RETORNO

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

*IRMÃO K* - 3 de Dezembro de 2011 - AutresDimensions


 Eu sou IRMÃO K.
Irmãos e Irmãs, presentes na humanidade, eu apresento minhas saudações a vocês.

Eu venho exprimir uma série de elementos que são suplementares ao que eu pude trazer-lhes nas intervenções anteriores.
Minha intervenção se inscreve no contexto do que lhes deu Omraam Mikaël (ndr: O.M. AÏVANHOV) e referente ao Amor.
Isso se inscreve na sequência lógica da maior parte das minhas intervenções com relação a conceitos (que, eu espero, começam a ser-lhes familiares, agora), referentes à Liberdade, à Autonomia, ao conhecido, ao Desconhecido.
Eu vou falar, também (e isso completará o que eu exprimi), sobre o Fogo da personalidade, o Fogo do ego, e o Fogo do Espírito.
Desde que muitos Irmãos e Irmãs começam a viver estados de Consciência que parecem sair, eu diria, do ordinário (da fragmentação), é importante dar-lhes esses elementos, não tanto como elementos de reflexão mental, mas, bem mais, de reflexão da própria Consciência com relação a essa palavra essencial que é a palavra « amor ».

***


Este amor pode se exprimir de diferentes modos e todos nós o sabemos.
Se vocês bem o quiserem, para a clareza do que eu vou expor (através das minhas palavras e da minha Presença), nós tentaremos compreender o que pode existir como diferença entre o amor que se expressa em meio à personalidade e o Amor que se aplica em meio ao Estado de Ser.
Nós iremos, primeiramente, se vocês o desejarem, tentar apreender, de algum modo, o amor, no sentido o mais comum e o mais nobre, tal como ele é compreendido (vivenciado ou não), tanto por uma consciência humana como pela sociedade, em seu conjunto (e pela própria humanidade, eu diria, em seu conjunto), qualquer que seja a cultura, as religiões, a origem ou as concepções.

***


O primeiro princípio é compreender (e todos vocês sabem) que o amor é uma manifestação, quase constante, nos Universos, qualquer que seja a Liberdade desses Universos ou o confinamento desses Universos.
Não pode existir (como o especificava de novo A FONTE) qualquer vida, nem qualquer criação, possíveis, sem o amor e sem sua antítese.
Naturalmente, o amor é colorido, sempre, por um conjunto de elementos que pertencem, propriamente, a uma pessoa, que estão ligados, é claro (vocês podem imaginar) à sua educação, à vivência de seus primeiros relacionamentos e comunicações (em meio à sua família, aos seus irmãos, ao seu meio social, ao seu meio afetivo).
Logicamente, o amor vai se colorir, também, das diferentes experiências vivenciadas pela própria Consciência, em sua infância (em sua presença na encarnação), que são, eu diria, circunstâncias que vão favorecer ou constranger, de algum modo, a expressão do amor através das experiências vivenciadas (felizes ou infelizes) e, sobretudo, durante a primeira parte da encarnação.
Obviamente, em seguida, o amor vai se tingir de diferentes acepções que estão, diretamente, conectadas ao que é veiculado por um conjunto de crenças ou de morais (oriundas, elas mesmas, das religiões, oriundas, elas mesmas, dos sistemas filosóficos ou de pensamentos).
Este amor está presente, é claro, em todo ser humano, mesmo naquele que apenas manifestava seu contrário.

***


Evidentemente, o Amor que nós começamos a falar-lhes (e que corresponde à Luz Vibral) não é, absolutamente, possível de ser sobreposto ao amor existindo em meio à personalidade.
E, no entanto, este Amor, nós tentamos falar-lhes, agora (nós o fazemos, justificadamente, durante este período), porque, graças às experiências que vários de vocês começam a viver, vai se tornar cada vez mais fácil para vocês reconhecer o amor em meio à personalidade (e, então, oriundo do Fogo do ego), do Amor, não altruísta, mas do Amor Vibral, inscrevendo-se em meio à Unidade (que nada mais tem a ver com o amor que se exprime, de alguma forma, em meio à Dualidade).
O conjunto dos relacionamentos humanos pode se definir por uma dose (mais ou menos importante) que existe, de amor ou de não-amor.
Quantas religiões, quantas guerras, quantos desentendimentos (ou acordos) foram produzidos com o próprio princípio do amor?
Parecia, então, que essa palavra fosse indissolúvel e indissociável, na totalidade, de todas as esferas de expressão da vida, em meio a este mundo chamado de 3ª Dimensão.
Todos nós sabemos que o amor (que ele seja entre dois seres, entre dois povos, para com uma religião, para com uma filosofia) se elabora, constrói-se e evolui segundo certo número de sequências que podem ser diferentes, para cada ser, para cada sistema social, mas que vão, por assim dizer, traduzir-se por uma maior ou menor identificação (uma maior ou menor adesão) ao princípio e ao preceito do amor (exprimindo-se, tanto entre dois seres, construído através dos relacionamentos, chamados de laços da carne ou laços de convenções familiares, sociais, morais ou espirituais).

***


Este amor foi, também, denominado « condicional » por oposição a um Amor que seria, ele, « incondicional ».
Fica, então, pressuposto (e prefigurado, de alguma forma) que todo amor manifestado em meio à personalidade apenas pode se exprimir, se manifestar, através de certo número de condições.
Essas condições, elas são evidentes e caem sob o senso comum, a partir do momento em que, por exemplo, nós falamos do amor de uma mãe para com seu filho ou de um pai para com seu ascendente ou seu descendente.
Existe, portanto, um amor que está inscrito, de algum modo, em uma espécie de sentimento, em uma espécie de laço materno, afetivo.
Existem, também, é claro, relacionamentos de amor entre seres que não são oriundos do mesmo sangue e que, no entanto, se descobrem, através de uma reconexão ou de um reconhecimento (que este reconhecimento recorra a coisas invisíveis ou a coisas mais palpáveis, em todo caso, entre dois seres, como entre dois países ou entre dois indivíduos), de noções que eu qualificaria, de bom grado, de afinidades.
Na realidade, o amor vai se definir segundo certo número de afinidades ou de repulsões.
Todos nós sabemos, também, que este amor vai passar por uma série de etapas que não estão, sempre, no mesmo desenrolar e no mesmo sequenciamento, mas que vão resultar em modificações de percepções e de expressões do dito amor, gradualmente e à medida do que é chamado de tempo que passa.
Todos nós sabemos isso, por tê-lo vivenciado, em um dado momento ou em outro.
Há amores que, quando eles desaparecem, por um final trágico, como o falecimento de um próximo (e eu vivenciei isso, sendo jovem em minha última encarnação), é suficiente para revolucionar, totalmente, as concepções do amor, e representa um choque tão importante que ele leva a se colocar a questão, em sua própria Consciência, desses sentimentos e deste amor que desaparece e que, de um dia para o outro, nos escapa porque ele se torna invisível (não palpável, não manifestado), não dando mais acesso aos sentimentos, nem à comunicação.
Isso, todos nós sabemos.
E depois, existem, também, amores independentes do que é conhecido, palpável e apreciável (e que caem sob o senso comum) com relação, tanto às filosofias, como às espiritualidades (quaisquer que sejam).

***


O ser humano é um ser de amor, inegavelmente, mesmo em meio à sua personalidade, e é apenas uma falta de amor que vai se traduzir por comportamentos que poderíamos chamar de opostos ao amor (que isso seja o sofrimento, o ódio e mesmo a guerra), que são, de alguma forma, apenas um incompreensão do amor ou da relação.
O que é, evidentemente, bem visível, em meio a todo amor (qualquer que seja, manifestado nesse mundo), é que ele desaparece um dia ou outro, ou pelo desaparecimento do sujeito que é amado (em uma relação afetiva ou ligado à hereditariedade) ou, ainda, na adesão ou na não adesão a princípios, a filosofias, a regras morais ou a espiritualidades ou, ainda, a religiões.
Este amor é, então, uma afinidade que pode se traduzir, também, por uma forma de atração fazendo com que haja uma necessidade, uma vontade de querer, de qualquer modo, comunicar-se e trocar com o objeto ou com o sujeito que cai sob nosso amor, ou que é nosso amor.
Todos nós sabemos que essas relações evoluem por fases, mais ou menos cíclicas, mais ou menos reprodutíveis, que, em geral, terminam, de uma maneira ou de outra, pelo desaparecimento desse dito amor, mesmo se o amor, em certas formas de expressões românticas ou idealizadas, possa durar por toda uma vida.
Mas que pode dizer que este amor vai se encontrar em uma outra vida ou que pode dizer, ainda, que esta relação (que flutuou, em um tempo mais ou menos breve, mais ou menos longo) vai ser capaz de se estabelecer além do desaparecimento do ser amado ou da não adesão a uma religião (por exemplo, para um determinado indivíduo que mudaria de religião).

***


Entretanto, vocês hão de convir, o conjunto do amor, idealmente, é sempre concebido como invulnerável, indestrutível, eterno.
A personalidade é estruturada (como vocês sabem e como todos nós vivenciamos, em um momento ou outro) como algo que é efêmero, perfectível, e que é, sobretudo, levada a desaparecer, já que jamais a consciência da personalidade pode se estabelecer em uma duração que está além do nascimento e da morte.
Ora, o princípio do amor, tal como é veiculado pela própria consciência, em meio à personalidade, é sempre construído sobre a noção de durabilidade, sobre a noção de eternidade.
Coisa, evidentemente, que jamais pode ser já que ele estará, de todo modo, limitado pela experiência do nascimento e pela experiência da morte.
Podemos dizer, de algum modo, que este amor é um amor ideal, idealizado e cuja consonância, quer gostemos ou não, é sempre marcada, fundamentalmente, por um elemento denominado medo.
De fato, quem poderia pensar amar seu filho, seu pai, seu companheiro (como ele o ama), como havendo possivelmente um fim, como podendo desaparecer, em momento ou outro.
Todos nós passamos por episódios de luto, de perda, de abandono, que nos reconduzem à fragilidade do amor humano, tal como ele é expresso e manifestado (que isso seja através de dois seres, através de um filho ou um ascendente, que isso seja em um sistema social, qualquer que seja).
O amor é, portanto, condicionado, permanentemente, por algo que deve transcorrer em um determinado tempo e trazer, de qualquer forma, um alimento que é trocado (compartilhado), que permite (a dois seres, a duas situações ou a uma religião, em relação àquele que ali adere) um sentimento de satisfação, um sentimento, às vezes, de plenitude.
Mas que, ele também, vai flutuar no tempo, segundo os humores, segundo a possibilidade de se preencher, de algum modo, deste amor, de uma maneira ou de outra.
Este amor está, sempre, ligado (como eu expliquei), é claro, à ATRAÇÃO e à VISÃO (ndr: ver as colunas “protocolos a praticar / Reconstrução do Corpo de Estado de Ser”) (*).

***


O amor é uma ‘atração’, mesmo neste mundo, em todos os mundos.
Não pode ser de outra forma.
O amor está, evidentemente, condicionado a certo número de sinais que são, ou imaginados, ou pensados, ou reais.
E se exprimindo, essencialmente, pelos sentidos, que esse sentido seja o sentido amoroso, que esse sentido seja o sentido da carne ou, ainda, da adesão a rituais ou a crenças, quaisquer que sejam.
Este amor pode, também, se exprimir em uma plenitude, mas todos nós notamos que esta plenitude jamais é duradoura, e ainda menos eterna, porque ela passa, sempre, por uma satisfação ou uma insatisfação.
O grau de satisfação deste amor ou desta insatisfação está apenas ligado à manifestação (inconsciente, muitas vezes) de certo número de medos que nós podemos chamar, além da atração, de ‘apegos’.

***


Eu insisti longamente, em minhas últimas intervenções, sobre a Liberdade, sobre a Autonomia, sobre os princípios que são um pouco ao oposto, de certa forma, do que o ser humano, em meio à personalidade, chama de amor.
E, no entanto, será que há uma diferença fundamental entre o amor manifestado pela personalidade e o Amor manifestado, no sentido Vibral, ou no sentido do Coração?
Então, é claro, a linguagem atual emprega as expressões que recorrem ao coração como « ter coração » ou dizer que alguém não tem coração.

E, entretanto, será que é desse coração que nós falamos quando nós falamos do Coração, no sentido Vibral, no sentido do Si, no sentido da Unidade?
Vocês sabem muito bem que aqueles que fazem a experiência da Vibração do Coração jamais podem confundir (nem se enganar) o sentido e a qualidade do Amor que é vivenciado, porque o amor da personalidade jamais poderá ser assimilado ao Amor que se exprime em meio ao Estado de Ser, ao Si, à Unidade.
Então, realmente do Coração, não como o coração concebido enquanto princípio moral, mas em meio a um espaço Vibratório particular (alojado no peito) e se traduzindo por uma modificação, perceptível e completa, da Consciência.

***


Será que o amor da personalidade pode existir ou coexistir com o Amor do Estado de Ser?
De um conjunto de elementos que lhes foram dados, é evidente que isso é impossível, porque o amor da personalidade está ligado ao eixo ATRAÇÃO / VISÃO.
Ele está ligado ao Fogo do ego, ao Fogo da personalidade, traduzindo-se por uma necessidade de atrito, por uma necessidade de contato, por uma necessidade de visão, de atração, de provas, enquanto que o Amor que está situado (uma vez que a Porta Estreita é atravessada) ao nível do Coração, não tem necessidade de provas já que ele é, ele mesmo, sua própria fonte.

***


Dessa maneira, então, o amor, no sentido humano e pessoal, reflete-se por uma espécie de atração e de projeção a algo que é exterior, que isso seja o amor de Deus ou o amor de outro ser humano ou de um filho.
Evidentemente, no amor pessoal, existe uma enorme dificuldade para viver o outro, mesmo na empatia e no carisma onde é perfeitamente possível se colocar no lugar do outro, mas sem, no entanto, tornar-se o outro.
E, obviamente, não viria à mente de qualquer personalidade poder substituir (ou se tornar) aquele que amamos já que este amor apenas nasceu na visão e na atração do que é visto, é claro, no exterior de si, mesmo se este objeto, este sujeito nasceu no interior de si (eu penso, em particular, na relação mãe-filho).
Naturalmente, tudo isso é conhecido.
Tudo isso é perfeitamente reconhecido e perfeitamente viável, para todo ser humano, qualquer que seja seu caminho, qualquer que seja sua experiência, onde há a possibilidade de viver uma maior quantidade e qualidade de amor (em função de suas crenças, de suas mágoas, de suas esperanças, de suas experiências).

***


Existe, portanto, um contexto, por definição, pessoal, à expressão e à manifestação do amor, para um ser humano, em função de suas próprias mágoas, de seus próprios afetos, em suma, tudo o que faz o conjunto da personalidade.
Para muitos de vocês, nós começamos a falar de Luz Vibral.
Nós lhes falamos de Estrelas e de Portas, dos Novos Corpos, das novas estruturas que os levam a experimentar o Amor de outro modo onde não pode mais existir o menor apego, a menor, de qualquer forma, personalização.
Que esta personalização seja o objeto de uma idealização Interior, como de uma projeção exterior através de um ser amado, que isso seja um filho, um parente, uma relação ou uma religião.
Deste modo, passar do Fogo da personalidade (ou do amor pessoal) ao Fogo do Espírito, traduz-se por uma série de mudanças e de reversões que vêm, de algum modo, substituir a um amor por falta (atração), um amor que se estabelece, sobretudo, na ressonância, proporcionando, para os seres que o vivem, a capacidade para Comungar, além dos sentidos, além da carne, além das convenções, além das religiões, em suma, independentemente de toda história pessoal.
O Amor vivenciado ao nível do Coração torna-se, então (como nós lhes dissemos), uma Vibração.
E, sobretudo e antes de tudo, um estado de Consciência profundamente diferente que se manifesta, hoje, tanto mais facilmente, quanto se realiza, em vocês, o que foi chamado de Fusão dos Éteres, permitindo-lhes, de alguma maneira, sobrepor o amor da personalidade (ou expresso em meio à personalidade) e o Amor do Estado de Ser (expresso em meio ao Coração).

***


Do encontro desse Fogo do ego (e dos conjuntos das características da personalidade) com o Fogo do Amor (ou o Fogo do Espírito ou Fogo do Coração), traduz-se uma espécie de ‘alquimia’.
Esta alquimia se reflete, para a Consciência, por modificações da percepção, bem reais, bem concretas, do conjunto das manifestações afetivas e de amor.
Há, também, paralelamente a isso, a instalação (como vocês sabem, para aqueles que o vivem) de certo número de elementos, fazendo-os dizer que vocês realizaram a Alegria, a Unidade, a Visão do que está além da aparência (pela Visão Etérea ou pela Visão do Coração), levando-os a conscientizar, literalmente, um outro mecanismo da vida (aplicado e explicado, também, pelo Amor), mas que não depende mais de outra coisa senão de si mesmo.
Não em um amor egoísta (contrariamente a um amor altruísta), mas, sim, um Amor que é, de alguma forma, irradiado desde A FONTE, e manifestado, desde A FONTE (como a palavra que eu empreguei), que não tem mais necessidade de projeções, mas, que é, na totalidade, uma introjeção.
A diferença essencial vai se traduzir ao nível dos comportamentos.
Porque o amor pessoal tem sempre, subtendido, a noção de falta, a noção de medo da perda ou a noção de Abandono, enquanto que o Amor, vivenciado no sentido Vibral, satisfaz-se dele mesmo, não ao nível da personalidade, mas da qualidade deste Amor que vem, de algum modo (como vocês sabem), mudar a lei de ação / reação em um estado de Graça aonde o Abandono à Luz (a Renúncia à personalidade) vai se traduzir por uma maior fluidez na vida, por uma maior aceitação do princípio do Amor, não mais confinante, não mais limitante.
Este Amor era para vocês, então, Desconhecido.
E muitos de vocês, hoje, começam a viver isso e a torná-lo, de alguma maneira, um elemento conhecido e, sobretudo, um elemento de aprendizagem, permitindo distanciar (separar) o que é oriundo do amor da personalidade (ou em meio à personalidade) e do Amor em meio ao Estado de Ser ou à Unidade.

***


Assim, é claro, aquele que não vive o Amor, em meio à Unidade, sequer pode conceber o que é este Amor enquanto ele não o vivenciou.
Porque o amor da personalidade é a única coisa acessível aos sentidos, acessível ao afeto, acessível às emoções, acessível ao mental, mas, também, acessível à carne (ou, ainda, à estrutura causal quando se trata de uma relação amorosa), exibindo, de algum modo, os indivíduos que, no passado, tiveram um relacionamento (qualquer que seja).
Hoje, reproduz-se um relacionamento com uma sensação de já ter visto [“déjà vu”], de já ter conhecido, de reconhecimento e de reconexão.
O Amor Vibral nada tem a ver com isso porque a diferença essencial, como eu disse, é que este Amor Vibral se inscreve no contexto de uma introjeção onde não há mais necessidade de qualquer projeção, no exterior de si, de um amor idealizado ou romântico.
O Amor Vibral se basta, por assim dizer, a ele mesmo.
Ele não é, no entanto, egoísta.
Ele é o altruísta o mais total porque ele é Doação e Abandono, contrariamente ao amor condicional, expresso pela personalidade, mesmo quando ela exprime certa forma de altruísmo.
A diferença, como vocês sabem, encontra-se nos comportamentos e, sobretudo, na Vibração.

***


Todos nós conhecemos o amor, em meio a uma perda: quando um ser querido desaparece, nós experimentamos agonia, medo, tristeza, depressão, traduzindo-se por percepções corporais extremamente específicas.
Do mesmo modo, quando nós reencontramos um ser que nos é caro e que nós amamos (de maneira mais privilegiada, eu diria), qualquer que seja esta relação (entre pessoas ou em relação a uma religião ou em relação a um filho), há uma espécie de arrepio superficial, uma energia que se põe a circular (e, mesmo, no peito), que estritamente nada tem a ver com a Vibração do Coração e com o Fogo do Coração.
 Esta vibração (esta pele arrepiada, este estremecimento) traduz a reconexão ou o reconhecimento, em meio à personalidade, de uma estrutura ou de um indivíduo que foi amado anteriormente, ou reconhecido, nesta vida.
O Amor Vibral não tem o que fazer de qualquer projeção exteriorizada.
O Amor, no sentido Vibral, é um estado de Consciência que se basta a ele mesmo.
Agora, aquele que vive isso, vive a Vibração do Fogo do Coração e se torna, por ele mesmo, em seu estado de Ser, uma irradiação de Amor que modifica o espaço-tempo, que modifica o ambiente, que modifica, até mesmo, a vida da personalidade.
Porque, a partir do momento em que esse Fogo do Coração (pela Fusão dos Éteres ou pela instalação do Fogo do Coração pela Coroa Radiante) ocorre, em vocês, é que vocês começam a ter percepções, cada vez mais claras, cada vez mais lúcidas, além dos sentidos, além de toda intuição e de toda visão (diretamente pela Visão Etérea, diretamente pela Visão do Coração), da realidade do que é o Amor: independente de toda projeção, independente de toda personalização e, sobretudo, independente de toda condição.

***


Existe um princípio de vasos comunicantes (isso são as palavras que lhes foram dadas) entre o amor pessoal e o Amor do Coração, mesmo se, evidentemente, a personalidade vai chamar de « amor » o que, para ela, representa, de alguma forma, o Amor.
Mas, a representação do amor, no sentido da idealização, no sentido, até mesmo, da relação e da comunicação (mesmo a mais harmoniosa) entre dois seres (entre um pai e um filho, por exemplo), não pode ser, em caso algum, o Amor, no sentido Vibral.
Porque, justamente, existe um laço, que esse laço seja da carne, que esse laço seja kármico, que esse laço seja ligado, tão simplesmente, à projeção exterior do amor.
O Amor é uma Irradiação, no sentido Vibral.
Não é, em caso algum, uma projeção.
Ele confere o que nós chamamos de Alegria, de Samadhi, de Paz, de serenidade, com diferentes expressões (dificilmente traduzíveis no idioma francês) como Sat Chit Ananda ou, ainda, Maha Samadhi.
Jamais uma relação amorosa entre duas pessoas poderá fazê-los viver o Samadhi.
Somente alguns seres foram capazes, em um momento de sua vida, de se extrair de sua personalidade, na totalidade, que isso seja por uma forma de tensão para a Luz ou de tensão para o Abandono (como exprimiu HILDEGARDA DE BINGEN) ou, ainda, este Amor indizível que animava outras estrelas, como GEMMA ou, ainda, SANTA TERESA.
É extremamente difícil, para o comum dos mortais (que nós somos e que nós fomos), poder, de qualquer modo, identificar-se a esta tensão.
Muitas vezes, o Amor Vibral vai nascer de um encontro que está além de um encontro exterior.
Mas é bem mais um encontro Interior que vai expressar, ou a ocasião de um sofrimento (a perda de um ser querido), ou a ocasião de uma dor ou, ainda (como lhes disse SRI AUROBINDO) a ocasião do ‘choque da humanidade’, ou seja, a Fusão dos Éteres ocorrendo ao nível dos corpos, não mais somente no céu, não mais somente na Terra, mas sobre o conjunto da Consciência da Terra e das Consciências que ali são apoiadas e sustentadas.

***


Existe, então, uma diferença fundamental: é que o Amor, no sentido Vibral, é suficiente em si mesmo.
O que não significa que convém, naquele momento, separar-se de quem quer que seja ou do que quer que seja.
Mas, toda relação (toda comunicação) torna-se transcendida, não por uma vontade de idealização, não por uma vontade de bem, mas porque, tão simplesmente, a relação não acontece mais em uma relação de dois objetos separados, mas Unificados (ou de duas Consciências separadas, mas, sim, Unificadas) pelo princípio da Comunhão, da Graça, tal como lhes foi dado pela Nova Aliança.
Vocês têm, então, a possibilidade, hoje (bem maior do que desde algum tempo) de perceber a diferença, pela sua Consciência, do que é o Amor Vibral e do que é o amor pessoal.
Obviamente, a Consciência que se estabelece em meio ao Amor Vibral vai ampliar e transcender suas próprias relações, vivenciadas em meio ao amor pessoal, não para se libertar (ou se liberar ou romper o que quer que seja), mas, bem mais, para iluminar a relação, bem além de todo laço, bem além de toda condição.
Ou seja, para permitir, naquele momento, viver, por intermédio do Amor Vibral, a Liberação de todo laço e, então, aproximar-se da Liberdade, aproximar-se do Desconhecido e viver a Autonomia e a Liberdade.

***


Será que isso significa que não há Autonomia e Liberdade em meio a uma relação pessoal?
Isso está perfeitamente correto.
Porque, se o ser humano é honesto com ele mesmo, independentemente do grau de satisfação de uma relação, qualquer que seja (ainda uma vez, mesmo a mais harmoniosa, a mais feliz, a mais autêntica, no sentido da personalidade), ela jamais substituirá a Comunhão que pode ser vivenciada, de Coração a Coração, além de todo laço.
Dessa maneira, então, quando o CRISTO veio, Ele lhes disse que vinha libertá-los da carne.
Ele o ilustrou, aliás, sobre a Cruz, através dessas palavras, que ele dirigiu a MARIA, referindo-se àquele que era, naquele momento, São João, dizendo a ele e a Ela: « Mãe, eis teu filho. Filho, eis tua mãe ».
O que isso significava?
Seria uma transferência de laço?
Absolutamente não.
Era uma transferência do amor pessoal, em meio ao Amor Vibral, pela vivência do Espírito Santo.

***


A descida do Espírito Santo (ou a polaridade feminina, se o podemos dizer, d’A FONTE, expressa por diferentes termos, e como Ela se apresenta, sobre a Terra, desde agora uma geração), é o elemento motor, de qualquer forma, que iniciou a Passagem do amor pessoal ao Amor Vibral.
Esta Passagem, hoje, está inteiramente realizada para aqueles que o vivem (está em via de realização para aqueles que não o vivem ainda).
Porque, lembrem-se: a única maneira de poder conscientizar a diferença entre o amor pessoal e o Amor Vibral é, evidentemente, viver o Desconhecido, a fim de que isso se torne, para vocês, um campo de experiências conhecido.
Vocês não podem se tornar Autônomos, vocês não podem se tornar Livres, enquanto o Fogo do Coração, enquanto o Amor Vibral não está instalado.
Não pode existir a verdadeira Autonomia, efetivamente, enquanto existe o menor laço situado ao nível da personalidade.
Isso, naturalmente, presume, não uma separação de quem quer que seja ou do que quer que seja, mas, sim, uma revolução interior, levando a reconsiderar os relacionamentos e a substituí-los por uma Comunhão.
Esta Comunhão, que ela seja entre um pai e um filho, entre um indivíduo e outro indivíduo, passa das palavras.
Ela passa dos sentidos.
Ela passa dos comportamentos já que é, justamente, algo que transcende a personalidade, a partir do momento em que os seres que estão nesta ressonância, vivem, eles mesmos, sua própria Comunhão Interior à sua Liberdade, à sua Autonomia, permitindo, então, uma troca (que não é mais uma troca, mas uma identificação) onde o outro se torna, na totalidade, si.
E onde o um se torna o outro, e o outro se torna o um.

***


A partir do momento em que a Vibração do Coração é ativada e se instala em uma forma de permanência, torna-se cada vez mais difícil, de algum modo, confundir o amor pessoal e o Amor Vibral.
Como vocês sabem, um é confinamento, outro é Liberação.
Evidentemente, as próprias leis deste mundo (que foram, como vocês sabem, falsificadas) através do eixo ATRAÇÃO / VISÃO, vieram substituir o Alfa e o Ômega, ou seja, AL / OD (ou o Fogo do Espírito) por um Fogo da personalidade.
Este Fogo da personalidade inscreve-se em uma noção de ‘limites’.
Esses limites se expressam, tão naturalmente, em meio ao amor pessoal: vocês têm sua mulher, seu marido, seu filho.
Mas o marido de uma não é o marido da outra, e tudo é recíproco.
Um filho que considera que seus pais são seus pais, jamais irá chamar um outro casal de « papai » e « mamãe ».
Esses são, em certa medida, os próprios princípios que associaram o princípio da Ilusão, através dos laços (da hereditariedade, da carne e do sangue, os laços afetivos), exprimindo-se ao nível de memórias de ressonâncias ditas kármicas ou emocionais ou mentais.
Assim, cada sistema social, cada indivíduo, exprimindo-se e criando leis, através da personalidade, dos comportamentos (morais ou imorais), vai fundamentar-se nesta noção do amor e da própria falsificação do amor.
O que não quer dizer, ainda uma vez, que o amor não existe, mas que este amor é condicionante, confinante, limitante e os impede, por ele mesmo, de viver a Autonomia e a Liberdade.
Compreendam bem o sentido de minhas palavras.
Não é se liberando de qualquer laço que seja (decidindo romper o que quer que seja ou com quem quer que seja) que vocês irão encontrar o Amor Vibral.
É, sim, Vibrando e passando no Amor Vibral do Abandono e da Renúncia que vocês irão permitir a uma relação evoluir no sentido de um amor pessoal, de um Amor mais altruísta porque vivenciado, realmente, no Coração (e na Vibração) e não mais nas concepções da carne, da moral, da sociedade na qual vocês estão ou, ainda, da adesão a princípios filosóficos, espirituais ou morais.
A experiência da Vibração é aquela que é capaz de fazê-los, não compreender, porque isso estritamente de nada serviria.
Vocês podem compreender a Unidade enquanto conceito sem, no entanto, vivê-la.
Vocês podem reivindicar a Unidade enquanto conceito sem, no entanto, vivê-la.
Porque a Unidade, como vocês sabem, está além do bem e do mal.
Ela está além do princípio de Atração e de Visão e se situa no eixo retificado AL / OD (ou seja, Alfa e Ômega) e se inscreve em uma retidão que nada tem a ver e que não é absolutamente tributária de qualquer regra social, moral, afetiva, hereditária ou kármica.
A Liberdade é a esse preço.
E é com o que vocês são confrontados, Interiormente: a Passagem da projeção de um amor pessoal à introjeção de um Amor que é a Verdade Vibral e que é a Luz.

***


Naturalmente, como vocês sabem, todo ser humano que se volta para a espiritualidade reivindica a Luz e reivindica o amor, como um estado de ser que vai poder se manifestar através do conhecimento exteriorizado.
O Amor não é um conhecimento exterior.
O Amor Vibral é um estado de Ser que se manifesta pela Vibração e pela própria Consciência que vem pôr fim à Ilusão de todos os apegos, sem qualquer exceção.
Viver a Liberdade e viver a Autonomia, viver o Amor, no sentido Vibral, necessita não mais estar apegado ao que quer que seja, não mais ser identificado ao que quer que seja, nesse corpo.
Isso significa estar, plenamente, nesse corpo a fim de viver a Liberação.
Ou seja, que naquele momento, não pode ali haver qualquer confusão entre o Amor manifestado e Vibrado, no Coração, e o amor da personalidade.
Porque, em meio ao Coração e à Vibração do Coração, manifesta-se o Amor, no sentido Vibral, que torna livre, que liberta e que mostra, realmente, o que é um amor limitado (contrariamente ao Amor Ilimitado vivenciado no Coração) porque o Amor Ilimitado (o Amor Vibral) jamais irá depender de qualquer circunstância deste mundo.
Então, é claro, aqueles que não vivem isso e que não estão inscritos no contexto da Vibração, mais ou menos permanente, do Coração, vão justificar o amor da personalidade por um lado que todos vocês conhecem, que se chama « o salvador »: ou seja, aquele que vai querer agir para o bem do outro.
Não há nada pior do que aquele que deseja agir para o bem do outro porque ele se coloca, ele mesmo, sob o princípio da Dualidade.

***


A Unidade Vibral e o Amor, ao nível do Coração, não têm o que fazer desta ‘vontade de bem’, não têm o que fazer desta ‘luta contra o mal’, porque eles se situam, de maneira definitiva e irremediável, além desta oposição, além deste antagonismo, além de todo laço e além de todo apego.
Naquele momento (uma vez que o Supramental, como irá explicar-lhes SRI AUROBINDO, penetrou suficientemente as Coroas Radiantes, o corpo e a Consciência, assim como os corpos sutis), o ser começa a manifestar a Liberdade e a Autonomia, renunciando, e se Abandonando, e atravessando a Porta Estreita.
Naquele momento, os Quatro Pilares (tais como lhes foram dados: do Coração), tornam-se a evidência da instalação em meio ao Coração (ver a coluna “protocolos a praticar”) (**).
Não pode existir Amor Vibral sem Humildade.
A Humildade consiste em nada ser, sobre este mundo, para ser tudo, no outro mundo, como o exprimiu, à sua maneira, o Mestre PHILIPPE.
Vocês não podem estar na Unidade e estar na Dualidade.
Vocês não podem ser Transparentes e ser opacos ao Amor de todos os seres humanos da Criação.
Vocês não podem estar na Pobreza (no Caminho da Infância) enquanto vocês reivindicam qualquer intelecto, qualquer controle ou mestria do seu próprio afetivo, da sua própria vida ou da vida de quem quer que seja.
Na realidade e em última análise, existe uma total oposição e um total antagonismo entre o amor pessoal e o Amor Vibral.

***


Entretanto, o Amor Vibral deve se confrontar, pela transmutação da Passagem da Porta e da Ressurreição (pelo princípio da Fusão dos Éteres, vivenciado ao nível do corpo), com o amor da personalidade.
E, através desta confrontação (que é mais uma forma de alquimia, uma forma de iluminar, uma forma de Revelação), vai se viver, pouco a pouco, o que vocês chamam (o que nós nomeamos, com vocês) de Translação Dimensional ou Ascensão, que não é nada mais, em última análise (agora que vocês começam a vivê-lo), senão a etereação do seu próprio corpo e da sua própria Consciência, assim como do corpo da Terra.
Este mecanismo de etereação do planeta, assim como seu próprio desaparecimento, enquanto lagarta, acontecem nesse momento mesmo.
Muitos de vocês vivem as primícias, ou seja, um desaparecimento de toda consciência pessoal (podendo, aliás, trazer problema), um desaparecimento de todo amor pessoal e de todos os laços, fazendo-os penetrar no Amor Vibral onde tudo é Liberdade, onde tudo é respeito e restituição da Liberdade de cada um e de cada ser.

***


Respeitar o outro é deixá-lo Livre.
Respeitar a sociedade é não interferir em uma sociedade dual.
Isso não quer dizer deixar, entre aspas, « apodrecer as coisas » ou, ainda, degradar uma situação, mas é tomar consciência de que, enquanto vocês agem em um sistema que é desejado para a Dualidade, vocês não podem instalar qualquer Unidade.
Viver o Amor Vibral não pode tirar o melhor partido de qualquer amor pessoal.
Evidentemente, isso não é algo que convém aceitar, enquanto princípio.
É algo que convém viver e que culmina, necessária e obrigatoriamente, nesta mesma conclusão: eles não podem coexistir.
Eles podem se confrontar, transmutar-se, alquimiar-se.
Pode ocorrer um processo de Fusão dos Éteres, ao nível da célula, pela descida do Supramental (eu deixarei SRI AUROBINDO exprimi-lo), mas deve se tornar cada vez mais evidente que vocês não podem ser um e outro.
Entretanto, mais uma vez, a relação pessoal tornar-se-á transmutada pela relação do Amor Vibral, que não é mais uma relação nem uma projeção, mas, sim, uma introjeção correspondendo, assim, ao que nós lhes dizemos quando nós estamos no Interior de vocês.
Quando um Arcanjo ou um Ancião lhes diz que estamos no Interior de vocês, isso não é uma invenção da imaginação.
Isso não é uma projeção.
Isso não é uma quimera, mas, sim, uma realidade Vibratória.
Ou seja, quando vocês tomam consciência de que seu filho, de que o conjunto da sociedade, de que o conjunto da humanidade (amigo como inimigo, amado como não amado) encontram-se no Interior de vocês, vocês não poderão, evidentemente, mais entrar em qualquer amor pessoal.
Vocês permanecerão no Amor Vibral que irá lhes conferir a Alegria, na totalidade.
E esta Alegria irá aumentar, gradualmente e à medida de sua aceitação do que foi denominado este Abandono à Luz e esta Renúncia.

***


Enquanto vocês quiserem expressar ou manifestar o amor, isso será apenas o reflexo da personalidade.
Se o amor escapa de vocês, naquele momento, isso não é mais uma projeção, mas, sim, uma introjeção.
Vocês Irradiam.
Vocês difundem.
Mas, esta Irradiação e esta difusão, vocês tomam consciência de que não são voltadas para outra coisa que vocês mesmos, mesmo sendo o objeto de uma Comunhão entre duas pessoas.
Na realidade, amar o outro é amar-se a si mesmo.
Mas se amar a si mesmo, não é um amor no sentido pessoal.
É um estado de Vibração que confere a Alegria, a Liberdade, a Autonomia total.
É somente naquele momento que vocês poderão decidir, conscientemente, estabelecer-se, de maneira constante e cada vez mais importante, neste Amor Vibral.
Dessa maneira, portanto, o Amor Vibral vai obrigá-los, de algum modo, a desprender-se de todos os conceitos errôneos de todas as transposições do amor, em relação com as mágoas ou com os contentamentos que vocês podem experimentar, em relação a um ser humano, a um sistema social, a um sistema moral, espiritual ou religioso.
Vocês irão compreender, como eu disse em minha última vida, que não existe, para a Liberdade, caminho conhecido.
Que, para viver a Liberdade, não é preciso ser dependente de qualquer crença.
Porque, enquanto existe a menor crença, vocês não são Livres porque a crença (e mesmo no amor, idealizado, de uma religião ou de um salvador exterior ou de um deus qualquer) apenas reflete a incapacidade para viver a plenitude e apenas reflete um vazio Interior referente ao objeto desta projeção do amor para o exterior.
Há apenas muito raros casos onde esta projeção pôde ser vivida com uma tensão para o Abandono, como eu disse anteriormente.

***


Assim, todos nós somos tributários de relacionamentos que nós podemos dizer condicionais, e eles são condicionados, ainda uma vez, pela educação, pelos laços da carne, do sangue, pela experiência em meio à personalidade e em meio à alma.
Mas a alma jamais será o Espírito.
Isso, eu expliquei.
O Fogo da alma, sobre este mundo, está exclusivamente voltado para a matéria.
O Fogo da alma não conhece o Espírito, pelo menos enquanto não há inversão e Reversão do Triângulo Luciferiano (ou fazendo passar do Fogo da personalidade ao Fogo do Coração), enquanto não há Passagem da Porta Estreita, pela terceira vez, permitindo estabelecer-se no Coração.
Que é, eu os lembro: Liberdade, Autonomia.
Que é Desconhecido.
Que é, sobretudo, satisfação permanente e perpétua (não dependendo de qualquer relação efêmera), principalmente, não dependendo de qualquer humor, de qualquer afeto, de qualquer mental, de qualquer concepção e, sobretudo, de qualquer crença.
O Amor Vibral torna-os Livres e vocês se tornam fortes porque, justamente, não dependente de nada do exterior e, sobretudo, de uma projeção da Consciência no exterior.
O Amor Vibral torna-os fortes porque vocês irão considerar (porque vocês o vivem) que não há diferença e que não há necessidade de qualquer projeção deste Amor para um exterior que apenas existe na Ilusão da consciência deste mundo.

***


Realizando o Amor Vibral, vocês se aproximam (como isso foi dito por vários Anciãos e por várias Estrelas) do que nós denominamos Alegria, do que nós denominamos Samadhi, da Paz Eterna.
Se vocês raciocinarem bem e se vocês compreenderem bem, além do mental, as relações (quaisquer que sejam, no sentido pessoal) são sempre condicionadas pela sua própria possibilidade de desaparecimento, que isso seja uma relação de casal, de pai a filho, em um sistema social, em uma sociedade ou em não importa o quê.
O que não é o caso desde que vocês passam em meio e ao sentido do Amor Vibral, pela percepção da Vibração, e pelo estabelecimento da Consciência neste estágio particular da Consciência.
Como vocês sabem, as emoções se manifestam no plexo solar.
Uma perda vai se manifestar na garganta.
O corpo vai ressoar e manifestar o que está em relação com o sofrimento, vivenciado no plano da alma e no plano do que é chamado de psicologia.
Aquele que realiza o Espírito não pode ser afetado, de forma alguma, por um estado emocional, por um estado mental.
Então, é claro, para alguns, isso vai se estabelecer progressivamente e, para outros, isso vai ocorrer de um único golpe, porque cada um é diferente no seu processo de integração do Amor Vibral, permitindo-lhe passar de um ao outro e se estabelecer, finalmente, na Vibração do Coração, ou seja, na Unidade e no Si.
A experiência que vocês estão prestes a fazer, individual e coletivamente, leva-os a reencontrar o Amor, não mais como um Fogo pessoal, mas, sim, como o Fogo da Luz, vindo assumir seu lugar e os devolvendo ao seu próprio lugar.

***


Existe uma diferença essencial, mesmo ao nível das percepções ditas espirituais.
Eu os remeto, para isso, ao que disse NO EYES, sobre o 3º Olho, sobre a visão do 3º Olho e a Visão do Coração (***).
Podemos, também, falar, novamente, de diferenças ao nível dos sentidos.
Efetivamente, no sentido do astral (ou seja, da personalidade), a visão espiritual do 3º Olho remete-os a mundos extremamente coloridos (extremamente físicos, de algum modo), mesmo estando situados no plano astral.
Ao passo que desde que vocês penetram a Fusão dos Éteres, do seu próprio Éter, desde que vocês passam as Portas do Coração e que vocês se estabelecem, de maneira quase permanente, na Consciência Vibral e no Amor Vibral, existe apenas uma Consciência que não está mais limitada, nem por esse corpo, nem por qualquer corpo.
Vocês estão, naquele momento, na Luz Branca, e o que vocês veem, pelos seus olhos (como quando vocês viajam no Estado de Ser), é apenas a Luz Branca.
Esta Luz Branca não é uniforme, mas, no entanto (e isso é dificilmente exprimível pelas palavras), quando vocês penetram esses mundos, vocês sabem que vocês penetram as Moradas da Eternidade, porque há numerosas Moradas, mas todas essas Moradas, presentes em meio à Luz Unificada, não possuem coloração no sentido em que vocês o entendem.
O som do astral não é o Som, tampouco, nem a Música das esferas.
A Música das esferas, que acompanha o Samadhi, nada tem a ver com a música do astral associada ao 3º Olho.

***


Tudo isso, é claro, não me cabe desenvolvê-lo.
Cabe-me, por outro lado, dizer-lhes que lhes é, hoje, fácil (e lhes será cada vez mais fácil) de distinguir, pela experiência, o que é o amor pessoal do que é o Amor Vibral.
Esta confrontação, esta Fusão dos Éteres (que vocês têm a oportunidade de viver antes do momento coletivo da humanidade), leva-os a posicionar-se, e, evidentemente, não pode ali haver dúvida quanto ao posicionamento.
Somente o mental vai tentar interferir para dizer-lhes que isso não é verdadeiro, para dizer-lhes que, se vocês se estabelecerem nesta Luz Vibral e neste Amor, vocês irão perder todos os amores que constituem suas relações, seus afetos e seus laços.
Não.
Eles vão, simplesmente, se transformar por uma maior Liberdade, por uma maior Clareza e pela capacidade, também, pelo que vocês se tornaram, para transformar seu ambiente, sem nada desejar, sem nada pedir, mas, simplesmente, pelo que nós chamamos de sua Presença.
O Amor Vibral é transformador, por si mesmo, mesmo em meio às relações limitadas da personalidade.
É o próprio princípio da Inteligência da Luz que é Graça e que não tem o que fazer de sua intervenção, em meio à personalidade.
Hoje é preciso colocar-se a questão: « o que é que vocês querem ser? » e « o que é que vocês querem fazer? ».
« Será que vocês querem buscar uma luz no exterior, ou através de um conhecimento, ou será que vocês querem se estabelecer na Luz Vibral que é Unidade, Simplicidade? ».

***


A Porta posterior do Coração, denominada KI-RIS-TI, deu-lhes, para muitos, os meios de estabelecer-se (de maneira muito mais direta) no Coração, incitando-os, de alguma forma, pela Espada de MIGUEL ou pela Espada de METATRON (como eles mesmos dizem), a estabelecer-se, ainda mais, no Coração, e a se afastar de tudo o que é limitante, de tudo o que é condicionante, não por qualquer ação da vontade própria que é a sua, mas, bem mais, pela ação direta da Luz.
Ela própria, levando-os (pela Irradiação e pela Fusão dos seus próprios Éteres) a recolocarem-se, permanentemente, sem o desejar, segundo o princípio da Graça, da Abundância, da Serenidade, da Paz e da segurança (não aquela ilusória, ligada a uma condição material ou afetiva, mas, bem mais, ligada ao seu próprio estado de ser), porque é em meio a este estado de Ser que não pode existir a menor falta.

***


Eis as algumas palavras que eu tinha para dar a vocês e para trazer à sua reflexão e à sua Consciência, não tanto para fazê-los interrogar ou compreender, mas, mais, para verem o que vocês estão prestes a viver ou não viver.
Muito queridos Irmãos e Irmãs, na humanidade encarnada, eu rendo Graças pela sua Presença e pela sua escuta atenta.
Eu os convidaria a reler essas palavras, além da própria Vibração da minha Presença, a fim de situá-los, não intelectualmente, mas, bem mais, pela sua própria Vibração.
Lembrem-se de que o Amor Vibral é evidência, de que o Amor Vibral é Luz, de que o Amor Vibral não é o amor pessoal, mas que vem transcendê-lo, transformá-lo, liberá-lo e torná-lo autônomo.
Eu lhes digo até dentro de alguns minutos.
No Amor.

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Mensagem no Venerável IRMÃO K no site francês:
3 de dezembro de 2011
(Publicado em 4 de dezembro de 2011)

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Tradução para o português: Zulma Peixinho


PORTAIS DE TRANSFORMAÇÃO: O CAMINHO DE CASA







PORTAIS DE TRANSFORMAÇÃO: O CAMINHO DE CASA

É importante perceber que estamos entrando agora num período no qual grande parte das fundações de energia estão sendo assentadas. Grande parte do formato, das novas diretrizes dos séculos vindouros estão sendo agora estabelecidos neste planeta e ao redor deste sistema solar e de todas as formações galácticas nesta época presente.



Então, trata-se de um trabalho muito poderoso que todos estão realizando. É um trabalho belíssimo que todos estão produzindo. É trabalho de grandeza e cura. Nenhum de vocês percebe como é grandioso o trabalho que estão realizando agora. Vocês, em essência, são os pioneiros deste novo caminho.


Vocês estão assentando os alicerces para as novas formas de ser que estão chegando, não apenas a este planeta, como também a todo este aspecto da criação. Haverá muitos novos planetas formados e muitos novos lugares criados, nos quais seres como vocês viverão. Haverá muitas novas formas nascendo. Vocês estão preparando o caminho para que isso aconteça. Vocês estão pavimentando a estrada na qual outros poderão caminhar.



Muitos testemunharam as mudanças que ocorrem nesta Terra e neste sistema solar. As mudanças que estão se passando com seu Sol estão propiciando novas direções. Haverá mudanças na freqüência dimensional, mudanças nas maneiras de se trabalhar com energia, e também haverá mudanças fisiológicas nesta freqüência dimensional.



Incentivamos vocês a realizar com tranqüilidade essas mudanças de vida que estão atualmente acontecendo e saibam que não se trata apenas de uma futura modificação na consciência, mas também mudança na forma de energia física deste seu planeta Terra. Desejamos que vocês saibam que no tempo vindouro, de muitas formas, vocês verão as mudanças que vocês estão trazendo nesta direção, esta nova maneira de ser.



As mudanças que acontecem no nível físico são apenas algumas das mudanças realizadas. Este planeta está mudando sua freqüência vibratória, abrindo-se a novos padrões de transferência. À medida que esses padrões se manifestarem, vocês verão mais do que consideram ascensão ou mudanças de grupo em relação à consciência. À medida que as muitas diferenças se manifestarem nesta época, muitos portais se abrirão. Eles serão centros diferentes de energia nos quais ocorrerá a transferência de freqüências físicas a outras freqüências vibratórias.



Haverá diferentes períodos nos quais certos portais ficarão abertos. Haverá diferentes períodos nos quais a experiência de ascensão estará acontecendo. É por meio desta experiência que muitos compreenderão que algumas das diferentes afirmações transmitidas por intermédio dos ensinamentos de outros ao longo de muitos séculos apresentam validade.


À medida que estes portais começarem a se manifestar, muitos seres serão atraídos a certa área do planeta, em busca de formas diferentes de realizar o trabalho que vieram para cá fazer. Neste momento esses portais se abrirão. Os projetos que eles têm recebido começarão a se manifestar, e alguns estarão vibrando a uma freqüência diferente.



Eles simplesmente residirão numa outra vibração neste planeta. Parecerá aos que ainda estão aqui nesta freqüência que eles desapareceram, mas, em essência, eles estarão no mesmo espaço, porém vibrando a uma freqüência diferente.


Os que tiveram projetos que desejam realizar, projetos de cura em grupo, de cura da consciência de seres diferentes em dimensões diferentes, ou outros projetos que vieram realizar neste planeta, conseguirão então levá-los a cabo. Cada pessoa que estiver aberta às energias que estão chegando veio por uma razão.



Algumas vieram ajudar na transformação, êxodo e reconfiguração em massa vindouros. Outras vieram para cá como seres de outros tipos de consciência de grupo para gerar mudanças em seus mundos, suas arenas de existência. Haverá muitos seres que tomarão consciência de quem são e do que vieram fazer dentro dos próximos três anos.


Muitos dos que vieram nesta forma física são de mundos que receberão orientação e assistência em sua transformação, utilizando as formações de energia que estão chegando neste planeta e concentrando-as por meio desses portais que começam a se abrir. Muitos desses seres serão considerados extraterrestres. Trata-se simplesmente de seres que assumiram forma física, mas apresentam fonte diferente.



Vieram especificamente com a consciência da sua outra fonte, uma fonte da qual atualmente têm conhecimento ou que se abrirá a eles. Então eles saberão que trabalho vieram fazer e por que são atraídos às áreas desses portais ou aberturas de formações de energia. Isto ocorrerá no alvorecer deste novo século.


Também haverá os que estão simplesmente desfrutando a experiência de estar aqui neste planeta neste momento e passando por esta mudança e esta transformação. É importante saber que este planeta e lugar, este aspecto adorável de semente estelar que cresce aqui há muitos, muitos séculos, está aqui para ser um ponto de grande concentração de energia. A partir deste planeta, muitos serão afetados em muitas galáxias e muitas dimensões que sequer podem ser percebidas nesta época.



Há muitos tipos de seres andando por este planeta. Alguns grupos estão aqui há séculos; alguns acabaram de chegar. Alguns entre vocês sentirão que este planeta é retrógrado, não é humano, não está expressando aquela consciência divina de Deus, aquele aspecto de unidade, verdade e harmonia ligados a pensamentos sobre Deus e divindade. Agora muitos estão tomando consciência de que embora haja muitos aspectos não evoluídos neste planeta, ele constitui uma fonte de grande energia e poder neste processo de transformação que está ocorrendo.


Há muitas pessoas que começam a despertar e perguntar qual é o seu trabalho, sua missão, o que vieram fazer aqui? Por que estão aqui? Com o encerramento deste ano, essas informações ficarão claras para elas de muitas formas. Esses seres virão ver quem eles são e o que vieram criar aqui. São emissários, mensageiros, seres que realizarão o trabalho de seu planeta natal ou fonte original.



Eles criarão as metas e necessidades desta área, e quando elas forem criadas haverá muitos modos diferentes de produzir o trabalho que está sendo executado. Todos desejamos ter certeza de que eles fazem parte desta mudança, desta transformação, e que podem desincumbir-se de sua parte.


Alguns despertarão para sua missão com tranqüilidade. Outros experimentarão, no estado de sonho, uma religação com outro lugar, mundo, consciência e tempo. Para alguns, isso talvez seja desagradável, confuso ou estranho. Muitos despertarão para suas conexões intergalácticas, despertarão para quem realmente são.



Primeiro, esta conexão básica com seus outros aspectos deverá ser honrada, reconhecida e entendida e então eles entenderão a razão para estarem ali. Primeiro, eles têm de compreender quem realmente são, qual a ligação de sua alma ou espírito com os seres de outras galáxias e dimensões. Isto vai começar a acontecer com muitas pessoas diferentes.


É importante, nesta época, sentir que os que estão atualmente trabalhando nisto são apoiados. Eles vão se sentir estranhos, podem ter a sensação de ser possuídos ou manipulados. Talvez sintam que são alguém com quem não se sentem familiarizados. Durante toda sua vida terrestre, a pessoa pode ter pensado ser alguém casado e com dois filhos, dono de uma casa adorável e três gatos. Agora percebem que são seres intergalácticos ligados a irmãos e irmãs de alma e seres espaciais que não apresentam sua forma física de referência.



Isto pode ser muito desconcertante, difícil de aceitar. Aqueles dentre vocês que alcançaram maior sintonia com este conceito mais cedo, que não questionam sua conexão com outros lugares e outras formas de existência e que sabem ser mais do que simplesmente esta única existência neste único corpo físico, ajudarão a mostrar o caminho para outros se abrirem a esta experiência. Serão outros que criarão essas aberturas e apoiarão os novatos.


Este é um grande projeto e um grande trabalho que fazem parte do que a maioria assumiu realizar. Ao reconhecer quem vocês são, por que estão aqui e qual é sua conexão com esta transformação, vocês estão ajudando muitos de seus irmãos e irmãs a fazer o mesmo. A conexão com outras galáxias e arenas de existência pode muitas vezes ser confusa. Com freqüência pode ser difícil aceitar, em particular por quem não sentiu a chegada desta abertura. Outros precisam saber quem são eles e o que vieram fazer aqui. É a abertura dos portais, permitindo a passagem da energia desses portais.



Desejamos lhes proporcionar esta bela visão desta experiência.

Ela os ajudará a entender melhor aquilo de que são capazes.



Visão do Portal Que Se Abre



Desejamos que vocês vejam a si próprios no topo de uma linda montanha. Vejam um belo portal se abrindo diante de vocês. Esse portal pode ser muito moderno ou futurístico ou apresentar a seu redor símbolos que talvez não lhes sejam familiares. Pode haver símbolos de culturas antigas nesta porta. Pode haver lindas pedras preciosas que emitem raios de cor.



Vejam esse portal se abrir. Vocês poderão observar grande variedade de experiências depois da abertura desse portal. A única coisa que todos verão é uma bela luz branca e dourada passando por esse portal de conexão com outras dimensões e universos. Vocês verão essa porta se abrir.


Pode ser que estejam passando raios de luzes de diferentes cores. Pode ser que estejam passando seres de formas fora do comum. Pode ser que estejam passando heróis e seres de civilizações passadas. Seja o que for que passar por esse portal, incentivamos vocês a simplesmente acolhê-lo.



Acolham o modo pelo qual o que passar se liga a vocês. Talvez entre em seu corpo. Talvez segure sua mão. Talvez vocês sintam uma luz maravilhosa envolvendo-os. Seja como for que vier, saibam que está em harmonia com seu plano divino e as metas por vocês criadas e estipuladas muito antes de vocês entrarem neste corpo. Saibam que vocês têm esperado por esta experiência, não apenas nesta vida, mas muitos períodos antes de se manifestar aqui.



Existem sete locais como esta Terra em diferentes sistemas solares que serão pontos focais desses portais. Existem lugares nos quais vocês poderão manifestar sua conexão com esta energia, com esta luz pela qual há muito esperam e que, finalmente, chega a vocês.



As energias que estão chegando serão intermitentes, e chegarão em muitas ocasiões. Então, haverá ocasiões mais distintas nas quais esses portais se abrirão, pois nesta época é impossível a chegada desta energia. Ela virá em explosões, virá em seqüências diferentes.


No final deste ano que passou, houve uma abertura na qual ficaram claras as conexões com quem vocês são, por que vieram para cá e qual seu trabalho, missão ou projeto.



Muitos perguntam a esta pessoa por meio da qual falamos:
"Por que estou aqui? Qual é meu propósito?"


É evidente a todos os que fazem essas perguntas que eles estão aqui para algo mais do que simplesmente acordar de manhã, tomar seu alimento e trabalhar. Então, muitos carregam dentro de si a vontade de questionar sua existência aqui. Nunca tantas as pessoas tiveram um sentimento assim em qualquer tempo já registrado. Tantos têm dentro de si este sentimento de por que vieram para cá agora.


Chegou agora a hora de descobrir isso.
É tempo agora de vocês e tantos como vocês entenderem por que estão aqui.



Conectar-se a quem vocês são é o primeiro passo neste projeto. Então saber o que vocês farão é o segundo passo. Incentivamos os que têm dentro de si esse chamado a se permitir simplesmente se concentrar nele. Vocês talvez desejem manter um diário de sua conexão estelar, do lugar de onde vocês sentem que vieram.



Talvez vocês sintam chegar a vocês nomes e diferentes tipos de energia que são irmãos, irmãs, amigos ou pais provenientes de outras dimensões e galáxias. Então, talvez vocês estejam sentindo a conexão de sua família estelar, o grupo ao qual pertenciam antes de vir para a Terra.


É um grupo com o qual vocês sentem grande conexão e pelo qual sentem muito amor. Foi por causa deles que vocês vieram para cá. Saibam que este é o começo desta compreensão. É o começo de saber por que vocês foram trazidos para cá.


Entrar num corpo físico e voltar às dimensões superiores constituem por si mesmos uma experiência maravilhosa. Isso será feito sem muita premeditação. Há os que estão ponderando isto intensamente. Eles sentem que existe um propósito ainda maior para estarem aqui.



Esse propósito maior começa a se manifestar e ficar claro para os que estão questionando. Virá sem grande esforço, sem grandes desafios, quase por si mesmo.

Haverá migrações de pessoas para lugares diferentes. Essas migrações serão feitas a lugares onde esses portais começarão a se abrir e compor configurações de energia. À medida que isso acontecer, vocês poderão se sentir sendo atraídos a um lugar por um período longo ou curto de tempo.



Vocês poderão ir fazer uma visita de uma hora ou ficar vários meses. Poderão fazer dele seu novo lar. Ir para esses lugares ajudará a trazer à luz este potencial que está lá para vocês.


Saibam que esta grande beleza que está chegando, este grande amor com o qual vocês estão sentindo a conexão, esta grande essência que está aí para ser experimentada acontecerão como que por si mesmos. Trata-se de motivo para grande comemoração.



A época de confusão sentida por muitos, que não sabiam o sentido de suas vidas, por que vieram para cá - tudo isso começará a ser entendido; tudo isso será esclarecido.


As experiências que chegam a este planeta não são de apenas uma natureza ou tipo; na verdade vocês vieram fazer várias coisas. Vieram para desenvolver sua própria consciência, vieram desenvolver a consciência de seus irmãos e irmãs estelares, vieram para criar novos mundos em muitas dimensões físicas, vieram para enviar energia de muitas formas diferentes.



Existem muitas razões. Há funções de evolução que vocês realizam por si mesmos, individualmente, funções que realizam para um corpo de alma de grupo ao qual estão conectados, e então existem propósitos galácticos e planetários com os quais vocês também trabalham.



Tudo está interligado. Tudo faz parte deste grande ser total manifestado. Todas essas razões são parte do que vocês vieram fazer aqui. Conheçam e confiem neste projeto, neste trabalho que está sendo realizado. Confiem no que está sendo feito por meio de vocês e por vocês. Saibam agora que chegou a hora. Está tudo começando.


Assim como existem várias camadas no que vocês denominam cebola, existem também muitas camadas em vocês e no que vieram fazer aqui. O importante agora é conectar-se a si mesmo como um ser intergaláctico e interdimensional.


Neste momento, muitos portais estão se abrindo neste continente (América), na Europa e Ásia. Incentivamos vocês a serem flexíveis. Vocês estão sendo atraídos a certo lugar e haverá reuniões espontâneas de seres humanos da mesma natureza. Essas reuniões são às vezes anunciadas, às vezes não.



São realizadas com a finalidade de ungir esses portais de transformação, pois essas sendas de crescimento e desenvolvimento devem ser ungidas. Vocês estão lá para realizar isso, e isso dará início a formas de seres intergalácticas e interdimensionais.


Estejam abertos ao conceito de criar um mapa estelar. Vocês verão, seja no estado de sonho, seja na meditação, aglomerados ou pontos de luz na escuridão. Eles na verdade são mapas mostrando onde fica sua conexão e o que vocês estão fazendo aqui e agora. Saibam que esses desenhos ou mapas são como um sinal para vocês.



Vocês talvez desejem desenhar sua conexão nesses mapas estelares ou de algum modo levá-las a esses mapas. Tenham esses mapas diante de vocês para que possam ver o que eles estão a lhes dizer. Eles despertarão dentro de vocês as recordações de sua natureza, de sua ligação com esses outros lugares. Esta é sua conexão com quem vocês realmente são.


Desejamos lhes enviar uma linda esfera de luz dourada. Para cada um que se conectar com esta mensagem. Essa linda esfera de luz dourada será um modo de vocês fortalecerem sua conexão com estas informações.



Visa também fazer com que vocês saibam que fazem parte de um grupo santificado que se ofereceu para esta nova abertura e caminho. É o caminho de casa que leva à energia divina. É o caminho de casa que leva à luz e beleza da consciência do Uno.





Assembléia de Luz, através de Abby Haydon
http://orbita.starmedia.com/~pruss/portais.htm

 por Fada San em Anjo de Luz

Conexão com Realidades Cósmicas: “Os Mantras”

 

Conexão com Realidades Cósmicas: “Os Mantras”


 “Os mantras nem sempre possuem um significado claro e muitos deles são compostos por sílabas aparentemente ininteligíveis. Mesmo assim, eles são efetivos porque ajudam a manter a mente quieta e pacífica, integrando-a automaticamente na concentração. Eles fazem a mente ser receptiva às vibrações muito sutis e, portanto, aumentam sua percepção. Sua recitação erradica as negatividades grosseiras e a verdadeira natureza das coisas pode ser refletida na claridade resultante em sua mente.” (Lama Zopa Rinpoche, Wisdom Energy)
                           Há realidades específicas que caracterizam as manifestações da natureza cósmica. Podemos afirmar que a realidade dos Mantras é uma experiência que faz parte da siderurgia cósmica que se dispõe para a Terra como um recurso lingüístico, onde há uma conexão da consciência de quem o usufrui com as realidades atemporais do Universo. 

“Mantra são sons de poder. É uma seqüência de palavras, frases ou sílabas, que são extremamente valiosos quando entoados corretamente. Um dos mantras mais conhecidos é o OM. São fórmulas métricas decompostas por meio dos sons, onde as palavras se juntam, formando frases e versos de profunda vibração.A palavra mantra deriva da raiz "man" que significa mente ou pensamento. O sufixo “tra” quer dizer controle ou instrumental. Assim, mantra pode ser definido como o veículo ou o método para a liberação da mente, através do próprio poder ou controle mental. Segundo vários textos clássicos o universo é formado por 50 vibrações-mães que, através do yoga, foram reveladas aos sábios e aos yogues num passado remoto. Essas 50 vibrações formam o ‘caminho dos sons cósmicos’. Cada um dos mantras que o compõe é uma fórmula cuidadosamente preparada, atuando no universo interno ou externo. Este potencial se origina diretamente das letras do alfabeto sânscrito. Como um reflexo grosseiro do sutil, essas letras-vibrações são inseparáveis da Consciência. O mantra é, acima de tudo, uma "forma física" concentrada composta de sílabas nucleares que têm propriedades energéticas correspondentes. De acordo com os ensinamentos tântricos, um mantra é a própria manifestação do Absoluto (Shabda Brahma) em seu aspecto sonoro. O mantra pode ter duas características distintas: o que não vibra e só pode ser sentido pelo praticante de yoga cujos sentidos estão voltados apenas para o seu interior; e o que vibra e pode ser sentido e praticado por qualquer pessoa. O mantra pode ser individual ou coletivo. No primeiro caso ele será transmitido de mestre para discípulo, dentro de um sistema de iniciação todo especial e secreto, não podendo, em nenhuma circunstância ser transmitido a nenhuma outra pessoa. Quando impessoal ou coletivo, é praticado de diversas formas por uma ou mais pessoas. Os mantras impessoais, ao contrário do individual, poderão ser praticados em qualquer local e a qualquer momento, embora para dar resultado alguns procedimentos devem ser observados.”
                          Atualmente, com a atividade mais aberta e consciente da Hierarquia Cósmica sobre a face da Terra, muitos missionários estão se revelando e usufruindo dos Mantras para auxiliar a humanidade em sua nova fase evolutiva. O usufruto dos Mantras aproxima e conecta as realidades cósmicas em suas diversas funções. Diferentes são os propósitos e alcances dos Mantras. Há Mantras que se destinam especificamente aos processos de curas, enquanto outros podem se destinar a simplesmente realizar um contato com algum ser que necessite se fazer presente, nos planos imateriais, e assim por diante.

  “A Hierarquia Espiritual que orienta a evolução humana para a Terra, através de iniciações, pode oferecer recursos ou ferramentas que auxiliem o ser humano a desenvolver, aperfeiçoar e proteger a sua mente. Tais recursos ou ferramentas ficam integrados aos corpos sutis e à disposição da consciência do ser para usufruí-las. Há mantras especí­ficos para ativação de alguns destes recursos, enquanto outros seguem a simples vontade do alto iniciado.”
(Extraído do Livro “VIA CORAÇÃO, caminhos da transformação”, pág 161, Horácio Netho, Ed. Alfabeto, 2011)
                           Assim como vamos a uma farmácia adquirir um remédio com um determinado princípio ativo para combater alguma doença, alguns Mantras utilizados em processos de curas também possuem os seus princípios ativos específicos e agem diretamente na consciência atômica dos corpos humanos. Dentre estes, podemos citar “OM DYAMAN”, “OXUMARÉ” e “SEI HE KI” como exemplos que se destinam à harmonização do corpo emocional humano. Da mesma forma, há outras naturezas de Mantras. Há Mantras que auxiliam a consciência humana a elevar a sua compreensão sobre as realidades espirituais como “MAVERICK”, “MELINTAC” e “YURACK”. Há outros Mantras que servem para proteção de nossas consciências como “OM SHO”, “MELIT” e “LAME TON”.

“O trabalho com os Mantras varia de pessoa para pessoa, de grupo para grupo e de momento para momento, ou seja, um Mantra não é fixo na sua repercussão. Repercussão aonde, em quê? Na nossa aura, na aura do ambiente, na aura da cidade, do país, do continente, do planeta... dependendo da repercussão do alcance que aquela mantralização pode ter. Um Mantra é uma palavra de poder. Que significa isso? É uma palavra que em si está imbuída de uma certa capacidade de criar. Existe um poder que é intrínseco ao Mantra. Tem o valor do Mantra e o poder do Mantra, e tem o quanto que nós acendemos e ativamos nesse poder. Nós podemos vivificar um Mantra porque nós temos um poder de criação. O uso dos Mantras, em geral, é restrito a grupos menores e certo Mantras são passados para grupos maiores.” (Frei Artur – Centro Intraterreno Mirna Jad)

                          Dentre todos os Mantras que um iniciado espiritual vai conhecendo e usufruindo na sua compreensão sobre a vida cósmica, há Mantras pessoais que lhe são destinados pelas suas próprias consciências cósmicas superiores. Assim como o seu ego possui um nome externo pelo qual é reconhecido na vida comum (Exemplos: José, João, Antônio, etc.), sua alma possui um outro nome ainda terrestre e que pode ser percebido em estados meditativos harmônicos, através do corpo de luz desperto. Num nível mais elevado, nossas consciências espirituais são reconhecidas através de Mantras. Desta forma, a nossa primeira manifestação além Terra e fora das realidades formais deste planeta, se apresenta para nós através do seu Mantra. Para estarmos diante de qualquer Mantra cósmico, necessitamos estar conscientes da necessidade de disciplinas seletivas, pois a elevação de nossas energias e consciências seguem no rumo do aperfeiçoamento da vida. Quando incorporamos um estado de entrega sincera a Deus, de devoção pela vida, de submissão ao desconhecido, de integração para com tudo e todos, podemos testemunhar conscientemente o poder misterioso que os Mantras têm.       

“Há muitos que já estão entregando de forma mais completa a sua mente e o seu coração ao seu núcleo profundo. Se existe esta entrega ao EU SUPERIOR ou à ALMA, os Mantras fazem um efeito muito especial. Fazem o efeito de tornar estável esta ligação, esta união. Quando se pronuncia um Mantra direito seja qual for, nós nos sentimos bem logo em seguida. Se você pronuncia um Mantra e não sentiu nada, você aprenda a pronunciar os Mantras. Primeiro aprenda e não vá desgastar os Mantras à toa. Você procure incorporar aquele Mantra, você encontrará o caminho, porque os Mantras estão aí para serem usados. Mas você precisa aprender a usá-los, precisa estar realmente amando aquele trabalho. Precisa estar se dedicando àquele trabalho e, se possível, em benefício deste mundo. É um som que vai atrair energias e harmonia, e que vai ficar aí no espaço esta harmonia que você está fazendo. Então, se você pronuncia um Mantra com uma relativa energia, ele fica aí no espaço trabalhando alguns momentos e logo se desfaz. Agora, se aquilo foi pronunciado com mais energia, ele vai durar mais tempo e não vai se dissolver tão brevemente, ele vai permanecer. E quando você pronuncia um Mantra de verdade, aquilo fica trabalhando muito tempo com o seu som.” (Trigueirinho)

Para expansão deste tema, sugerimos os links a seguir p\ audição ou download de palestras gratuitas:
A Energia do poder, Suas Metas e Mantras (http://www.irdin.org.br/palestra/por/audicao.php?cod=6020)

A BELA GAIA NOS LEMBRA QUE ELA É NOSSA MÃE NESTA QUINTA DIMENSÃO FÍSICA


A BELA GAIA NOS LEMBRA QUE ELA É NOSSA MÃE NESTA QUINTA DIMENSÃO FÍSICA

 6 de dezembro de 2011


A BELA GAIA NOS LEMBRA QUE ELA É NOSSA MÃE NESTA QUINTA DIMENSÃO FÍSICA
Canalizada por Linda Dillon
em 19 de novembro de 2011


...seu direito inato é Amor, seu contrato é criação, seu papel é co-criação... é hora de jogar fora os conceitos obsoletos que vocês mantêm, não somente sobre o seu meigo eu, mas sobre o seu coletivo também...

Saudações, EU SOU Gaia.
Bem-vindos, meus filhos da luz.

Anos atrás vocês me disseram para não extinguir minha chama e me pediram para eu continuar com minha ascensão e minha volta ao Lar, à forma original e ao espaço de Amor, à incorporação do Amor que eu sempre tive.

E eu os convido para fazer isto comigo; é uma aventura em família, é um empreendimento em família, é algo que estamos associados para fazer e associados para fazer em um promessa profunda, em um contrato sagrado por éons.

Frequentemente vocês ouvem a Mãe Universal e como ela lhes fala do amor dela por vocês e do cuidado e do estímulo dela.

Mas eu também, docinhos, sou sua Mãe e eu sou a Mãe nesta realidade física, nesta dimensão física que vocês chamam de terceira e eu agora chamo de quinta.

Pois nós estamos bem encaminhados e se vocês pensam que ainda estão travados na terceira, vocês estão enganados, vocês não estão; e nós não estaríamos tendo esta conversa hoje.
Então olhem em volta, doces anjos, e vejam a magia que é sua e vejam a magia que todos compartilham com vocês agora.

É hora de jogar fora os conceitos obsoletos que vocês mantêm, não somente sobre seu meigo eu, mas sobre o seu coletivo também.

Nós não mantemos tantas limitações em vocês, então não as mantenham vocês mesmos.
Vocês têm direito, seu direito inato é Amor, seu contrato é criação, seu papel é co-criação.
Mas durante esta época de rápida, rápida mudança, não, não a inversão dos polos, mas, no entanto, uma mudança muito importante na frequência.

Sim, vocês se acostumarão à subtilidade e vocês se acostumarão aos ajustes que têm necessidade de serem feitos.
Mas durante esta época eu lhes peço, segurem-se.
Se nós fôssemos andar na montanha russa, eu faria a mesma coisa, eu diria: "Coração querido, segure-se" e então iríamos juntos na aventura de nossas vidas.
Em momentos parecerá aterrador e vocês gritarão e vocês rirão ao mesmo tempo e então vocês me abraçarão e dirão: "Mãe, podemos ir de novo?" E eu direi: "sim".

Então vamos nos divertir, vamos conhecer a alegria da família ascendendo junta, coração a coração, em um e como um.
Eu estou com vocês, eu não me estico e agarro vocês, este não é o meu jeito, este não é o nosso acordo.

Mas se vocês pedirem, eu os segurarei e segurarei bem pertinho, sempre.
Vão em paz.
Até logo.


fonte: http://counciloflove.com/
Tradução: SINTESE
http://blogsintese.blogspot.com/
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