RETORNO

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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

São Miguel Arcanjo e Joana D'Arc







Introdução


Joana D’arc nasceu na França no ano de 1412 e morreu em 1431 (época medieval). Foi uma importante personagem da história francesa, durante a Guerra dos Cem Anos (1337-1453), quando seu país enfrentou a rival Inglaterra. Joana D’arc foi canonizada (transformada em santa) no ano de 1920.


Biografia


A história da vida desta heroína francesa é marcada por fatos trágicos. Quando era criança, presenciou o assassinato de membros de sua família por soldados ingleses que invadiram a vila em que morava. Com 13 anos de idade, começou a ter visões e receber mensagens, que ela dizia ser dos santos Miguel, Catarina e Margarida. Nestas mensagens, ela era orientada a entrar para o exército francês e ajudar seu reino na guerra contra a Inglaterra.


Motivada pelas mensagens, cortou o cabelo bem curto, vestiu-se de homem e começou a fazer treinamentos militares. Foi aceita no exército francês, chegando a comandar tropas. Suas vitórias importantes e o reconhecimento que ganhou do rei Carlos VII despertaram a inveja em outros líderes militares da França. Estes começaram a conspirar e diminuíram o apoio de Joana D’arc.


Em 1430, durante uma batalha em Paris, foi ferida e capturada pelos borgonheses que a venderam para os ingleses. Foi acusada de praticar feitiçaria, em função de suas visões, e condenada a morte na fogueira. Foi queimada viva na cidade de Rouen, no ano de 1431.


Indicação (para saber mais):
Assista ao filme Joana D'arc



Título Original: The Messenger: The Story of Joan of Arc
Gênero: Drama
Direção: Luc Besson
Roteiro: Luc Besson e Andrew Birkin
No elenco: Milla Jovovich (Joana D'Arc), Dustin Hoffman (A Consciência), John Malkovich (Charles VII), Faye Dunaway (Yoland D'Aragon),
Tchéky Karyo (Dunois) e outros.



Chamo-me “Jeanne a Donzela”





Joana d'Arc nasceu em Domrémy, região da Loraine (França) em 1412, sendo uma dos cinco filhos de Jacques d'Arc e Isabelle Romée.
Era então chamada de Jeannette, diminutivo de Jeanne.
Como era normal na época, Joana ajuda nos trabalhos de casa e nos do campo, nomeadamente com o gado.


Não sabia ler nem escrever. Crente e séria, Joana era uma criança como as outras: brincava, cantava, dançava, sorria e chorava. Até ao fim foi uma pessoa emotiva e ponderada.


Como os outros habitantes do campo, ouve falar do estado calamitoso em que se encontra o reinado, sabe da dureza da ocupação pelos ingleses, os avisos das sirenes quando os inimigos se aproximam… a procura do refúgio mais próximo… Nessa altura a França está dividida em três: Armagnac - França livre; Bourguignons e Ingleses. Os Bourguignons são aliados dos Ingleses. Domrémy está sob o domínio dos invasores, portanto não faz parte da dita França livre.

É mais ou menos aos treze anos de idade que Joana d'Arc ouve uma voz (que ela dirá mais tarde ser a de S. Miguel) que lhe fala da desgraça que há em França e a incentiva a ir em ajuda ao Rei de França, Carlos VII. Este apelo irá ser repetido mais duas ou três vezes nessa semana. Joana mantém segredo e responde fazendo voto de virgindade, sinal de consagração a Deus, e de seguida nomeia-se de "A Donzela". Ela dirá mais tarde: "A voz dizia-me que iria a França e que eu não podia demorar mais onde estava, a voz dizia-me que eu levantaria o cerco à cidade de Orléans. A voz também me disse que fosse ter com Robert de Baudricourt na fortaleza de Vaucouleurs pois ele me daria pessoas para me acompanharem."



São Miguel, Santa Catarina e Santa Margarida, serão então uma companhia regular de Joana d'Arc.
Com o pretexto de ir ajudar uma prima, em Maio de 1428, Joana vai ter com Baudricourt e é repelida!
Ela volta seis meses mais tarde e diz ao capitão Baudricourt o seguinte: "Você não ouviu dizer que foi profetizado que a França seria perdida por uma mulher e restaurada por uma virgem da zona de Loraine?".
Vencido pela obstinação de Joana o capitão dá-lhe uma escolta para a acompanhar a Chinon onde se encontra o Rei. Dois homens oferecem-se para a acompanhar e o grupo completa-se com um mensageiro real.


Os habitantes de Vaucouleurs aderem à causa e oferecem a Joana um cavalo e roupa de homem para que ela possa cavalgar. O grupo parte a 13 de Fevereiro de 1429, Joana tem então 17 anos.

A casa onde Joana d'Arc nasceu e o Centro de Interpretação "Visages de Jehanne" anxo, em Domremy, recebem excursões de visitantes diariamente.





Fontes:
http://www.joana-darc.net/
http://www.stejeannedarc.net/
http://www.rouen.fr/edition/laissezvousconterjeannedarc
http://tourisme-orleans.com/fr/accueil/index.php
http://tourisme-orleans.com/fr/orleans-jeanne-d-arc/12-orleans-jeanne-d-arc.html




Joana d'Arc
Joana d'Arc (em francês Jeanne d'Arc) (Domrémy-la-Pucelle, 6 de janeiro 1412 — Ruão, 30 de maio 1431), por vezes chamada de donzela de Orléans, é a santa padroeira da França e foi uma heroína da Guerra dos Cem Anos, durante a qual tomou partido pelos Armagnacs, na longa luta contra os borguinhões e seus aliados ingleses.


Descendente de camponeses, gente modesta e analfabeta, foi uma mártir francesa canonizada em 1920, quase cinco séculos depois de ter sido queimada viva.


Segundo a escritora Irène Kuhn, Joana d'Arc foi esquecida pela história até o século XIX, conhecido como o século do nacionalismo, o que pode confirmar as teorias de Ernest Gellner. Irène Kuhn escreveu: Foi apenas no século XIX que a França redescobriu esta personagem trágica.


François Villon, nascido em 1431, no ano de sua morte, evoca sua lembrança na bela «Ballade des Dames du temps jadis» ou seja, «Balada das damas do tempo passado» -


Et Jeanne, la bonne Lorraine
Qu'Anglais brûlèrent à Rouen;
Où sont-ils, où, Vierge souvraine?
Mais où sont les neiges d'antan?


E Jeanne, a boa Lorena
Qu' Ingleses queimaram em Rouen;
Onde estão, onde, Virgem souvraine?
Mas onde são as neves d' antan?


Antes aos fatos relacionados, Shakespeare tratou-a como uma bruxa; Voltaire escreveu um poema satírico, ou pseudo-ensaio histórico, que a ridicularizava, intitulado «La Pucelle d´Orléans» ou «A Donzela de Orléans» [1]



Virgem d'Orleans

Nascimento 6 de Janeiro de 1412 em Domrémy-la-Pucelle
Falecimento 30 de Maio de 1431 em Ruão
Venerado pela Igreja Católica
Beatificado 1909, Roma por: São Pio X
Canonizado 5 de Maio de 1920, Roma por: Papa Bento XV
Festa litúrgica 30 de maio
Padroeira França



Depois da Revolução, o partido monárquico reavivou a lembrança da boa lorena, que jamais desistiu do retorno do rei.


Joana foi recuperada pelos profetas da «França eterna», em primeiro lugar o grande historiador romântico Jules Michelet. Com o romantismo, o alemão Schiller fez dela a heroína da sua peça de teatro "Die Jungfrau von Orléans", publicada em 1801.


Em 1870, quando a França foi derrotada pela Alemanha - que ocupou a Alsácia e a Lorena - "Jeanne, a pequena pastora de Domrémy, um pouco ingênua, tornou-se a heroína do sentimento nacional". Republicanos e nacionalistas exaltarão aquela que deu sua vida pela pátria.


Durante a primeira fase da Terceira República, no entanto, o culto a Joana d'Arc esteve associado à direita monarquista, da qual era um dos símbolos, como o rei Henrique IV, sendo mal vista pelos republicanos.


A Igreja Católica francesa propôs ao Papa Pio X sua beatificação, realizada em 1909, num período dominado pela exaltação da nação e ao ódio ao estrangeiro, principalmente Inglaterra e Alemanha.


O gesto do papa inspirou-se no desejo de fazer a Igreja de França entrar em mais perfeito acordo com os dirigentes anticlericais da III República, mas só com a Primeira Guerra Mundial de 1914 a 1918, Joana deixa de ser uma heroína da Direita. Segundo Irène Kuhn,a partir daí "os postais patrióticos mostram Jeanne à cabeça dos exércitos e monumentos seus aparecem como cogumelos por toda a França. O Parlamento francês estabelece uma festa nacional em sua honra no 2º domingo de maio.


Em 9 de maio de 1920, cerca de 500 anos depois de sua morte, Joana d'Arc foi definitivamente reabilitada, sendo canonizada pelo papa Bento XV - era a Santa Joana d'Arc. A canonização traduzia o desejo da Santa Sé de estender pontes para a França republicana, laica e nacionalista. Em 1922 foi declarada padroeira de França. Joana d´Arc permanece como testemunha de milagres que pode realizar uma pessoa, ainda que animada apenas pela energia de suas convicções, mesmo adolescente, pastora e analfabeta, de modo que seu exemplo guarda um valor universal.


Primeiros Anos
Joana nasceu em Domrémy, na região de Lorena (ou Lorraine) na França. Posteriormente a cidade foi renomeada como Domrémy-la-Pucelle em sua homenagem (pucelle; donzela em português). A data de seu nascimento é imprecisa, de acordo com seu interrogatório em 24 de fevereiro de 1431, Joana teria dito que na época tinha 19 anos portanto teria provavelmente nascido em 1412.


Filha de Jacques d'Arc e Isabelle Romée, tinha mais quatro irmãos: Jacques, Catherine, Jean e Pierre, sendo ela a mais nova dos irmãos. Seu pai era agricultor e sua mãe lhe ensinou todos os afazeres de uma menina da época.






Em seu julgamento Joana d'Arc afirmou que desde os 13 anos ouvia vozes divinas. Segundo ela em seu julgamento, a primeira vez que escutou a voz, ela vinha da direção da igreja e acompanhada de claridade e uma sensação de medo. Dizia que as vezes não a entendia muito bem e que as ouvia duas ou três vezes por semana. Entre as mensagens que ela entendeu estavam conselhos para frequentar a igreja, que deveria ir a Paris e que deveria levantar o domínio que havia na cidade de Orléans. Posteriormente ela identificaria as vozes como sendo do arcanjo São Miguel, Santa Catarina de Alexandria e Santa Margarida.


O arcanjo São Miguel é o líder dos exércitos celestiais. Santa Catarina é definida as vezes como uma figura apócrifa a cavalo dos séculos III e IV que morreu com uma idade similar à de Joana; também erudita (patrona de muitas especialidades intelectuais), persuadiu o imperador Maximiliano II que deixasse de perseguir os cristãos. Foi condenada a morrer na roda (um sistema de tortura que fraturava os ossos). A lenda de Margaret diz que ela foi uma mulher depreciada pela sua fé católica ao que lhe ofereceram matrimônio em troca da renúncia a esta fé. Ante sua negação, foi torturada escapando milagrosamente diversas vezes, até sua morte definitiva. Assim morreu virgem e mártir


A Guerra dos Cem Anos
Desde quando o Duque da Normandia, Guilherme, o Conquistador se apoderou da Inglaterra em 1066, os monarcas ingleses passaram a controlar extensas terras no território francês. Com o tempo, passaram a ter vários ducados franceses: Aquitânia, Gasconha, Poitou, Normandia, entre outros. Os duques, apesar de vassalos do rei inglês, acabaram tornando-se seus rivais.

Batalha de Crécy



Quando a França tentou recuperar os territórios perdidos para Inglaterra, originou-se um dos mais longos e sangrentos conflitos da história da humanidade: a Guerra dos Cem Anos, que durou na realidade 116 anos, e que produziu milhões de mortos e a destruição de quase toda a França setentrional.


O início da guerra aconteceu em 1337. Os interesses mais que evidentes de unificar as coroas concretizaram-se na morte do rei francês Carlos IV em 1328. Filipe VI, sucessor graças à lei sálica (Carlos IV não tinha descendentes masculinos), proclamou-se rei da França em 27 de maio de 1328.


Felipe VI reclamou em 1337 o feudo da Gasconha ao rei inglês Eduardo III, e no dia 1 de novembro este responde plantando-se às portas de Paris mediante ao bispo de Lincoln, declarando que ele era o candidato adequado para ocupar o trono francês.


A Inglaterra ganharia batalhas como Crécy (1346) e Poitiers (1356). Uma grave enfermidade do rei francês originou uma luta pelo poder entre seu primo João I de Borgonha ou João sem Terra, e o irmão de Carlos VI, Luís de Orléans.


No dia 23 de novembro de 1407, nas ruas de Paris e por ordem do borguinhão, se comete o assassinato do armagnac Luís de Orléans. A família real francesa estava dividida entre os que davam suporte ao duque de Borgonha (borguinhões) e os que o davam ao de Orléans e depois a Carlos VII, Delfim de França (armagnacs ligados à causa de Orléans e à morte de Luís). Com o assassinato do armagnac, ambos os bandos se enfrentaram numa guerra civil, onde buscaram o apoio dos ingleses. Os partidários do Duque de Orléans, en 1414, viram recusada uma proposta pelos ingleses, que finalmente pactuaram com os borguinhões.


Com a morte de Carlos VI, em 1422, Henrique VI da Inglaterra foi coroado rei francês, mas os armagnacs não desistiram e mantiveram-se fiéis ao filho do rei, Carlos VII, coroando-o também em 1422.


Encontro com Carlos
Aos 16 anos, Joana foi a Vaucouleurs, cidade vizinha a Domrèmy. Recorreu a Robert de Baudricourt, capitão da guarnição armagnac estabelecida em Vaucouleurs para lhe ceder uma escolta até Chinon, onde estava o delfim, já que teria que atravessar todo o território hostil defendido pelos aliados ingleses e borguinhões. Quase um ano depois, Baudricourt aceitou enviá-la escoltada até o delfim. A escolta iniciou-se aproximadamente em 13 de fevereiro de 1429. Entre os seis homens que a acompanharam estavam Poulengy e Jean Nouillompont (conhecido como Jean de Metz). Jean esteve presente em todas as batalhas posteriores de Joana d'Arc.


Portando roupas masculinas até sua morte, Joana atravessou as terras dominadas por Borguinhões, chegando a Chinon, onde finalmente iria se encontrar com Carlos, após uma apresentação de uma carta enviada por Baudricourt. Chegando a Chinon, Joana já dispunha de uma grande popularidade, porém o delfim tinha ainda desconfianças sobre a moça. Decidiram passá-la por algumas provas. Segundo a lenda, com medo de apresentar o delfim diante de uma desconhecida que talvez pudesse matá-lo, eles decidiram ocultar Carlos em uma sala cheia de nobres ao recebê-la. Joana então teria reconhecido o rei disfarçado entre os nobres sem que jamais o tivesse visto antes. Joana teria ido até ao verdadeiro rei, curvado e dito: "Senhor, vim conduzir os seus exércitos à vitória".


Sozinha na presença do rei, ela o convenceu a lhe entregar um exército com o intuito de libertar Orléans. Porém, o rei ainda a fez passar por provas diante dos teólogos reais. As autoridades eclesiásticas em Poitiers submeteram-na a um interrogatório, averiguaram sua virgindade e suas intenções.


Convencido do discurso de Joana, o rei entrega-lhe às mãos uma espada, um estandarte e o comando das tropas francesas, para seguir rumo à libertação da cidade de Orléans, que havia sido invadida e tomada pelos ingleses havia oito meses.



Joana reconhece o rei Carlos VII em Chinon.



Joana d'Arc: a guerreira
Munida de uma bandeira branca, Joana chega a Orléans em 29 de abril de 1429. Comandando um exército de 4000 homens ela consegue a vitória sobre os invasores no dia 9 de maio de 1429. O episódio é conhecido como a Libertação de Orléans (e na França como a Siège d'Orléans). Os franceses já haviam tentado defender Orléans mas não obtiveram sucesso.


Exitem histórias paralelas a esta que informam que a figura de Joana era diferente. Ela teria chegado para a batalha

em um cavalo branco, armadura de aço, e segurando um estandarte com a cruz de Cristo, circunscrita com o nome de Jesus e Maria. Segundo esta outra versão, Joana apenas arrastada pelo fascínio sobrenatural de seus sonhos e proposta de missão a cumprir segundo a vontade divina e sem saber nada sobre arte de guerra comandou os soldados rudes, com ar angelical, na qual em sua presença ninguém se atrevia a dizer ou praticar inconveniências. Ela apresentava-se extremamente disciplinada.[1]


Após a libertação de Orléans, os ingleses pensaram que os franceses iriam tentar reconquistar Paris ou a Normandia, e ao invés disto, Joana convenceu o Delfim a iniciar uma campanha sobre o rio Loire. Isso já era uma estratégia de Joana para conduzir o Delfim a Ruão.


Joana dirigiu-se a vários pontos fortificados sobre pontes do rio Loire. Em 11 e 12 de junho de 1429 venceu a batalha de Jargeau. No dia 15 de junho foi a vez da batalha de Meung-sur-Loire. A terceira vitória foi na batalha de Beaugency, nos dias 16 e 17 de junho do mesmo ano. Um dia após sua última vitória se dirigiu a Patay, onde sua participação foi pouca. A batalha de Patay, única batalha em campo aberto, já se desenrolava sem a presença de Joana.


Coroação de Carlos
Cerca de um mês após sua vitória sobre os ingleses em Orléans, ela conduziu o rei Carlos VII à cidade de Reims, onde Carlos VII é coroado em 17 de julho. A vitória de Joana d'Arc e a coroação do rei acabaram por reacender as esperanças dos franceses de se libertarem do domínio inglês e representaram a virada da guerra.


O caminho até Reims era considerado difícil já que várias cidades estavam sob o domínio dos borguinhões. Porém, a fama de Joana tinha se estendido por boa parte do território e fez com que o exército armagnac do delfim fosse temido. Assim, Joana passou sem problemas por sucessivas cidades como Gien, Saint Fargeau, Mézilles, Auxerre, Saint Florentin e Saint Paul.


Desde Gien, foram enviados convites a diversas autoridades para assistir à consagração do delfim. Em Auxerre chegou-se a pensar em resistência por parte de uma pequena tropa inimiga que se encontrava na cidade. Após três dias de negociação foi possível por lá passar sem qualquer problema. O mesmo aconteceu em Troyes, cujas negociações duraram cinco dias. A chegada a Ruão foi em 16 de julho.


Sabe-se que o dia da consagração definitiva do rei francês em Ruão foi em 17 de julho e não foi a cerimônia mais esplêndida do momento, já que as circunstâncias da guerra impediam o contrário. Joana assistiu à consagração de uma posição privilegiada, acompanhada de seu estandarte.

Coroação de Carlos VII.



Paris
Teoricamente Joana já não tinha nada mais que fazer no exército já que havia cumprido sua promessa perfeitamente, havia cumprido corretamente as ordens que as vozes lhe haviam dado. Mas ela, como muitos outros, viu que enquanto a cidade de Paris estivesse tomada pelas tropas inglesas, dificilmente o novo rei poderia ter claramente o controle do reino de França.


No mesmo dia da coroação, chegaram emissários do Duque de Borgonha e se iniciaram as negociações para se chegar a paz, ou a uma trégua, que foi finalmente o que se pactuou. Não foi a paz que Joana desejava, mas pelo menos ela houve durante quinze dias. Entretanto a trégua não foi gratuita, já que houve interesses políticos por trás desta. Carlos VII necessitava tomar Paris para exercer sua autoridade de rei mas não queria criar uma imagem ruim com uma conquista violenta de terras que passariam a ser seu domínio. Foi isto que o que motivou a firmar a trégua com o Duque de Borgonha. Foi uma necessidade de ganhar tempo.


Durante a trégua, Carlos VII levou seu exército até Île-de-France (região francesa que abriga Paris). Houve alguns enfrentamentos entre os armagnacs e a aliança inglesa com os borguinhões. Os ingleses abandonaram Paris dirigindo-se a Ruão (ou Rouen em francês). Restava então derrotar os borguinhões que ainda ficaram em Paris e na região.
Estátua de Joana d'Arc na Catedral de Notre-Dame de Paris.


Joana foi ferida por uma flecha durante uma tentativa de entrar em Paris. Isto acelerou a decisão do rei em bater em retirada no dia 10 de setembro. Com a parada o rei francês não expressava a intenção de abandonar definitivamente a luta, mas optava por pensar e defender a opção de conquistar a vitória mediante a paz, tratados e outras oportunidades no futuro.



Estátua de Joana d'Arc na Catedral de Notre-Dame de Paris.



A captura


Na primavera de 1430, Joana d'Arc retomou a campanha militar e passou a tentar libertar a cidade de Compiègne, onde acabou sendo dominada e capturada pelos borguinhões, aliados dos ingleses, em 1430.


Foi presa em 23 de maio do mesmo ano. Entre os dias 23 e 27 foi conduzida à Beaulieu-lès-Fontaines. Joana foi entrevistada entre os dias 27 e 28 pelo próprio Duque de Borgonha, Felipe, o bom. Naquele momento Joana era propriedade do Duque de Luxemburgo. Joana foi levada ao Castelo de Beaurevoir, onde permaneceu todo o verão, enquanto o duque de Luxemburgo negociava sua venda. Ao vendê-la aos ingleses, Joana foi transferida a Ruão.


O processo em Ruão



Interrogatório de Joana.



No dia 21 de fevereiro Joana foi ouvida pela primeira vez. A princípio ela se negou a fazer o juramento da verdade, mas logo o fez. Joana foi interrogada sobre as vozes que ouvia, sobre a igreja militante, sobre seus trajes masculinos. No dia 27 e 28 de março, Thomas de Courcelles fez a leitura dos 70 artigos da acusação de Joana, e que depois foram resumidos a 12 , mais precisamente no dia 5 de abril. Estes artigos sustentavam a acusação formal para a Donzela buscando sua condenação.


No mesmo dia 5, Joana começou a perder saúde por causa de ingestão de alimentos venenosos que a fez vomitar. Isto alertou Cauchon e os ingleses, que lhe trouxeram um médico. Queriam mantê-la viva, principalmente os ingleses, porque planejavam executá-la.


Durante a visita do médico, Jean d’Estivet acusou Joana de ter ingerido os alimentos envenenados conscientemente para cometer suicídio. No dia 18 de abril, quando finalmente ela se viu em perigo de morte, pediu para se confessar.


Os ingleses impacientaram-se com a demora do julgamento. O Conde de Warwick disse a Cauchon que o processo estava demorando muito. Até o primeiro proprietário de Joana, Jean de Luxemburgo, apresentou-se a Joana fazendo-lhe a proposta de pagar por sua liberdade se ela prometesse não atacar mais os ingleses. A partir do dia 23 de maio, as coisas se aceleraram, e no dia 29 de maio ela foi condenada por heresia.



Joana d'Arc é queimada viva pela Igreja.
A morte
Joana foi queimada viva em 30 de maio de 1431, com apenas dezenove anos. A cerimônia de execução aconteceu na Praça do Velho Mercado (Place du Vieux Marché), às 9 horas, em Ruão.


Antes da execução ela se confessou com Jean Totmouille e Martin Ladvenu, que lhe administraram os sacramentos da Comunhão. Entrou, vestida de branco, na praça cheia de gente, e foi colocada na plataforma montada para sua execução. Após lerem o seu veredito, Joana foi queimada viva. Suas cinzas foram jogadas no rio Sena, para que não se tornassem objeto de veneração pública. Era o fim da heroína francesa.


Após a morte de Joana d'Arc
revisão do seu processo começou a partir de 1456, quando foi considerada inocente pelo Papa Calisto III, e o processo que a condenou foi considerado inválido, e em 1909 a Igreja Católica a beatifica. Em 1920, Joana d'Arc é declarada santa pelo Papa Bento XV.


Temos outra versão que informa que vinte anos após a sua condenação a fogueira, os pais pediram que o papa da época, Calisto III autorizou uma comissão que, numa pesquisa serena e profunda, reconheceu a nulidade do processo por vício de forma e de conteúdo. Joana d´Arc desta maneira teve sua honra reabilitada, e o nome feiticeira, e bruxa foi apagado para que ela fosse reconhecida por suas virtudes heróicas, provenientes de uma missão divina.


Ela foi proclamada Mártir pela Pátria e da Fé.Dom [2]




Representação nas artes e na literatura




Referências


1. ↑ Dom Servílio Conti, I.M.C. O Santo do dia. p.289-290. Ed. Vozes. ISBN 85.326.0442-0
2. ↑ Servílio Conti, I.M.C. O Santo do dia. p.289-290. Ed. Vozes. ISBN 85.326.0442-0


Referências


* Dom Servílio Conti, I.M.C. O Santo do dia. p. 289-290. Ed. Vozes. ISBN 85.326.0442-0

Acesse este link e veja Lista de Todos os Santos

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_todos_os_santos




Acesse este link e veja O Processo de Joana D´Arc
http://membres.lycos.fr/abbayestbenoit/jeanne/index.htm


fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Joana_d%27Arc




* Ela, à frente do exército francês conquistou Orleáns e boa parte do território francês, mas foi traida por Charles VII. Joana caiu cativa dos borguinhões em 1430 e foi entregue aos Ingleses. Charles VII nada fez para libertá-la.


O bispo que montou a farsa de seu processo foi Pierre de Cauchon (cauchon em francês significa porco) bispo de Beauvais, um homem inescrupuloso partidário dos Borguinhões. Seu julgamento foi uma farsa montada para sua execução, que já tinha sido acertada com antecedência. Por fim ela foi morta na fogueira em 30 de maio de 1431.


Seu processo foi considerado inválido pouco depois pela Igreja, e. após um longo processo de canonização que iniciou em 1869, ela foi elevada aos altares católicos em 1920, através do papa Bento XV.


Santa Joana D"Arc, rogai por nós







Joana d’Arc e o arcanjo Miguel, de Eugene Thirion




Joana d’Arc na Batalha de Orléans, de Jules Eugène Lenepveu





fonte: http://vidaliteraria.zip.net/arch2009-06-07_2009-06-13.html












São Miguel Arcanjo e Joana D'Arc


Em seu julgamento Joana d'Arc afirmou que desde os 16 anos ouvia vozes divinas. Segundo ela em seu julgamento, a primeira vez que escutou a voz, ela vinha da direção da igreja e acompanhada de claridade e uma sensação de medo. Dizia que as vezes não a entendia muito bem e que as ouvia duas ou três vezes por semana. Entre as mensagens que ela entendeu estavam conselhos para frequentar a igreja, que deveria ir a Paris e que deveria levantar o domínio que havia na cidade de Orléans. Posteriormente ela identificaria as vozes como sendo do arcanjo São Miguel, Santa Catarina de Alexandria e Santa Margaret.


O arcanjo São Miguel é o líder dos exércitos celestiais.


Santa Catarina é definida as vezes como uma figura apócrifa a cavalo dos séculos III e IV que morreu com uma idade similar à de Joana; também erudita (patrona de muitas especialidades intelectuais), persuadiu o imperador Maximiliano II que deixasse de perseguir os cristãos. Foi condenada a morrer na roda (um sistema de tortura que fraturava os ossos).

A lenda de Margaret diz que ela foi uma mulher depreciada pela sua fé católica ao que lhe ofereceram matrimônio em troca da renúncia a esta fé. Ante sua negação, foi torturada escapando milagrosamente diversas vezes, até sua morte definitiva. Assim morreu virgem e mártir.





fonte: http://www.arcanjomiguel.net/santa-joana.htm





Santa Catarina de Alexandria

:: Protetora dos estudantes e mães sem leite; Proteção contra acidentes; Auxílio aos estudantes.


:: Data de comemoração: 25 de Novembro

Santa Catarina de Alexandria nasceu de família nobre e estudou muito. Quando tinha apenas dezoito anos, se apresentou ao imperador romano Maximus, que fazia uma violenta perseguição aos cristãos, sob acusação de culto a falsos deuses.

Chocado com a audácia da jovem, mas incapaz de responder a seus argumentos, Maximus reuniu 50 sábios com a incumbência de provar-lhe que Jesus, morto numa cruz, não podia ser Deus. Quando informaram à Catarina a respeito da disputa que a aguardava, ela se entregou inteiramente a Deus. Imediatamente, um anjo do Senhor colocou-se ao seu lado e admoestou-a a permanecer firme, assegurando-lhe ser impossível que ela fosse derrotada por estas pessoas. Mais ainda, ela as converteria e as colocaria no caminho do martírio.

Então, Catarina foi levada à presença dos oradores. Indagou ela: "- É justo colocar 50 homens contra uma moça, com a promessa de que, ao ganhar, receberão uma rica recompensa, forçando-me a lutar sem a esperança de prêmio ? Entretanto, minha recompensa será o Senhor Jesus Cristo, que é a esperança e a coroa daqueles que lutam por Ele."

Iniciaram-se os debates e ela sempre terminava vitoriosa. Graças a sua eloqüência chegou a converter ao cristianismo alguns de seus adversários, que foram sentenciados de morte.

Furioso por estar sendo derrotado, Maximus prende Catarina. A imperatriz, curiosa por conhecer a jovem que desafiava seu marido, vai acompanhada de Porfírio, chefe das tropas, até a prisão. Catarina também os converte e eles são martirizados.

Catarina é condenada à morte na roda de tortura, mas basta que ela encoste na roda para que ela se parta e mate vários pagão que assistiam. Por causa disso, Santa Catarina é invocada pelos que trabalham com rodas ou utilizam veículos (para proteção de acidentes de trânsito). O imperador, enraivecido, ordena que ela seja decapitada. Quando deceparam sua cabeça, do seu pescoço começou a brotar leite ao invés de sangue. Daí ser ela invocada pelas gestantes e mães que, após o parto, devem amamentar seus filhos.

Os relatos de seu martírio continuam dizendo que os anjos desceram dos céus e levaram seu corpo para o monte Sinai, onde mais tarde teria surgido um mosteiro consagrado à sua memória. De seus ossos ainda emana um óleo que é utilizado por todos enfermos que visitam seu sepulcro.

:: Oração à Santa Catarina de Alexandria

1. Proteção contra acidentes

Ó Santa Catarina, vós quebrastes a roda da engrenagem das mãos dos torturadores e por isto sois invocada como protetora contra os acidentes; eu vos peço, protegei-me de todo e qualquer acidente. Acidentes de trânsito, acidentes com arma de fogo, acidentes de quedas e tombos, acidentes a pé e a cavalo, acidentes com instrumentos de trabalho, acidentes com venenos e agrotóxicos, acidentes com máquinas e explosivos, acidentes de mordidas de cobras ou aranhas, acidentes em casa, na estrada, na roça, no campo ou no mato. Protegei meu corpo de todo e qualquer perigo que a cada instante estou sujeito a enfrentar. Defendei também a minha alma contra os perigos espirituais, que são tantos, em toda parte. Santa Catarina, protegei-me e salvai-me. Amém !

Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai

2. Auxílio aos estudantes

Santa Catarina de Alexandria, que tivestes uma inteligência abençoada por Deus, abre a minha inteligência, faze entrar na minha cabeça as matérias de aula, dá-me clareza e calma na hora dos exames, para que possa ser aprovado(a). Eu quero aprender sempre mais, não por vaidade, nem só para agradar aos meus familiares e professores, mas para ser útil a mim mesmo, a minha família, à sociedade e à minha Pátria. Santa Catarina de Alexandria, conto contigo. Conta também tu comigo. Eu quero ser um(a) bom(a) cristão(a) para merecer a tua proteção. Amém.

No Candomblé, na Umbanda e nos demais cultos afro-brasileiros, Santa Catarina de Alexandria é sincretizada com o orixá Obá, a primeira esposa de Xangô, o rei de Oyó.

Conta uma lenda que Obá, enciumada por sentir que estava perdendo a atenção de Xangô em relação às outras suas duas esposas, Iansã e Oxum. Assim, foi aconselhar-se com Oxum a quem pediu ajuda para obter um pouco mais de afeto de Xangô.

Oxum, por ser o orixá da beleza e do dom de fazer com que todos os homens e orixás por ela se apaixonassem, prontificou-se a ajuda-la. Oxum lhe disse que ela tinha ganhado toda a atenção Xangô quando colocou em sua comida um pedaço de sua orelha e por esse motivo, ultimamente, estava andando com a cabeça coberta com um turbante, mas Xangô lhe dava toda a atenção do mundo. Oxum disse a Obá que se ela fizesse o mesmo ela ganharia o amor e a atenção imediata de Xangô.

Obá assim procedeu. Em sua casa preparou para Xangô um lauto banquete. Toda faceira, Obá ofereceu a Xangô o prato especialmente preparado, aquele que continha sua orelha esquerda inteirinha. Quando Xangô viu o prato ficou horrorizado e irado retirou-se da casa de Obá para nunca mais voltar.

Irada, Obá procurou Oxum para tomar satisfação por ter sido enganada por ela. Por esse motivo, Obá e Oxum não se toleram, e por esse mesmo motivo quando Oba se manifesta nos Terreiros ela cobre sua orelha esquerda com a mão. Oba é um orixá guerreiro e que participou ao lado Xangô de muitas batalhas.

Fonte: Árvore da Vida/IG - Bibliografia da santa católica

http://www.nsauxiliadora.org.br/santos.htm






Santa Joana dÁrc era tão popular na França que um fabricante de chocolate francês, do início do século passado usava suas imagens como propaganda de seu "Chocolat Poulain " , conforme pode-se ver na foto acima.


Fonte de origem: http://www.cademeusanto.com.br

*SERETI* (GUIA AZUL DE SIRIUS - 24D) - 6 de Setembro de 2011 - AutresDimensions




Meu nome é SERETI.
Sendo já apresentado, eu me permito saudá-los, humanos encarnados neste mundo, no Amor do Um e na Paz do Um.
O contexto de minhas palavras inscreve-se na sequência lógica de minhas intervenções anteriores (*).
Desde agora mais de seis anos terrestres que eu denotei a vocês as mudanças a vir nesta Humanidade e neste sistema solar, inscrevendo-se no intervalo de julho de 2005 e julho de 2012.
Desde o início deste ano, denominado 2011, o conjunto dos preparativos dos movimentos estelares e planetários desenrola-se segundo um quadro imutável, anunciando e preparando o que se revela, doravante, sob o controle amoroso dos Arcanjos.
Os preparativos foram realizados (desde o instante em que a porta KI-RIS-TI foi aberta, em suas células e em seu corpo), o conjunto da humanidade apronta-se, doravante, para viver o porquê cada um de vocês veio, nesta vida, a fim de cumprir o que é, para cada um, o sentido de sua própria Liberação, do seu retorno à Unidade, ou do seu prosseguimento na experiência em carbono, livre.
Filhos do Um, Sementes de Estrelas, Espíritos de Eternidade, o conjunto dos seus céus vai, doravante, abrir-se, como se abre, em vocês, a Consciência KI-RIS-TI, permitindo àqueles de vocês, conforme sua Vibração, conforme sua Consciência, viver a adequação do seu futuro e do seu porvir, em correlação total com a Vibração que percorre, de maneira perceptível, seu corpo (de densidade baixa), que alcança seu corpo de Eternidade (de densidade extremamente alta, em Vibração, e extremamente leve, em conteúdo), a fim de permitir-lhes viver o mecanismo de ajustamento final à sua Eternidade.
A Terra vive, e vai viver sua libertação, da mesma maneira que todos vocês, Despertos como não Despertos, irão viver a mesma libertação.
Há muito numerosas Moradas Dimensionais, nos Universos e nos Multiversos.
Cada um ali será acolhido, na Verdade, na Liberdade e no Amor.
Eu os lembro de que, durante esses momentos que vive a Terra, a Alegria, a Segurança e a Eternidade apenas podem existir e podem aparecer em seu espaço Interior.
***
O conjunto da Vida, denominada verdadeira Vida (por oposição ao confinamento deste mundo onde vocês estão), situa-se, exclusivamente, no Templo do seu peito.
É em meio a este Espaço, em meio à sua Vibração, que se encontra a Liberdade, que se encontra a Paz.
A liberação da Terra, como a liberação dos seus irmãos não Despertos, é um mecanismo que pode às vezes provocar sentimentos e, segundo suas palavras, emoções, ou atividades de pensamentos, muito afastados da Verdade.
Conforme o Coração permanece seu salvo conduto: aquele que permite aceder ao que vocês são e não ao que vocês creem ser.
Existe, em cada ser humano, Desperto como não Desperto, uma parte Luminosa, pedindo para manifestar-se, sob a ação da Luz Tri-Unitária, cujo impulso e pressão vão tornar-se consideráveis.
Seja em seus céus.
Seja no centro da Terra.
Seja no sangue da Terra ou no corpo da Terra.
Este impulso não tem por objetivo veicular qualquer medo.
***
Somente os elementos (em vocês, Despertos como não Despertos) de natureza sombria, de natureza não iluminada, podem opor-se à eclosão, em vocês, de sua Eternidade.
Não existe nenhum local, não existe nenhum espaço, não existe ninguém, mais capaz de ajudá-los, do que seu próprio Coração.
Vários meios (comunicados por aqueles que vocês chamam de Anciãos e por aquelas que vocês chamam de Estrelas) foram comunicados a vocês, a fim de permitir um melhor ajustamento ao processo final, entrando, dentro de alguns dias, em termos terrestres, em sua realização.
Doravante, o tempo não tem mais que ser contado, porque em breve esse tempo não existirá simplesmente mais.
Resta a cada um ajustar-se ao seu ritmo Vibratório Interior, aquele do seu Coração, frente ao que está aí, frente ao que chega: retorno da Unidade e da Luz, vindo realizar a decantação dos dois mundos, a separação dos dois mundos.
Separação que, em última análise, representa, para essas duas partes, um retorno à Unidade, cujo procedimento é diferente, mas cujo sentido é o mesmo.
***
Lembrem-se, a cada minuto do fim deste Tempo, de que apenas o que está no centro do Ser dá-lhes a chave e a possibilidade da saída do Tempo e da entrada na Eternidade.
Nenhum elemento exterior, nenhum elemento Interior pode, de maneira definitiva, interromper o processo da liberação da Luz e da sua Liberação.
Cada um, Desperto ou não Desperto, terá a oportunidade de verificar, nele, o princípio e a natureza do Ser fundamental: aquele que não está cortado, aquele que não está separado das outras Dimensões e dos outros Universos.
Este retorno à sua Verdade, quaisquer que sejam as circunstâncias que lhes serão próprias, pode representar, para muitos, uma revolução extrema da Consciência.
***
Lembrem-se de que sua Eternidade é Amor, de que sua Essência é Amor e Luz, de que todo o resto não terá mais sentido, gradualmente e à medida que sua Consciência irá se colocar nesta Verdade.
Esta Verdade que eclode, de maneira muito impactante na superfície deste mundo, está ao alcance de cada um de vocês.
O que é denominado eventos, tais como eu os descrevi, durante minha primeira vinda, neste canal, irão se desenrolar muito em breve, antes de tudo, em vocês, e também no conjunto deste Universo (ndr: ver a canalização de 4 de julho de 2005) (*).
O que é chamado de Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres, independentemente de sua origem, independentemente de sua Dimensão, tem-se, doravante, à margem de sua Dimensão, pronto para acolhê-los.
***
A própria Terra, liberada agora desde quase um ano, vê as mudanças de sua configuração efetuar-se, neste momento.
O conjunto das circunstâncias que vocês vivem, no Interior de vocês, no interior de suas relações, no interior de suas próprias vivências (sejam sonhos conscientes ou ainda inconscientes), irá aumentando de maneira sobreposta e calcada no aumento dos sinais da Terra e no início dos sinais dos Céus, referentes ao conjunto dos Céus e ao conjunto da Terra, e não mais unicamente em alguns setores.
***
Durante esta fase, vocês são chamados.
O apelo é Vibratório.
O apelo será, a um dado momento, aquele do som da Terra e do som do Céu e, a um dado momento, esse será o apelo de Maria.
Naquele momento, mais nenhuma circunstância exterior pode e deve alterá-los, de modo algum.
É naquele momento que será preciso conectar-se com o seu Coração e com a Merkabah interdimensional, como vocês o fazem, agora, desde já algum tempo, às 19 horas, hora francesa [alinhamento diário].
Mas isso poderá ocorrer, e vocês poderão realizá-lo, nos momentos em que o apelo da Luz Vibral far-se-á muito intenso, porque cada um será chamado, de maneira mais intensa, segundo seu calendário e seu relógio próprio.
Este apelo da Vibração irá ocorrer pelo que vocês têm chamado de Coroa Radiante da cabeça, de Coroa Radiante do Coração, de Sacro e, cada vez mais, pela ativação da porta KI-RIS-TI, em suas costas.
Durante esses apelos (cada um deles), será preciso, então, responder por sua qualidade de Presença e de Vibração.
O apelo da Luz Vibral, nesses tempos, é, aí também, seu salvo conduto.
Este apelo, perceptível também pelo aumento da intensidade Vibratória, pelo aumento dos sons da alma e do Espírito, ou dos sons do Céu e da Terra, irá chamá-los para entrar em seu Ser Interior, em seu Ser de Eternidade.
Cada um poderá então ali responder, se tal é seu anseio e se tal é seu desejo; se tal é sua Verdade e não sua personalidade.
***
Cabe a vocês tornar, mais do que nunca, fundamental terem-se prontos, conscientes e lúcidos sobre o sentido do apelo da Luz Vibral e sobre a maneira adequada para ali responder.
Lembrem-se também de que através da sua resposta, vocês irão ancorar o sentido da sua Presença, sobre esta Dimensão, para seus Irmãos e suas Irmãs, não Despertos, no momento, para a Verdade da Luz.
Seu futuro e seu porvir serão em breve selados, dentro de muito pouco tempo, isso já foi anunciado a vocês.
É preciso, hoje, estar lúcido, e cada vez mais consciente, do que provoca e propicia a Vibração da Luz Una, em seu corpo (esse Templo de carne), em sua Consciência.
E, em função da sua lucidez, prepararem-se para seu futuro, prepararem-se para seu porvir, não em uma fuga qualquer, não em uma ilusão qualquer, não em um medo qualquer, mas no estabelecimento do que Vocês São.
***
A preparação da Terra, a preparação dos Mundos de Luz, em vocês e por vocês, tem por objetivo facilitar o mecanismo chamado de Ascensão.
A Ascensão apenas pode ser realizada pela Vibração da Luz e pela interação entre a Luz Vibral e sua Luz Interior (esta parte luminosa que está em cada ser humano).
O grau de fusão, entre o apelo de Cristo e sua parte luminosa, de cada um, será determinante e condicionante para seu futuro e seu porvir.
***
O tempo não é mais para hesitação.
O tempo não é mais para projeções.
O tempo não é mais para qualquer medo, mas para a afirmação de sua Eternidade e isto (sua Eternidade, sua afirmação), não tem que fazer os jogos deste mundo.
Cristo lhes disse: vocês estão neste mundo, mas vocês não são deste mundo.
O momento chegou de verificá-lo, por vocês mesmos.
O Coração é a porta.
O Coração é a chave.
Absolutamente nada mais pode permitir viver isso.
***
Filhos das Estrelas, povo humano, em porvir e em futuro, o apelo que eu lanço é simplesmente o apelo para viver o reencontro com seu Estado de Ser, reencontros com vocês mesmos, mas além das contingências desta matéria, bem além das ilusões de qualquer ligação desta Terra.
É preciso avançar, livres de qualquer crença e liberados de toda ligação.
Cabe a vocês atuar, agora.
Cabe a vocês viver a Unidade, e a Verdade, e sua Eternidade.
Quaisquer que sejam as dificuldades de cada um, Interiores como exteriores, lembrem-se de que vocês têm a possibilidade (nesses momentos de dificuldade, como do apelo da Luz) de viver o que vocês vivem, de maneira coletiva (na França, toda noite às 19 horas e no resto do mundo em outros horários) [alinhamento diário].
Isso lhes é oferecido, doravante, nos tempos e nos momentos do apelo da Luz Vibral, como nos tempos e nos momentos de dificuldades.
Vocês encontram, então, se vocês respondem ao apelo, se vocês se lembram deste alinhamento, como penetrar o espaço da Alegria, o espaço da Unidade, necessário e suficiente, para viver o que é para viver para cada um.
Eu terminarei por estas palavras: quaisquer que sejam as aparências, quaisquer que sejam as resistências, o que chega é Alegria, o que chega é Felicidade, o que chega é Amor e Luz, na totalidade e na Unidade.
Guardem presente o que eu lhes pedi para lembrar.
Guardem presente esta Verdade, a cada Sopro.
***
Povo da Terra, Povo das Estrelas, a roda do Tempo foi quebrada.
O confinamento está por um fio.
A hora da Liberação da Terra, da sua, deste sistema solar, foi atingida.
Aquele que penetrar (durante os momentos do apelo da Luz Vibral, como nos momentos de resistência ou de ‘choque’) seu espaço Interior, irá constatar, por si mesmo, que ele não está mais submetido à ilusão do tempo e que, neste estado de Eternidade, o tempo não tem mais qualquer sentido, nem qualquer tomada sobre a Consciência.
Vocês encontrarão, nestes estados e nestes momentos, a potência da Luz e a Verdade do Amor, para realizar esta conclusão, para cada um.
***
Portanto, sim, regozijem-se, porque a Alegria tornar-se de novo sua Eternidade, aquela de sua Consciência liberada.
Filhos da Lei do Um, Povo das Estrelas, abram-se a Ele: é abrir-se a vocês, em sua parte de Eternidade, pelo milagre do Um, da Liberdade da Lei da Graça, que nos une e nos libera, em todas as Dimensões e em todos os Mundos.
Dignem-se de aceitar, aqueles que me escutaram, aqueles que irão escutar-me e aqueles que irão ler-me, a Graça de Cristo.
***
Eu terminarei por estas palavras: no Amor do Um e no Um, na Paz, no Amor e na Unidade.
SERETI saúda vocês.


Mensagem do Venerável SERETI no site francês:
6 de setembro de 2011
(Publicado em 7 de setembro de 2011)
***
Tradução para o português: Zulma Peixinho

A Federação Galactica através do Andarilho dos Céus -- Setembro 7, 2011



A Federação Galáctica através do Andarilho dos Céus

Setembro 7, 2011



Saudações da Federação:



Como agora os assuntos estão a processar-se mais rapidamente do que alguma vez esperávamos, achamos ser necessária esta actualização para vós. Dois assuntos importantes atingiram o ponto de rotura nas vossas sociedades. O primeiro refere-se à Banca que fez as mudanças necessárias para transformar o sistema monetário numa nova ordem. Um grupo de países afastou os Illuminati deste assunto, e forçou uma concessão mais cedo do que tínhamos previsto. O segundo diz respeito às facções militares criminosas de vários países que parecem aceitar os acordos mais recentes, pavimentado, desta maneira, um caminho para uma tentativa mais segura da Divulgação do que aqueles que vimos num passado recente.





Devemos salientar que, no passado, houve muitas ocasiões em que as circunstâncias mudaram, precisamente quando pensávamos que tudo estava em ordem para ir para a frente, atrasando assim ainda mais o que é inevitável. Não podemos dizer com exactidão que estes desenvolvimentos irão garantir a Divulgação que temos estado a prever. Apenas podemos dizer que se apresenta outra janela de oportunidade para que os líderes tirem vantagem disso e façam com que este processo vá para a frente.


Enquanto ainda houver muitos preparados de uma maneira insatisfatória para o que está para chegar, cremos que tendes conhecimento e determinação suficientes para ver esses indivíduos através do pior destas mudanças violentas. Com isto, queremos significar mudanças de pensamento, e de saúde psíquica, mental e emocional, pois lidais com o conhecimento “novo” de uma Família Galáctica mais alargada.

Confiem que os assuntos irão desenrolar-se todos como foi planeado do nosso lado com a ajuda de seres espirituais superiores que têm como preocupação prioritária o vosso bem estar. Não alinhem no medo dos que, noutras circunstâncias, vos iriam distrair dos vossos objectivos. Cada um de vós tem um papel específico a desempenhar, e embora possam não saber detalhadamente qual é, ou talvez mesmo nada, não deixem que isso vos desencoraje. A sensação que sempre tiveram, de saber que qualquer coisa “de grande” iria acontecer na vossa vida e que iriam fazer parte disso, são sensações genuínas que não podem ser postas de lado. Nem sequer aceitem o que nós dizemos sobre isto. Olhem simplesmente para o vosso interior e reconheçam a verdade por si mesma. Deixem que isso seja a vossa orientação, mesmo que não possam identificar o plano exacto do qual fazeis parte.



Os vossos esforços, até à data, ajudaram tremendamente todo o processo a seguir em frente mais do que podeis saber. A vossa dedicação à Verdade e à Luz são uma inspiração maravilhosa para nós, aqui, porque trabalhamos para ficarmos muito mais perto da nossa união predeterminada. O Amor é a chave. É a ocasião certa para abrir a porta.




Fiquem em paz.

*Sobre o dia 26 de setembro* - ARCANJO MIGUEL - AutresDimensions




­
Eu sou MIGUEL, Príncipe e Regente das Milícias Celestes.
Bem amados Filhos da Luz, bem amadas Sementes de Estrelas, que o Fogo do Amor esteja em vocês.
Eu venho a fim de enunciar o que é apropriado para elevarem-se no Fogo do Espírito Santo, que retorna, pela alquimia das três partes da Luz Una enfim reunidas, permitindo viver o Fogo, o Espírito e a Verdade.
Eu venho, por meio de algumas palavras, antecipar e preparar a comunhão que nós iremos viver no dia 26 do seu mês de setembro, quase um ano depois da realização da Merkabah Interdimensional coletiva.
Eu venho a fim de apresentar a vocês uma série de elementos referentes à minha ação, realizada para A FONTE, em vocês, individual e coletivamente.
***
Eu gostaria primeiramente de dar-lhes alguns elementos porque eu acompanho a humanidade Una desde o início.
Minha ação, pelo que vocês chamam de passado, permitiu, pela minha Ponta de Fogo, possibilitar abrir o Coração daqueles que, entre vocês, seres humanos na carne, manifestaram a Unidade CRISTO em sua vida.
Independentemente das correntes, independentemente das religiões, independentemente dos países, eu sempre cuidei para que cada ser que penetra o santuário seja marcado pela Espada de MIGUEL, pelo Fogo do Espírito e pela Espada de CRISTO.
Hoje, após ter trabalhado com vocês e com todo o Conclave, para a realização das Núpcias Celestes, das Etapas [Núpcias Unitárias] e da Merkabah Interdimensional, tendo possibilitado trabalhar em meio à Lemniscata Sagrada e à Unidade a via de retorno, permite, agora, acolher, em seu Templo, CRISTO, KI-RIS-TI, a Luz Branca.
***
Minha Espada já penetrou alguns de vocês, pela ponta do Coração, tendo aberto o envelope, tendo liberado a partícula CRISTO ou partícula/fonte de sua Presença.
O Anjo METATRON abriu, neste sistema solar, a última Porta, permitindo à Espada da Verdade, CRISTO, vir como um assaltador na noite, abrir, de trás para frente, perfurar o envelope do Coração, liberando-os completamente.
***
Dessa maneira, junto a CRISTO, na Vibração CRISTO, MIGUEL e MARIA, nós iremos trabalhar pelo Verbo, bem além das palavras, bem além de tudo o que pôde existir em sua Dimensão, aí onde vocês estão, a fim de transpassar o Coração da humanidade, retirar-lhe seus envelopes, liberar a partícula CRISTO, permitindo viver a Alegria da Eternidade.
Assim, a Boca foi aberta, a linguagem tornou-se Verbo.
Resta fecundar, pelo Fogo da Espada e pelo Fogo da Verdade, associados a CRISTO e à MARIA, o Templo, de trás para frente, a fim de abri-los totalmente à Verdade.
Ninguém poderá escapar, onde estiver, a este Fogo da Verdade, à ponta da Espada da Verdade, Fogo ardente vindo abrir e descerrar, em vocês, em cada um, onde estiver, o tempo da Unidade, o tempo do Amor, da Vibração Una, do Éter reencontrado, permitindo viver a libertação do confinamento.
***
Para os Homens, para o conjunto da humanidade, eu estarei, antes de aparecer-lhes na visão etérea e na Visão do Coração, pelos seus olhos de carne, eu percorrerei seus Céus.
Assim, como alguns Seres despertos a CRISTO descreveram-no, eu serei a Estrela no Céu trazendo a Espada da Verdade, a Espada da libertação.
Preparem-se para a Alegria.
Preparem-se para a transparência.
Preparem-se para a libertação.
Na Alegria e na pureza.
Na Alegria e na Luz.
CRISTO, MIGUEL e MARIA, trabalhando na mesma Verdade, no mesmo Fogo, transpassando o conjunto das Dimensões, em vocês, como neste mundo, de ALFA a ÔMEGA, passando pelo Éter do Amor no Templo do seu Coração, rompendo a carne e abrindo o Espírito no propósito.
***
A cada um de vocês, Filhos da Luz, Filhos da Lei do Um, assim como a todos os Filhos ainda não Unificados, eu me dirijo: preparem-se para viver a efusão da Espada da Verdade, para viver a efusão da Luz Una reunificada.
A nova Aliança será então selada, quebrando o lacre da antiga aliança, abrindo seus olhos e sua carne para a visão dos Céus, para a multidimensionalidade.
O que vem é Alegria.
O que vem é Verdade.
O que está aí vem abrir, se vocês o estão, abertos, à nossa Presença.
Nós iremos acolhê-los como vocês irão nos acolher.
A partir de agora a ação, em vocês, do Fogo do Espírito, pelo Sol, pelo fundo do Céu, prepara minha chegada visível aos seus olhos de carne, eu serei a Estrela trazendo a Estrela.
***
Bem amadas Sementes de Estrelas, regozijem-se, os tempos foram cumpridos.
Regozijem-se, a Alegria será sua Morada pela Eternidade.
Nenhuma alma, nenhuma consciência, mesmo a mais afastada, no momento, da Luz, poderá negar o que ela irá ver com os olhos da carne.
No momento em que a Luz Branca revela-se, em vocês e nos Céus, no momento em que a Fusão dos Éteres realizada abriu-os, no momento em que METATRON e URIEL permitiram a Passagem e a abertura da última Porta, eu anuncio a vocês, neste instante em que a terceira expressão, MARIA, irá se exprimir: nosso retorno em sua Unidade, libertação, Unidade e Paz.
***
Filhos da Lei do Um, a memória de sua Eternidade, bem além do confinamento e das Ilusões desta vida e não da Vida, irá aparecer-lhes claramente.
Eu venho percorrer seus Céus, enquanto estando em vocês, a fim de cumprir a obra final de CRISTO, seu retorno, a libertação de vocês, o julgamento, que não é outro senão seu próprio julgamento, por si mesmos, no Amor, na transparência e na Alegria da Unidade.
***
Nunca mais, nada, sobre esta Terra, nesta Dimensão, a partir daquela data, será mais como antes.
Restará acompanhar a Libertação da Terra e do Sistema Solar, por completo.
Mas sua Consciência estará estabelecida na Alegria.
Filhos da lei do Um, cada sopro que os separa desta Comunhão de Libertação será a oportunidade de crescer na Paz, de crescer na Alegria, e na Unidade.
A Luz tornar-se-á evidente em todos os pontos do seu corpo e deste mundo, pondo fim a toda sombra que tenha persistido, levando-os a serem transpassados pelo Verbo CRISTO, Espada da Verdade.
***
A Alegria será sua Morada.
Filhos da Lei do Um, levem a Luz ao seu auge.
Levem a Luz ao mais alto do Coração e de suas células.
Nós estamos com vocês.
Nenhuma força poderá nunca mais imiscuir-se, entre vocês e a Verdade, entre vocês e a Vida, entre vocês e o Caminho.
ALFA e ÔMEGA, a Lemniscata Sagrada, será restabelecida, plenamente, em todas as suas partes.
Então, a onda da Verdade, propagando-se pela Espada da Verdade, ressonância do Verbo Um, será estabelecida.
Filhos do Um, a potência do Verbo cerca-os da transparência da Luz.
O Fogo do Espírito tornar-se-á sua Verdade e sua vivência.
***
Cada sopro, cada dia do seu tempo, verá aproximar-se o Fogo da Verdade, a Espada do Espírito.
Cada dia irá se romper o que deve sê-lo.
Cada dia irá conduzi-los a reencontrá-lo e a vivê-lo.
Cada dia será a ocasião inesperada de crescer, na Verdade, na Unidade e na Alegria.
Acompanhados pela Ronda dos Arcanjos, pela Ronda dos Anciãos, pela Ronda das Estrelas, pela Ronda dos Fogos presentes em vocês.
***
Filhos do Um, regozijem-se porque tudo foi cumprido, na Graça do Um, no Retorno, tal como lhes foi anunciado, tal como lhes foi prometido.
Seus olhos irão se abrir, então, inteiramente.
Como o Céu irá se abrir, por completo.
Como a Terra irá se abrir, na totalidade, à Luz Una.
Fogo do Espírito, Fogo da Verdade, Espada do Espírito e Espada da Verdade.
Que vem cortar tudo o que não é claro.
Que vem despertar tudo o que deve sê-lo e tudo o que pode sê-lo.
***
Eis meu Anúncio.
MARIA, dentro de alguns dias, irá completar este Anúncio, como o iniciou o Anjo METATRON.
Estejam na Alegria, na confiança, na esperança, na certeza e no Amor.
Acolham as palavras recentes dos Anciãos e, a vir, das Estrelas.
Elas irão ajudá-los no que vocês vivem porque ninguém pode trapacear com a Vibração.
Ninguém pode mentir-se com a Vibração.
Ninguém pode trapacear com a Consciência.
Cada sopro, cada dia, será a oportunidade de fortalecer a Graça e a Alegria da sua Presença e da Presença de vocês, fazendo-os ressoar em uníssono com o Canto do Espírito e com o Canto da Terra.
Então, a Ressurreição e a Libertação estarão bem presentes, não como uma esperança, não como um futuro hipotético, mas sim como a Verdade absoluta, se, é claro, vocês estão em concordância e se tal é sua Verdade, a vir e a instalar.
Nós iremos acolher toda alma, em seu caminho particular, e em sua Verdade particular, seja a Verdade do Espírito, ou que dele se afaste.
A Vibração não pode enganar e não pode nos enganar.
Tudo será claro.
Tudo irá se tornar transparente.
Tudo irá se tornar branco.
***
Filhos da Lei do Um, saibam que vocês são o Amor em sua expressão a mais perfeita, além das ilusões, além dos sofrimentos, presentes neste mundo e em seu confinamento.
Deixem falar o CRISTO, em vocês.
Deixem trabalhar a Luz, em vocês.
A Tri-Unidade, a Nova Aliança, Aliança de Fogo, realiza-se e termina por esse retorno à Alegria.
***
É na Luz, é na Verdade da Consciência Una, que vocês irão atravessar, com facilidade e certeza, esse desdobramento total da Luz e o retorno de KI-RIS-TI, chamando-os a viver o Fogo do Amor, o Fogo da Verdade e da Vida que é sua Essência.
Meu Fogo irá acompanhá-los, neste alinhamento, neste dia, tornando possível, para cada um, e para muitos, cada dia, a abertura, pela ponta da minha Espada.
Fogo da Verdade, purificando e elevando seu Coração para CRISTO.
As portas estão abertas.
Tudo pode ser cortado na Alegria.
Filhos do Um, Sementes de Estrelas, banhemos, juntos, neste instante.
No Fogo do Amor.
Na Água do alto.
Éter do Um.
***
Eu sou o Arcanjo Miguel.
Eu sou o Fogo da Fonte.
Príncipe e Regente das Milícias Celestes.
Amor e Verdade, no Coração e em CRISTO.
Eu permanecerei, com minha Espada em seu Coração, no momento do seu alinhamento.
Eu voltarei, no Verbo ressonante e no silêncio das palavras, nesse dia anunciado por METATRON, liberando Saturno.

Três dias antes da festa que me é dedicada, na segunda-feira, dia 26 de setembro, onde a cerimônia da União será celebrada (ndr: sua intervenção irá ocorrer, então, Vibratoriamente, ao mesmo tempo daquela de METATRON, na segunda-feira, dia 26 de setembro, às 11 horas da manhã [06h00 da manhã – hora de Brasília; 10h00 da manhã – hora de Lisboa]).
Miguel saúda vocês.
Até logo mais.
************
Mensagem do Bem Amado ARCANJO MIGUEL no site francês:
9 de agosto de 2011
(Publicado em 9 de agosto de 2011)
***
Tradução para o português: Zulma Peixinho

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