OKAY – CIDADE INTRATERRESTRE
Situada na Chapada Diamantina, BA/Brasil
Do mar vieram as grandes
navegações, que ampliaram para os
homens os horizontes antes diminutos.
Do espaço reluziram as naves, que
revelaram a pequena e insignificante
existência humana.
Do interior da Terra jorra a Luz do
Amor fecundo de Deus, revelando aos
homens que só através do AMOR nos
tornamos verdadeiramente grandes.
navegações, que ampliaram para os
homens os horizontes antes diminutos.
Do espaço reluziram as naves, que
revelaram a pequena e insignificante
existência humana.
Do interior da Terra jorra a Luz do
Amor fecundo de Deus, revelando aos
homens que só através do AMOR nos
tornamos verdadeiramente grandes.
Ismael
Guia espiritual do Brasil
Guia espiritual do Brasil
01. A caminho de Porto Cristal
Quando fecho os olhos, ainda no carro, vejo muitas naves voando muito baixo. À nossa frente, vejo um ponto girando com intensa energia.
Acho que é um Portal. Ás 15h, paramos para a concentração. As naves continuam circulando no local. Os tripulantes são seres diferentes. Têm o corpo comprido e fino. Acho estranho. Tento fazer contato sem sucesso. Pouco depois, surgiu diante de nós um unicórnio branco, lindo. Fica parado a nos observar. Juntam-se a ele cavalos pretos, malhados e outros. Ficam olhando, depois partem em disparada. (Obs. Tudo isso noutra dimensão, acima da
3a).
Saí dali e fui levada a um lindo lugar, onde caía água do teto e das paredes. Estas eram circulares. Existia uma passagem por entre as águas. Tudo muito azul. Abaixo de nós, água cristalina refletindo a imagem das paredes e do teto, tornando tudo sem definição precisa. Dali, partia um longo canal de água com alguns quilômetros de extensão.
Entramos numa embarcação. A proporção em que navegávamos, pareceu-me que as águas tornavam-se agitadas e subiam, querendo nos engolir. Olhei para o meu acompanhante e este permanecia imóvel a me observar. Também permaneci imóvel, imitando-o; se aquilo era um teste de coragem ao qual me submetiam, eu passei.
Chegamos a uma praia e descemos da embarcação. Subimos uma encosta e depois uma escada muito íngreme. Quando chegamos ao fim da escada, havia um pequeno platô que cabia apenas nós dois, com muito cuidado e atenção. Olhei para baixo e o que vi me encantou: uma cidade de cristal, o núcleo central da cidade de Okay.
Não era ainda permitido o meu acesso à Cidade. Fiquei sem graça, porém o intra que me acompanhava me disse:
– Seguiremos conforme a programação do vosso Mestre.
Primeiro as informações.
Vi ruas imensas, com canais interligando os vários outros núcleos daquela cidade. Os canais formavam intrincado desenho. Dentro e fora da cidade havia intensa atividade de seres, inclusive pássaros, que por ali voavam, entrando e saindo do subterrâneo para a superfície. Os seres usavam veículos que desconheço. Existiam trilhas camufladas de acesso à superfície, invisíveis aos olhos dos seres humanos. Havia um vai e vem intenso de pequenas naves.
Os habitantes de Okay são joviais, alegres, conhecem o porquê da transição planetária e, vibra- lhes na alma o impulso evolutivo. Sentem-se felizes ante o ensejo de crescimento espiritual na escala evolutiva, pois sabem que a vibração de todos os seres em ascese, subirá um degrau. Na superfície, os okayenses circulam pelos povoados humanos, observando e comparando o nosso modo de vida ao deles, todavia são invisíveis aos olhos das pessoas.
Quando visitamos os homens e estes de alguma forma sentem nossa presença, afastamo-nos rapidamente. Descortinai irmãos, o véu da ignorância e, abri vossas mentes para outras formas de vida pulsante como a vossa, a vos estender as mãos. Lamentamos a forma lenta como as criaturas despertam a consciência para a Criação, demorando seus espíritos no culto a dor porque, quando os humanos rebelam-se contra os desígnios do Mais Alto, colhem somente dores e sofrimentos.
Orcadim – 26/10/2002
Nota.: Isso me fez lembrar quando visitei a Chapada Diamantina pela 1a vez, em outubro de 1997. Viajou comigo uma médium de nosso Grupo e ela viu, várias vezes, seres de Okay andando pelo lugar. Foi exatamente no vilarejo de Xique Xique do Igatu, hoje somente Igatu. Ela chegou a conversar mentalmente com um deles.
02. Saudações de um okayense
Vejo brilhando a entrada de uma cidade intraterrestre. Fomos envolvidas por uma bolha transparente que girou com intensidade e, nos fez voltar no tempo para uma época primitiva, no tempo dos dinossauros e outros répteis que voavam. Tudo escuro, raios e trovões intensos. Um meteorito negro caiu formando uma grande cratera e a bola negra afundou terra à dentro. Não sei se foi ai que surgiu o Buraco do Possidônio (ponto turístico no Morro do Chapéu/BA). Mesmo quando o visitamos, não deu para saber, pois a energia do lugar era muito desagradável e saímos de lá rapidamente. Ficamos sabendo depois que ali era um matadouro clandestino.
Na segunda concentração, já em outro local, continuei a ver a Terra na era dos dinossauros. O Planeta sofria intensas convulsões.
Alguém me dizia que as marcas dos acontecimentos planetários ficaram gravadas na Terra, registrando o elo das muitas eras passadas. Depois fomos envolvidos por energia agradável, de cor rosa, e vi algumas criaturas que brilhavam muito. Encaminharam-se em nossa direção, e saudaram-nos:
– Saudamo-vos irmãos, em nome da Luz!
É com alegria em nossos corações que novamente nos vemos.
Soubemos dos vossos avanços espirituais e sentimo- los nesse instante. Muitas transformações se operaram na Terra, desde nosso último encontro. O Resgate se processa de forma acelerada em todos os níveis da Terra.
As cidades intraterrestres já passaram da fase de treinamento. Agora, muitos seres humanos se encontram entre nós, trabalhando e aguardando os resgatados, que chegam a todo momento.
Sois destemidas Guerreiras!
Salve a Força! Salve a Luz!
Orcadim – 07/09/2002
Um intraterrestre amigo da Cidade de Okay que conhecemos (em nível de outra dimensão) em 10/97 quando visitamos pela primeira vez a Chapada Diamantina/BA.
03. Pelo bem do planeta
Os okayenses crescem conscientes que habitam o interior do planeta. Suas mentes e corações são impulsionados, ao aperfeiçoamento de si próprios e da coletividade, a amar os irmãos de fora, mesmo que estes façam tudo para destruir sua morada.
Os estudiosos da superfície, quando sinceros em seus propósitos de aprendizagem para o progresso das coletividades, recebem a ajuda dos intraterrenos, com a devida autorização do Alto e de seus Instrutores, na forma de intuição acerca do estudo que realizam. Todo aquele que trabalha, visando o bem do planeta e de seus habitantes, sempre recebe ajuda dos que lhes são superiores.
Orcadim – 26/10/2002
Trecho do livro Cidades Intraterrenas, o Despertar da Humanidade – GER