beleza, ao céu sereno e às maravilhas da terra?
Quando uma pessoa faz a si própria esta pergunta, muitas explicações aparecem ao espírito. Temos muito interesse em nós mesmos - esta é uma delas. Lutamos para nos tornarmos alguém, para alcançarmos e conservarmos uma certa posição; temos filhos e outras responsabilidades, e temos que ganhar dinheiro. Todas essas coisas que se agitam em nosso interior não tardam a nos deprimir, e perdemos assim a alegria de viver.
Olha os rostos dos mais velhos, de vosso círculo de conhecimentos, são tristes na maioria, e gastos, adoentados, reservados, alheados, alguns são neuróticos, sem um sorriso. Você não se pergunta por que eles são assim? E mesmo quando nos perguntamos o porquê disso, a maioria de nós parece se satisfazer com meras explicações.
Ontem de tarde vi um barco que subia o rio, de velas infladas, impelido pelo vento oeste. Era um barco grande e transportava uma carga pesada de lenha indo em direção à cidade. O sol se punha e a embarcação, desenhada contra o céu, mostrava um beleza ímpar. O barqueiro só tinha de guiá-la; nenhum esforço era necessário, pois o vento fazia todo o trabalho. Analogamente, se cada um de nós compreendesse o problema da luta e do conflito, penso que poderíamos viver sem esforço, felizes, de rosto sorridente.
Para mim, é o esforço que nos destrói, esse lutar em que despendemos quase todos os momentos de nossa vida.
Se você observar ao seu redor, as pessoas mais velhas, verá que para quase todos a vida é uma série de batalhas consigo mesmos, com suas mulheres ou maridos, com seu próximo, com a sociedade; e essa luta incessante dissipa muita energia.
O homem que vive alegre, verdadeiramente feliz, está livre de todo esforço.
Viver sem esforço não significa se tornar estagnado, embotado, estúpido; ao contrário, só os homens sensatos, altamente inteligentes, estão verdadeiramente livres do esforço e da luta.
Mas, quando ouvimos falar em viver sem esforço, queremos viver assim, desejamos alcançar um estado em que não haja luta nem conflito; transformamos esse estado em nosso alvo, nosso ideal, e por ele lutamos; e desde esse momento perdemos a alegria de viver. Estamos de novo empenhados em esforço, luta.
O objeto da luta varia, mas toda luta é essencialmente a mesma. Um luta pela promoção de reformas sociais, ou para achar Deus, ou para criar melhores relações no lar ou com o próximo; outro senta-se à margem do Ganges ou se prostra devotamente aos pés de um guru - etc. etc. Tudo isso representa esforço, luta. O importante, por conseguinte, não é o objeto da luta, porém, sim, compreender a própria luta.
Ora, é possível a mente não apenas perceber ocasionalmente que não está lutando, porém estar sempre livre de esforço, de modo que possa descobrir um estado de alegria em que não haja nenhuma idéia de superioridade e inferioridade? O caso é que a mente se sente inferior e por esta razão luta para "se tornar" alguma coisa, ou conciliar seus vários desejos contraditórios. (...)
Todo homem que pensa, sabe, por que há luta, interior e exteriormente. Nossa inveja, avidez, ambição, nosso espírito de competição, que nos impele à mais impiedosa eficiência - são obviamente estes os fatores que nos fazem lutar, no mundo atual ou no mundo do futuro. Por tanto, não temos necessidade de estudar livros de psicologia para sabermos por que lutamos; e o que certamente, tem importância é que descubramos se a mente pode ficar totalmente livre de luta. Afinal de contas, quando lutamos, o conflito é entre o que somos e o que deveríamos ou desejamos ser.
Pois bem; sem se procurarem explicações, pode-se compreender todo esse processo de luta, de modo que ele termine? Como aquele barco levado pelo vento, pode a mente existir sem luta? A questão é esta, sem dúvida, é não como alcançar um estado em que não haja luta.
O próprio esforço para alcançar tal estado é, em si, um processo de luta e, por conseguinte, aquele estado nunca pode ser alcançado. Mas, se observar, momento por momento, como a mente se deixa colher nesse emaranhado de luta incessante - se observar simplesmente o fato, sem tentar alterá-lo, sem impor à mente um certo estado que chama "de paz" - verá que, espontaneamente, a mente deixará de lutar; e nesse estado ela é capaz de aprender infinitamente.
Aprender já não é, então, mero processo de acumular conhecimentos, porém de descobrimento de extraordinárias riquezas existentes além do alcance da mente; e para a mente que faz tal descobrimento, há grande alegria.

Observem a si mesmos, para verem como lutam de manhã à noite, e como sua energia se dissipa nessa luta. Se forem explicar por que lutam tanto, vocês ficarão perdido numa floresta de explicações e a luta prosseguirá; mas se, ao contrário, observarem vossa mente, com serenidade e sem dardes explicações; se deixardes simplesmente que vossa mente esteja consciente de sua própria luta, verá que muito depressa surgirá um estado no qual nenhuma luta haverá, um estado de extraordinária vigilância. Nessa vigilância, não há idéia de "superior" e "inferior", não há homem importante nem homem insignificante, não há guru. Todos esses absurdos desapareceram, por que a mente está inteiramente desperta; e a mente de todo desperta está cheia de alegria...
Afinal de contas, que é "contentamento" e o que é "descontentamento"? Descontentamento é a luta pela realização de mais, e contentamento a cessação dessa luta; mas, não se chega ao contentamento, se se não compreende todo o "processo" relativo ao mais, e por que razão a mente o exige.
Se você é mal sucedido num exame, por exemplo, terá de repeti-lo, não é verdade? Os exames, em qualquer circunstância, são uma coisa sumamente deplorável, já que nada representam de significativo, já que não revelam o verdadeiro valor da sua inteligência. Passar num exame é, em grande parte, um "golpe" de memória ou, também, de sorte; mas, se luta para passar em seus exames e, quando são mal sucedidos, continuam nessa luta.
O mesmo "processo" se verifica diariamente, na nossa vida. Estamos lutando por alguma coisa e nunca nos detivemos para investigar se essa coisa é digna de lutarmos por ela. Nunca perguntamos a nós mesmos se ela merece nossos esforços e, portanto, ainda não descobrimos que não merece verdadeiramente (...) É só quando tivermos compreendido inteiramente o significado do que é "mais", é que deixaremos de pensar em termos de fracasso e de sucesso.(...)
Estamos sempre pensando em termos de êxito, em termos de mais; e o mais é valorizado pela sociedade. Em outras palavras, a sociedade estabeleceu, com todo cuidado, um certo padrão, pelo qual mede o seu sucesso ou o seu insucesso. Mas, se você ama uma coisa e a faz com todo o vosso ser, então já não se importa com êxito nem o fracasso. Nenhum homem inteligente se importa com isso.(...)
Só quando não amamos o que fazemos, pensamos nesses termos.
Krishnamurti em Aos pés do Mestre

PÉROLAS SLIDES - ÓPERA CÓSMICA - AUTRES DIMENSIONS


ÓPERA CÓSMICA




Apresentação

Slide 1
ÓPERA CÓSMICA AUTRES DIMENSIONS

Slide 2
“Foi dito (e eu confirmei) que a manifestação de minha Presença e de minha Radiância à sua vista, em sua Dimensão, realiza-se nos seus Céus pela presença e pela visão dos cometas, asteróides e novos corpos planetários”.
* Miguel 12mar11
 


Slide 3
Assim, a modificação de seus Céus, a modificação do Sol, o aparecimento do segundo Sol e uma multidão de luzes nos seus Céus corresponde exatamente ao que vocês vivem ao Interior de sua consciência e ao que vive a Terra.
* Maria 06mar11



Slide 4
A manifestação e a modificação que ocorre também em seu céu, pela ignição de um 2º sol e pela chegada de Hercólubus, de maneira visível, completarão esse choque da humanidade. Isto se desenrolará de modo concomitante, de maneira quase simultânea, eu diria. A humanidade viveu, em diferentes períodos, esta noção de choque. A diferença com o que se produzirá, em pouco tempo, corresponde à própria finalidade desse choque.
* Anael 20fev11



Slide 5
Assim, as forças heliosféricas que comprimiam o Sol foram liberadas. Isso se traduziu por uma mudança importante de emissão de radiações do sol, assim como o aparecimento de buracos chamados coronais, em número cada vez mais importante sobre o Sol. Isso se traduzirá, de maneira efetiva e final, pela transformação deste astro em planeta gigante vermelho ou em Sol gigante vermelho.
* Anael 21nov10



Slide 6
Júpiter emite já como um Pulsar. A atmosfera de Júpiter está profundamente modificada, permitindo à sua irradiação nova, efetivamente, afetar, desde fevereiro de 2009, suas estruturas. Mas, daí a chamar Júpiter um segundo Sol, há uma distância.
* Anael 21nov10



Slide 7
Mas, uma vez mais, o choque não é a finalidade. Eu diria que é o início desta finalidade, traduzindo a passagem na última onda da revelação da Luz. Um choque, quando vocês o vivem, atualmente, como humanos encarnados, é uma surpresa, é uma modificação de seu quadro de referência ou de percepção.
* Anael 20fev11



Slide 8
Betelgeuse quer dizer «a casa». É também «o ombro do Gigante». É o lugar de domicílio, na constelação de Órion, dos Gigantes que construíram, há 320.000 anos, os Círculos de Fogo dos Anciões. Quando esses Gigantes partiram, eles juraram voltar para restabelecer a Luz original.
* Omraam 13fev11



Slide 9
O primeiro impulso de supernova de Betelgeuse ocorreu muito precisamente em 15 de agosto do ano 2009, no momento em que a Embarcação dos Annunakis, chamada Nibiru, foi caçada e banida aos confins desse sistema solar. Obviamente que Betelgeuse é a Luz que volta.
* Omraam 13fev11



Slide 10
Lembrem-se de que há concomitância decerto número de fatores.
Nenhum dos fatores em ressonância com a Luz, seja a Merkabah interdimensional, seja a própria Onda Galáctica, seja mesmo a chegada de Hercólubus não é um elemento violento. A única violência vem da resistência à Luz, e unicamente ela.
* Um Amigo 27nov10



Slide 11
Cada Sol é ligado a outro Sol, que é seu duplo ou seu triplo, e o duplo do Sol é o que se chama de Hercólubus, ou seja, também o que chamaram os cientistas, Nemesis (a vingança ou a estrela da morte) é o gêmeo solar que volta no plano do eclíptico no qual giram os planetas.
* Omraam 13fev11


Extraído de:

Slide 12
Telepatias Cósmicas: Autres Dimensions
Traduções: Zulma Peixinho

Criação: Minha Mestria
h​t​t​p​:​/​/​m​i​n​h​a​m​e​s​t​r​i​a​.​b​l​o​g​s​p​o​t​.​c​o​m​/

Cidades Intraterrenas.wmv

 


Adicionado por Lenita Andrade em coamando estelar-templo do sol
Cidades Intraterrenas uma descrição básica de como são, edição Eloy Costa Filho Mago Excelsior Luz contatos eloycostafilho@brturbo.com.br

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