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domingo, 27 de novembro de 2011

Lemúria e nossa memória ancestral

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Lemúria e nossa memória ancestral

 
O fim da civilização lemuriana ocorreu pouco a pouco, antes  da civilização atlante. Mas apesar de que aquela civilização haja desaparecido há dezenas de milhares de anos, a consciência lemuriana está sempre presente. Ela foi conservada viva na Terra. Todos os povos pertencentes às nações ameríndias são portadores dessa informação; ela está codificada em seus genes, mas permanece selada, presa neles, no interior de sua memória celular, cuja freqüência é idêntica àquela do Mestre-Cristal dos arquivos subterrâneos. 
Próximo do fim da civilização lemuriana, seres físicos habitavam aquilo que hoje se tornou a região de Four Corners, ao sul dos Estados Unidos, que era, então, um arquipélago e que se pode considerar como o centro geográfico da antiga Lemúria. Eles tinham consciência de que uma gigantesca perturbação tectônica estava prestes a acontecer e que o equilíbrio das massas continentais seria profundamente afetado por ela. Eles tomaram a decisão de guardar seu Conhecimento num local onde pudesse ser ele preservado para uso por futuras gerações. 
Cerca de trezentos anos antes do cataclismo que pós fim à sua civilização, os lemurianos começaram a armazenar os registros de informações que estavam em sua posse em cristais em forma de crânios que espalharam em todo o planeta. Esses crânios de cristal, que têm a propriedade de gravar a informação, foram religados a um Cristal-mestre concebido como um tipo de matriz que os permite ativar sua memória. Alguns desses cristais foram reencontrados por ocasião de pesquisas arqueológicas, mas a matriz, da qual depende a ativação do conjunto, permanece enterrada nas profundidades da Terra. 
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Vistas frontal e de perfil do crânio de cristal descoberto em 1924 por Anna e Frederic Mitchell-Hedges 
Em 1924, Anna Le Guillon Mitchell-Hedges, então aos 17 anos de idade, encontrou-se na Honduras Britânica (rebatizada como Belize, após a descolonização) com seu pai, que era antropólogo de renome. Juntos, eles descobriram uma estranha escultura em cristal de rocha, em forma de crânio feminino nas ruínas de uma antiga cidade maia, no sítio de Lubaantùn. Certas propriedades desse crânio, confirmadas mais tarde por peritos em cristalografia da companhia Hewlet-Packard, são verdadeiramente surpreendentes:
- Constitui-se de um quartzo natural extremamente puro e raro: do dióxido de silício piezo-elétrico anisotrópico. 
  
- As duas partes que o compõem provêm do mesmo bloco de quartzo. 
- Ele não apresenta traço algum de usinagem nem de instrumento algum, mesmo no âmbito microscópico. É, portanto, impossível datá-lo, já que o cristal não envelhece. 
- Quando iluminado por baixo, a luz flui através de suas órbitas.
- Quando iluminado por trás pelos raios do Sol, um feixe luminoso intenso, suscetível de incendiar a vegetação, flui das órbitas, do nariz e da boca.
- Sua fabricação manual, se houvesse sido possível, necessitaria de pelo menos  300 anos de trabalho contínuo. Com a tecnologia moderna, usando diamante, seria necessário mais de um ano para realizar tal trabalho, sem, entretanto, haver certeza de se obter resultado idêntico. Frederico e Anna Mitchell-Hedges se apaixonaram por tal objeto e passaram a estudá-lo por longos meses. Eles souberam ainda que existe uma tradição oculta herdada de diferentes tribos ameríndias, segundo a qual 12 crânios com propriedades similares a esse descoberto em Belize encontram-se disseminados em diferentes lugares no nosso planeta.  Alguns afirmam também que “quando for descoberto o décimo-terceiro crânio de cristal, o Cristal-Mestre, ocorrerá o advento de uma Nova Era para a Humanidade.”
Desde a descoberta dos Mitchell-Hedges, pelo menos oito crânios “femininos” de cristal dispersos pelo mundo foram já oficialmente identificados e listados (o que permite supor ser possível sua existência verdadeira em doze unidades, ou mesmo treze como diz a lenda). Cinco desses crânios já foram estudados  (dentre eles o célebre "Max" obtido por Jo Ann Parks).
Antes que o cataclismo viesse, um grande número de Lemurianos se reuniu em cavernas situadas sob a crosta terrestre e ali sobreviveram à espera que as perturbações se atenuassem. Decidiram, então, encontrarem-se na superfície, para fundar uma nova civilização.
As lendas de várias tribos ameríndias relatam suas origens intra-terrestres e seu retorno à superfície, ao final de um longo exílio subterrâneo.
Algumas regiões da América, mas também do resto do mundo, contêm abismos muito profundos cheios d’água, chamados de “poços”. Constituem frequentemente passagens antigas entre a superfície terrestre e tais cavernas. Há certo número delas em Yucatán e na região de Four Corners. O local chamado “Poço de Montezuma” situada à saída de Sedona foi um dos principais pontos de subida para aquelas tribos que viviam sob a Terra e que de lá saíram quando as perturbações começaram a se abrandar.
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        Portal do Poço de Montezuma
Ao chegaram à superfície, os antigos Lemurianos descobriram aí grupos de seres que eram deles desconhecidos e que nutriam entre si lutas de influência. Hoje seriam eles designados como Alienígenas ou ETs, mas naquele tempo antigo, eram eles chamados de “os deuses”. Não eram também considerados como tal, mas sim como seres superiores. Contrariamente aos antigos autóctones lemurianos, que tinham a pele mais grossa e sombreada, eles tinham a pele clara e o tipo caucasiano. Quando os descendentes do antigo povo emergiram à superfície e viram que “os deuses” a lutar entre si, compreenderam intuitivamente que aquele não era a ocasião de liberar a informação que detinham. E decidiram eles conservar seus conhecimentos em segurança durante o tempo em que eles corressem o risco de serem utilizados por outras raças  para satisfazer sua sede de poder e de dominação.
Os ameríndios tornaram-se, assim, os Guardiões do Conhecimento antigo. É por isso que alguns consideram seus chefes espirituais como “Guardiões” Eles não nos guardam como fazem as mães com seus filhos. Eles guardam a informação que detêm e que devem proteger até o dia em que deverá ela ser restituída à Humanidade inteira. A maioria esqueceu sua missão, mas há um conhecimento interior profundamente enraizado em sua memória celular, se bem que ao nível de seu subconsciente, eles sabem intuitivamente que são os Protetores desse Conhecimento ancestral e, por meio dele, de toda a Terra. 
Todas as profecias ameríndias são igualmente portadoras de uma mesma mensagem: o Conhecimento que pertence a seus povos não será liberado antes que eles testemunhem os homens brancos e aqueles de outras raças começarem a viver em paz. Mas, nesse dia, deverão aceitar restituí-lo e compartilhá-lo.  
Existe, portanto, uma espécie de “calendário da revelação” cujas etapas foram programadas em tempos imemoriais e que se encontra hoje a ponto de se realizar, porque sob o efeito da “Nona Onda Cósmica”, (Ver meu artigo intitulado: O segredo da Nona Onda Cósmica) a Terra começa a se curar de suas feridas, e logo um movimento sem precedente em favor da paz e da fraternidade deverá se propagar sobre nosso planeta.
Num primeiro tempo, a liberação da informação dar-se-á no plano energético: quando os Índios das Américas virem que a Terra está prestes a se curar e que a Humanidade começa, finalmente, a tomar consciência da importância primordial da paz e da fraternidade, então, inconscientemente, eles começaram a liberar a informação inscrita em sua memória coletiva. 
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Se encontrares um Ameríndio na rua e o interrogares sobre esse Conhecimento que possuem aqueles de sua raça, ele certamente não saberá o que te responder.  Os guias das nações Hopi ou Lakota, Dakota e Nakota e até os supostos descendentes dos antigos Mayas ignoraram durante a maior parte do tempo que eles têm por missão conservar e depois transmitir uma memória ancestral à Humanidade. Eis a questão que evidentemente se tem o direito de se perguntar: qual o segredo dessa memória ancestral? Parece que uma parte dessa informação permite controlar as forças da natureza e agir sobre o meio-ambiente. 
A Dança da Chuva, que era ainda praticada em várias tribos no início do século passado, é uma reminiscência dessa memória celular ameríndia e ela apresenta uma ilustração muito boa de seu funcionamento. Não era suficiente para os índios dançar nem pronunciar certas fórmulas para atrair chuva; seus xamãs conseguiam-na fazer vir ao associarem a essa dança rituais apropriados, em ressonância com a matriz de memória ancestral.
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Ritual xamânico precedente a uma dança da chuva
Suponhamos que esse procedimento pudesse ser aplicado numa escala muito mais ampla, aquele que o dominasse seria, sem dúvida, capaz de desencadear um cataclismo planetário com a mesma potência do dilúvio narrado no Antigo Testamento. Daí a implementação de um sistema de bloqueio e de criptografia dessa memória coletiva lemuriana, sendo seu princípio que as informações ali contidas fossem unicamente acessíveis no seio de um ambiente apropriado.
Isso não significa que também sejam elas exclusivamente destinadas às tribos ameríndias nem que branco ou negro algum não pudesse dela se beneficiar. Entramos numa nova era em que todos os povos e todas as raças da Terra são e serão mais e mais mescladas, a fim de formar, juntas, o conjunto de genes da nova raça-mãe da Humanidade, a sexta, aquela que verá o advento da Nova Era e o estabelecimento de uma Nova Idade de Ouro em nosso planeta. 
Num futuro relativamente próximo, tudo repousará sobre a fraternidade e a unidade entre os homens. No momento vivemos ainda na ilusão da separação. Alguns dentre nós dispõem de parcelas do Conhecimento ancestral, enquanto outros têm acesso a resíduos desse mesmo Conhecimento. É como se fora um imenso quebra-cabeças do qual cada um de nós possui uma das peças, mas ele não poderá ser totalmente liberado até o dia em que o conjunto dessas peças esteja reunido. Em estado de espera, ele permanece partido/desintegrado entre diferentes almas e retransmissões dirigidas ao local secreto onde se guarda a Matriz da memória ancestral
Os maiores Mestres espirituais que se encarnaram nesse planeta sempre escolheram emitir sua Luz espiritual a partir de locais determinados que estão ligados a essa Matriz. Por que crêem vós que Jesus entregou o essencial de sua mensagem em Jerusalém? Por que o grande  Ramana Maharishi instalou-se ao pé da montanha sagrada de Arunachala ? Por que Omraam Milhaël Aïvanhov retirava-se, cada ano, ao lugar chamado Trasoulas, ou seja, Três Sois, no coração dos Pirinéus ? E por que todos que visitam a região de Sedona, no Arizona, onde vivem os  Hopi, sentem bruscamente sua conexão com a Terra? Todos esses lugares são locais mágicos onde é possível sintonizar-se com a freqüência da Matriz terrestre. É por essa razão que foram eles escolhidos pelos grandes Guias da Humanidade, para que eles aí se conectar com a energia da Terra e realizar, graças a ela, trabalhos gigantescos, em razão do surgimento de uma consciência humana unitária.
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Ramana Maharishi em frente da montanha sagrada de Arunachala
O paradoxo é que ao se afastar, pouco a pouco da unidade primordial com a Natureza, a Humanidade permitiu ao Cristal-Mestre conservar, ao longo dos séculos, sua pureza e seu poder originais. Mas o ciclo da separação está hoje prestes a findar. Mais e mais pessoas se sentem doravante de novo atraídas e preocupadas pela Terra, e a vibração da Humanidade está prestes a se re-sintonizar progressivamente à da Terra.  Então o Portal está prestes a se abrir. Mas ele não se abrirá definitivamente enquanto não estejamos totalmente prontos a receber esse Conhecimento ancestral, sem o qual torna-se uma ameaça para a sobrevivência da Terra.
O período que ora atravessamos é, portanto, uma fase de transição. Várias mudanças são já facilmente percebíveis. Assim, mais e mais pessoas se sentem hoje atraídas aos locais onde há muito espaço. Nossos campos começam a ser reabitados, e o fenômeno se acelerou ainda mais nesses últimos anos com o desenvolvimento relâmpago da rede Internet que permite, com freqüência, a citadinos continuarem a exercer uma atividade vivendo totalmente apartados da agitação das grandes cidades. As pessoas começam, enfim, a se preocuparem verdadeiramente com o meio ambiente e com o destino do planeta. Há apenas uma dezena de anos, a idéia de que cada um fosse responsável por seus próprios dejetos e contribuíssem pessoalmente com sua reciclagem ao participarem da triagem seletiva, faria sorrir a muitos, mas as mentalidades mudam. Quanto mais respeitemos o planeta e quanto mais sentirmos sua energia, mais rapidamente chegaremos ao ponto em que o Portal, abrindo o acesso a toda informação que guarda, abrir-se-á para cada um dentre nós.
Nossos longínquos ancestrais sabiam que novos tempos chegariam, que após o Dilúvio, a Humanidade se afastaria dos ensinamentos sagrados.  Eles sabiam que haveria um período muito longo durante o qual esse saber deveria ser guardado em segredo. Sabiam eles, também, que chegaria um dia em que esse ciclo obscuro findaria e que a memória ancestral emergiria de novo, em cada um. É isso que ocorre agora; é por isso que nos sentimos atraídos por todos esses lugares antigos e por todas essas civilizações desaparecidas; sentimos que esse antigo conhecimento procura re-emergir em nós, e procuramos um apoio que nos ajude a dele nos lembrar.
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É necessário, entretanto, saber que a reativação de nossa memória não tomará forçosamente a forma de uma avalanche de informações que se quebrarão bruscamente sobre nós. Isso se manifestará, na maior parte das vezes, sob a forma de um despertar espiritual.
Os antigos não tinham religião alguma e não sentiam necessidade alguma de compartilhar sua visão do mundo e do universo. Eles se contentavam em viver sua espiritualidade no interior. Sabiam que todas as crenças provêm do mesmo conceito no nível mais fundamental: a Potência da Fonte do Amor universal e a necessidade de amar e de respeitar a Terra e de se amar e de se respeitar uns aos outros. 
Essas são as bases fundamentais da nova espiritualidade. Era aquela dos Antigos e é aquela que desperta hoje; é verdadeiramente muito simples! 
No plano da reencarnação, somos todos antigos lemurianos. Preenchemos nossos compromissos estando novamente aqui, hoje, e ajudando nossa mãe Terra a realizar sua transformação. Acompanhamo-la, auxiliados por todas as suas memórias que estão prestes a ressurgir e de se fundir em nós, para a maior Glória do Criador.
Ao aproximar-se o ano de 2012, muitos receiam que possa ocorrer uma nova catástrofe como o dilúvio ou a destruição súbita de vastas regiões habitadas de nosso planeta. Parece que dessa vez, o cataclismo será no essencial um terremoto que viveremos em nosso interior. Haverá numerosas destruições, mas em nós próprios ocorrerão os danos mais importantes.
Somos um pouco como proprietários de lojas onde seriam armazenadas todo tipo de produtos inúteis. Os consumidores continuarão a vir aí para comprar suas provisões até o dia em que começarem a verificar que tudo que compram não representa para eles utilidade alguma.  É por isso que nessas vitrines desse tipo de lojas finalmente aparecem anúncios onde se pode ler: “Liquidação antes da mudança de direção; tudo deverá desaparecer!”
A "liquidação" que hoje é programada é aquela do nosso carma. A “nova direção”, é aquela da Nova Era. E o aquilo que deverá desaparecer, são todos esses velhos preconceitos, todos esses velhos hábitos e todas essas práticas obsoletas às quais deveremos renunciar se quisermos recuperar nossas memórias ancestrais e participar da construção das futuras cidades de Luz da Idade de Ouro.  
Olivier de Rouvroy 

VOCÊ É A CAUSA DE TUDO


VOCÊ É A CAUSA DE TUDO

A grande maioria das pessoas atribui à sorte, ao azar, ao acaso ou a um poder
superior a causa e o comando de tudo que lhes acontece na vida. Com isso, jamais
procuram verificar a verdade sobre os fatos. Elas preferem optar por uma atitude
conformista ou comodista, alimentando uma postura interna de vítimas que as faz
sentirem-se coitadas.

Ficam hipnotizadas pela idéia de impotência diante de certos acontecimentos
que consideram difíceis e sobre os quais não querem ter nenhum controle ou
responsabilidade.

É comum, nas situações dolorosas que afetam a elas mesmas ou os outros, as
pessoas se acovardarem, em vez de resistirem com coragem e determinação. Quando
não compreendem a causa de certos acontecimentos catastróficos, alguns justificam
seu comodismo com frases como: "Deus ou o destino quis assim" ou "Não aconteceu
porque não era para ser". Outros preferem se revoltar a procurar desvendar a
verdadeira realidade dos fatos. Reagir com comodismo ou revolta é preservar uma
atitude de vítima.

O "vitimismo" é sem dúvida o maior empecilho ao progresso da humanidade.
Você também pensa dessa maneira? Acredita que sorte, azar, acidentes,
catástrofes, dramas, alegrias, enfim, as coisas que acontecem em sua vida são
independentes de sua vontade? Considera que o acaso provoca as situações ruins?
Imagina que existe algo movimentando sua vida e que você mesmo não tem
participação alguma? Pensa que seus problemas são causados pela inveja dos outros
ou pelo destino e não por sua condição interna?

Se você acredita nisso, provavelmente vive nas teias amargas do "coitado", pois
se deixa levar ao sabor dos acontecimentos, já que está sob o domínio de uma força
que considera ser independente de sua vontade. Pensar dessa maneira causa-lhe
complicações e sofrimentos que reprimem a expressão de vida. Aquele que se julga
vítima acredita que está no mundo para sofrer.

Alimentar pensamentos dessa ordem não lhe permitirá usar seu poder de transformar
os acontecimentos desagradáveis e edificar uma vida melhor.

De modo geral, o ser humano crê na fatalidade, no acaso e na negligência.
Quando "acidentes" acontecem, as pessoas imediatamente definem as ocorrências,
sem dar a chance de perceber se há uma outra forma de encarar os fatos.

Explicar algo classificado como fatalidade não é uma tarefa fácil. Compreender o que
está por trás de um acontecimento ruim exige certa predisposição a acatar o novo e
abandonar os conceitos impregnados na humanidade.

Um acidente parece sempre algo inexplicável, e o acaso um mistério agindo
aleatoriamente. Pensar desse modo é o mesmo que considerar que o nada pode fazer
tudo, como realizar feitos extraordinários, provocar acidentes, promover sua demissão
do emprego, fundir o motor de seu carro, causar uma infestação de cupins em sua
casa e uma série de outros males que o rodeiam. Olhar a vida por essa óptica é
acreditar que somos vítimas dos mecanismos naturais.

A idéia de sermos vítimas das fatalidades não é a melhor concepção de vida. É
inaceitável crer que um ser superior governe tudo como um déspota ou mesmo que é o
acaso que provoca todos os contratempos na vida das pessoas. Assim também não se
pode acreditar que a natureza é caótica a ponto de cometer alguns lapsos em seus
intrincados mecanismos de funcionamento.

A natureza é sábia, portanto para toda ação há sempre uma causa, mesmo
quando nossa inteligência não consegue alcançar o conhecimento dos processos da
vida. Quem segue sua intuição e busca uma outra visão dos acontecimentos,
rompendo com a concepção do acaso e da injustiça, acaba encontrando as respostas
para as ocorrências desagradáveis.

Experimente desafiar a idéia de fatalidade e busque a consciência das
verdadeiras causas. Não acredite cegamente no que lhe foi passado. Procure obter
uma vivência prática, observe as sensações de seu corpo, dê vazão à intuição. Esse
procedimento possibilita desvendar a realidade dos acontecimentos.

O "vitimismo" é uma forma infantil de lidar com os fatos.
De que modo então poderemos compreender os acidentes, as catástrofes e as
situações problemáticas ou maravilhosas, se não cremos mais no acaso, se não
responsabilizamos os outros, tampouco os atribuímos à vontade divina ou aos
imperativos da vida?

Qual a explicação plausível para o que acontece de bom ou prejudicial em nossa
vida?

A resposta é: Você é a causa de tudo!

É o centro de sua vida e senhor de seu próprio destino.
Este livro tem o propósito de comprovar por meio dos fundamentos metafísicos
que essa afirmação é verdadeira.

Caso suas condições de vida não estejam a contento e ela esteja repleta de
impedimentos, relacionamentos difíceis, escassez de recursos econômicos, doenças,
etc., é sinal de que você não está fazendo uso adequado de seus poderes naturais, os
quais comandam seu destino.

Acatar a consciência metafísica é abandonar o pretexto de atribuir ao externo suas
frustrações internas; é reconhecer em si mesmo o referencial manifestador que cria a
realidade, atraindo para si tudo de bom ou ruim que lhe acontece na vida.
A vantagem dessa mudança é que você resgata o poder natural e passa a ter
capacidade para transformar as situações desagradáveis que estão à sua volta,
alterando o curso de sua vida para melhor.

Se de um lado você perde o álibi que justifica suas inabilidades, por outro
adquire o poder interior de intervir nas situações externas. Essa postura vai tirá-lo da
passividade e da dependência dos outros ou da concessão das forças naturais,
proporcionando as condições internas necessárias para edificar uma vida nova.

Inicialmente você pode estranhar essa nova concepção de vida. Para muitas
pessoas é difícil pensar assim, aceitar como verdade o fato de que são elas que põem
em movimento tudo que lhes acontece e não mais responsabilizar alguém — nem
mesmo Deus — pelo que se passa com elas.

Você está disposto a encarar a vida por uma nova óptica? Isso exige parar de se
colocar como vítima e se dar uma chance de estudar os acontecimentos por um outro
ângulo. Esta é uma tarefa que requer tempo, observação e dedicação, porém os
resultados serão promissores.

Empenhar-se na reformulação interior é um importante passo para o sucesso e a
realização pessoal. Essa conduta opera significativas mudanças em sua forma de
pensar e agir.

Renovado interiormente, você se tornará mais perspicaz para compreender o
motivo de sua vida, seguir um caminho e não outro, e o significado de tantas
adversidades. A vida não é estúpida nem inconseqüente, tampouco somos vítimas,
mas sim os condutores de nosso próprio destino.

Mediante isso você não deve se sentir culpado. Se sua postura ao longo da vida
foi de omissão, assuma a responsabilidade. Ser responsável é ter habilidade natural de
criar respostas, passando a conduzir sua vida de forma consciente. Lúcido de seu
direito de escolha, você vai agir com mais segurança, podendo evitar aborrecimentos e
alcançar mais rápido a felicidade.

Não confunda responsabilidade com obrigação.

Obrigação é forçar você a fazer algo contra sua natureza, e responsabilidade é a
consciência de seu poder de causar reações no mundo.

Ser responsável é reconhecer e respeitar os próprios sentimentos, usar de bom senso
e assumir o direito de escolha, podendo dar ou tirar a importância do que acontece ao
redor. Você pode optar entre o positivo e o negativo de uma situação. Encarar os fatos
com otimismo é considerar as perspectivas favoráveis, e com pessimismo é aceitar a
derrota por antecedência. A qualquer momento pode-se acreditar ou desacreditar, só
depende de você.

A consciência metafísica não irá privá-lo das experiências de vida, ela atenua a
intensidade dos obstáculos porque o fortalece para enfrentá-los e favorece na
transposição dos desafios, resgata o poder interior e promove o reconhecimento dos
potenciais latentes na alma.

fonte- metafísica da Saúde-Valcapelli & Gasparetto/ vol. 1
www.semeadoradeluz.blogpost.com
Imagens Internet
Por Mavi Hostettler/www.essencia.ning.com
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David Arkenstone - Stepping Stars

Mensagem de Saul :REALMENTE UM TEMPO DE GRANDE ALEGRIA ESTÁ SE APROXIMANDO - 27.11.11

Mensagem de Saul :REALMENTE UM TEMPO DE GRANDE ALEGRIA ESTÁ SE APROXIMANDO - 27.11.11

REALMENTE UM TEMPO DE GRANDE ALEGRIA ESTÁ SE APROXIMANDO
Mensagem de Saul
por John Smalman
em 27 de novembro de 2011




Enquanto o tempo avança rapidamente na ilusão, muitos eventos de enorme significado continuam acontecendo por todo o mundo, pois as mudanças que são essenciais para o seu bem-estar entram em ação.

Os canais de notícias da mídia alternativa lhes dão breves relances edificantes do que está se passando, mas quando a verdadeira natureza e a extensão do que está acontecendo forem amplamente conhecidas, sua alegria e surpresa os inspirarão com felicidade ilimitada.

O tão procurado e esperado processo de despertar da humanidade está se desenrolando aceleradamente, pois mais e mais de vocês são atraídos pela percepção de que a bondade, a gentileza e a compaixão são os atributos que permitirão e possibilitarão a resolução de problemas e desacordos muito mais efetiva, apropriada e satisfatoriamente e de que a inflexibilidade resoluta, o desprezo e a imposição têm sido os métodos de negociação favorecidos por tanto tempo.

Acordos realizados com raiva, frustração e a partir do sentimento de desesperança e desespero, têm se demonstrado conclusivamente, hora após hora, que provocam grave ressentimento e verdadeiramente nunca são honrados ou aceitos.

Eles podem ser impingidos por um tempo, mas depois eles falham, e aqueles a quem esses acordos foram impostos se oporão.

A paz e a prosperidade nunca podem ser alcançadas com lutas e guerras que aniquilam e privam, porque até mesmo os vencedores vivem em medo - medo de que os derrotados no fim irão se revoltar contra eles.

Consequentemente, eles desperdiçam seu tempo e seus recursos no fortalecimento de suas defesas, e a alegria e felicidade escapam totalmente deles.

Agora que isto está muito bem compreendido, abriu-se o caminho para as pessoas se unirem com uma sinceridade verdadeira para resolver suas questões e pontos de desacordo de uma maneira que produza soluções reais que beneficiam a todos os envolvidos.

E estas mudanças de coração e atitudes são o que os levarão triunfantemente para a era de paz e prosperidade para todos, pela qual vocês têm esperado e orado por tanto tempo.

Muitos de vocês têm se desencorajado, pois os anos têm passado e as guerras, crises econômicas e estados de desigualdade social continuam recorrendo, enquanto as lições que essas situações têm apresentado não são reconhecidas ou são ignoradas.

O fim desses ciclos repetitivos dolorosos e deprimentes agora está na mão, pois as pessoas estão se unindo com a compreensão de que vencer significa que todos devem ter êxito, e com a maturidade, a sabedoria e generosidade de espírito fará com que o fim chegue.

Esta grande união de grupos discrepantes para resolver as questões e problemas que os têm atormentado por éons é uma demonstração excelente e edificante do que a generosidade e a bondade de espírito podem alcançar, pois é demonstrada a compaixão para todos que estão sofrendo, independentemente das circunstâncias que podem ter provocado esse estado, e a ajuda necessária para sair do medo e da miséria é fácil e voluntariamente providenciada.

Não há nenhuma razão para que toda humanidade não possa compartilhar em abundância o que o planeta proporciona, e conforme as mudanças essenciais que garantirão que isto aconteça estão em andamento, vocês ficarão surpresos com a rapidez com que as causas da pobreza e da privação podem ser eliminadas.

Realmente um tempo de grande alegria está se aproximando, em que as misérias que têm envolvido tantos por tanto tempo estarão totalmente erradicadas e todos poderão felizes olhar para frente no conhecimento de que as futuras gerações terão um padrão de vida que sentirão orgulho em honrar vocês pelo que vocês realizaram.

A ninguém nunca mais faltará o que é essencial para viver, o que os honrará e possibilitará que aproveitem totalmente seus talentos criativos, pois é a Vontade divina de Deus e sua, que se unam para envolver todos no Amor, ao qual todos os filhos d'Ele têm igualmente o direito.

Com muito amor, Saul.


Fonte: http://johnsmallman.wordpress.com/
Tradução: SINTESE

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