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sábado, 24 de setembro de 2011

O SIMBOLISMO DA SERPENTE & A Arqueoastronomia



arqueoastronomia
O SIMBOLISMO DA SERPENTE
de William Henri (inglês)
tradução: (espanhol) - Adela Kaufman
tradução (português) por Carol Beck
In 2012, Puerta Etelar de los Dioses - BIBLIOTECA PLEIADES

A profecia maia diz que uma "escada" surgirá no centro da Via Láctea no ano de 2012; da escada "descerá" uma serpente, o deus Quetzalcoalt. Essa escada é uma imagem representativa de um fenômeno celeste, uma tentativa de explicar ou definir uma "abertura" que se forma no espaço por onde passam viajantes interestelares com destino à Terra. Em outras palavras, a escada é uma alegoria para os hoje conhecidos worm holes (buracos de minhoca). A serpente enrodilhada também pode ser interpretada da mesma maneira: seu corpo dobrado sobre si mesmo parece uma espiral. A serpente que morde a própria cauda é um antigo símbolo do infinito que, estilizado, assemelha-se a um "8" deitado - ∞; é o Leminiscato, figuração do Infinito

Os Maias dizem que em 2012 um grande basilisco vai surgir no centro da nossa galáxia, a Via Láctea; virá para liquidar esta humanidade, para que os homens alcancem a iluminação. O pesquisador John Major Jenkins propôs que o termo arcaico "a grande serpente" representa um intercâmbio com termo científico moderno de "buraco de verme", "buraco de minhoca" ou, ainda, "porta estrelar" (worm hole) que uma formação cósmica semelhante a um túnel que une duas regiões do espaço. Se Jenkins estiver certo então a simbologia da serpente é mais um forte indício de que em remoto passado, a Terra foi visitada por seres de outro planeta.


Uma das principais razões dos detratores, que dizem que é impossível contato com civilizações extraterrestres, são as imensas distâncias que separam a Terra do planeta habitável mais próximo.  


O Dr.Carl Sagan era um deles; se há um milhão de civilizações tecnológicas viáveis em uma galáxia semelhante à Via Láctea, a uma distância aproximadamente de uns 300 anos luz - que é tempo que a luz viaja em um ano (um pouco menos de seis trilhões de milhas) - isto significa que o tempo de trânsito em sentido único de uma comunicação interestrelar para uma civilização mais próxima será de 300 anos.


Em seu livro Contato, sobre o primeiro contato com uma civilização extraterrestre, Sagan propõe uma porta estrelar ou buraco espiralado como uma maneira cientifica válida, enquanto hipótese, de uma "civilização tecnologicamente avançada" viajar para Terra. O Dr. Paul Davis, em artigo publicado na Scientific American, nota que há dois tipos possíveis de portais estrelares: aqueles que ocorrem naturalmente, que são conseqüências do Big Bang e os subatômicos que são abertos com aceleradores de partículas.

Na Índia, os Nagas são criaturas reptilianas, cobras
[ou dragões, na China] e simbolizam a Sabedoria.

Serpentes ─ Um símbolo que se repete em mitologias antigas é a Serpente. Zecharia Sitchin, especialista em escrita cuneiforme e que estuda hipótese da colonização da Terra por viajantes de outro planeta, identifica a serpente como um símbolo que remete ao mítico Nibiru, o mundo dos Anunaki, que teriam produzido a raça humana em laboratórios de genética, implantado os princípios da civilização entre suas criaturas (os homo sapiens) e, finalmente, teriam voltado para Nibiru deixando a expectativa de um retorno próximo entre os povos da Mesopotâmia de mais de cinco mil anos atrás.

René Guenon, místico francês diz que é a Espada Flamejante é uma porta em direção ao céu. Entre as páginas desses dois estudiosos podemos encontrar visões assombrosas. "Nibiru" (mais corretamente transcrita como "neberu") pode significar várias coisas e há várias histórias sobre a serpente emplumada dos Maias (e a espada flamejante da porta do Éden).

Para os sumérios Nibiru era um criador de vida. Era o "o criador dos grãos e das ervas que causa o crescimento da vegetação... quem abre os poços, proporcionando água em abundância" - o irrigador do céu e da terra". Nibiru era o A.SAR.U.LU.DU que significa " rei corpulento, alto, luminoso cuja luz é abundante". As pinturas mostram-no com um raio saindo do corpo, segundo Sitchin.

Os editores do Dicionário Assírio de Chicago (CAD), localizaram e compilaram todos os lugares em que aparece a palavra "nibiru" e formas relacionadas a essa palavra nas tábuas existentes. Uma olhada no CAD (volume N-2, p 145-147) nos diz imediatamente que a palavra tem uma variedade de significados, todos relacionados com a idéia de "cruzamento" ou sendo alguma classe ligada de "marcador de cruz" ou "ponto de cruz".

Entre os maias, a serpente, a escada e a espiral aparecem com freqüência com as formas estilizadas em totens e pirâmides. O deus e Salvador dos Maia , Quetzocoalt, é a Serpente Emplumada; emplumada porque associada aos pássaros; porque voa!

A cruz é o símbolo do Deus supremo Annunaki, Anu, e Annu é o lugar no Egito onde o equinócio se cruza, também de Anit (Neith, Isis, Issa e Mary), quem trás o menino diante da cruz. A "idéia raiz" do grupo de palavras nibiru e suas formas quase sempre significa algo como "cruzando", "a porta".

"Permita a Nibiru ser o possuidor do cruzamento entre o céu e a terra" - diz um texto. No Épico de Gilgamesh, por exemplo, nós lemos a frase (repetida mais tarde por Jesus no Sermão da Montanha): "Preciso de um ponto de cruzamento (nibiru;uma entrada), e esse trecho é o caminho para ele."

"A Barca, o transporte"; "o meio de transporte";" "(el acto) de transportar" também são definições de Nibiru. Esta é a mesma definição de Makara. Quando se classificam os significados acumulados de Nibiru, podemos interpretar a palavra como referindo-se a uma "estrela, porta, ponto de cruzamento."

Nibiru é um Planeta Ponte, que conecta o material, o lado mortal da humanidade com a nossa mais alta natureza imortal e espiritual. O lugar oposto à Terra é o Jardim do Edén, com centenas de milhões de galáxias, similares com a nossa, e isso compreende o universo conhecido.

Os sumérios e babilônicos celebram a nave serpente como veiculo de EA (o Kronos/Saturno grego). Os sacerdotes de Lagash o conhecem como Ningirsu, "a nave querida"; "um veiculo celestial que sobe até o dique mais profundo". De resto a nave de EA, chamada de o barco-Magur e estimado como "Grande Barco do Céu", é uma das imagens mais representadas pela arte Mesopotâmica. Tão estreitamente está E.A.(Enki) conectado com este barco serpente do céu que ele aparece retratado no barco serpente.

Compare a imagem artística do barco serpente com a imagem egípcia do Livro dos Mortos. Ambos retratam o barco serpente navegado sobre outra serpente. Nos detalhes na ilustração do Livro dos Mortos vemos que a nave serpente (buraco vermifugado), na forma de uma dupla serpente, descansa sobre a montanha do mundo, a Colina Pristina, representada em primeira instância como um pilar de apoio, e em segunda instância uma coluna de água.

Caracterizado como o Escaravelho do Céu, o vôo mitológico dos degraus, a conexão entre a nave e a escada é palavra khet - egípcia que significa "degraus" e também "mastro da nave". "O Mastro da Nave" é o Escaravelho do Céu por que a própria nave é o condutor entre a Terra e o Céu.

A evidência pictórica se complementa com os textos que mostram o tema de uma nave girando, lembrando um cruzamento num círculo ao redor da proteção do pilar cósmico, a montanha do mundo. É o mito da garça cruzando as águas da vida na Barca ou a Arca de Milhões de anos. Em sua pintura mostrada, a garça senta em cima desta Arca - a nave serpente de duas cabeças - o escaravelho do céu. Duas garças sentam em cima dos degraus da Arca empoleiradas no pilar. Os quatro ventos de Hórus estão embaixo delas. Como podemos ver, o simbolismo sumério, egípcio e maia retratam o mesmo conceito. A nave serpente dos Deuses se transforma em um homem serpente barbado na terra.

FONTE: http://neocodex.vilabol.uol.com.br/carolbeck/06022007.htm

 
Arqueoastronomia

Alinhamento de rochas na Irlanda, uma tentativa em encontrar padrões estatísticos nos astros

Arqueostronomia é o estudo da astronomia praticada por povos pré-históricos, através de seus monumentos construídos pela observação dos astros que deu início à organização dos ciclos e contagem do tempo. Estuda os sítios arqueológicos onde existem construções de interesse da astrologia que foram posicionados usando-se conhecimentos de astronomia entre eles Stonehenge e a posição de algumas esculturas de barro como as pirâmides.

Círculo de Goseck

Coordenadas: 51° 12′ 01″ N, 11° 51′ 51″ O
Esquema do sítio do Círculo de Goseck. As linhas amarelas representam a direção do nascente e do poente do Sol no Solstício de Inverno, enquanto a linha vertical mostra o meridiano astronômico.

O Círculo de Goseck localiza-se em Goseck, no Distrito de Weissenfels, no Estado de Saxônia-Anhalt, na Alemanha.

Trata-se de um sítio arqueológico descoberto a partir de fotografias aéreas de um campo de trigo em 1992, divulgado no ano seguinte, que vem sendo considerado como o Stonehenge alemão, devido à semelhança de sua estrutura com a primeira etapa construtiva do círculo megalítico na Inglaterra. A sua importância reside em ser, simultâneamente, o mais antigo observatório solar da Europa e o mais antigo templo da Europa Central. Além de local para observações, o sítio também era usado como calendário e como centro cerimonial e religioso dos povos do Neolítico, como parecem sugerir a descoberta, no local, de vestígios de bois decapitados e de dois fragmentos de esqueletos humanos, todos apresentando marcas de cortes.

A datação do sítio, baseada em restos de cerâmica no local, indica que foi erguido cerca de 4900 a.C. A sua dimensão original era de 75 metros de largura, tendo consistido de quatro círculos concêntricos, os dois externos sendo depressões (fossos), e os internos estruturas de madeira (paliçadas), com dois metros de altura. Os círculos eram rasgados por três portais, voltados a Sudoeste, Sudeste e Norte. No solstício de inverno (21 de dezembro), a trajetória do Sol (nascente e poente) podia ser acompanhada por um observador postado no centro do círculo, voltado para os portais do Sudeste e Sudoeste, respectivamente.

Existe semelhança entre o ângulo solsticial dos portais com os ângulos identificados no disco de Nebra, descoberto a cerca de 25 quilômetros de distância do sítio de Goseck. O artefato consiste num disco de bronze, com representações estilizadas do Sol, da Lua, de estrelas e do aglomerado das Plêiades (constelação zodiacal/eclíptica do Touro), além das figuras de uma embarcação e de arcos. A semelhança desses ângulos demonstra uma continuidade na tradição de observação do cosmos em Goseck, uma vez que o disco é mais recente, datado de 1600 a.C..

As escavações em ambos os locais comprovam que o tipo de sociedade que elaborou esses objetos era baseada na domesticação de animais, pastoreio e agricultura. Esses povos necessitavam observar e registrar os movimentos dos astros, tanto para a elaboração de calendários para época de plantio, como para demarcações de sazonalidades relacionadas com motivações mitológicas e religiosas.

Disco de Nebra

Coordenadas: 51°17'02" N 11°31'12" E
O Disco de Nebra após as escavações (representação gráfica simplificada)

O Disco de Nebra é uma placa em bronze com aplicações a ouro, originária da Idade do Bronze, onde se crê estarem representados fenómenos astronómicos e símbolos religiosos. É considerada como a mais antiga representação objectiva do firmamento (abóbada celeste) e, consequentemente, um dos achados arqueológicos mais significativos da nossa época.

O disco foi encontrado numa câmara de pedra, enterrado cuidadosamente na vertical, durante escavações ilegais em 1999 em Mittelberg, nas proximidades da cidade de Nebra em Sachsen-Anhalt, Alemanha. De acordo com outros achados originários da mesma escavação (espadas de bronze, machados, entre outros) deduz-se que o disco terá sido enterrado em c. 1600 a.C., e criado entre 1700 a 2100 a.C.. Desde 2002 o disco pertence ao espólio do Museu Pré-Histórico de Sachsen-Anhalt em Halle.

Descrição

A placa apresenta uma forma circular com perímetro de cerca de 32 centímetros, uma espessura que varia entre os 4,5 milímetros no centro e 1,7 milímetros nas extremidades, e pesa aproximadamente 2 quilogramas. O disco é feito de bronze, uma liga metálica de cobre e estanho, sendo que o seu cobre é oriundo da região de Mühlbach am Hochkönig (Áustria) na zona oriental dos Alpes. Juntamente com uma reduzida percentagem de estanho de 2,5%, apresenta uma percentagem de arsénio de 0,2, quantidade típica para a Idade do Bronze. A placa terá sido aquecida diversas vezes com o objectivo de evitar rachas no material levando a que assumisse uma coloração entre o castanho escuro e o preto. A coloração esverdeada atual do disco deve-se a uma camada de corrosão de malaquite que surgiu só após um longo período de enterramento.

Evolução dos elementos formais

Nas incrustações a ouro foram constantemente sendo feitos acréscimos e alterações, apresentando a composição, inicialmente, uma circunferência maior à esquerda (sol ou lua-cheia), uma meia-lua à direita, e 32 pequenas circunferências (de entre as quais 7 se encontram agrupadas entre a circunferência e a meia-lua) interpretadas como estrelas.

Mais tarde foram inseridos dois arcos (um na extremidade esquerda e outro na direita – orientação Este-Oeste) que foram criados com ouro de outra proveniência. De modo a arranjar espaço para estes novos elementos um dos pequenos círculos do lado esquerdo foi movido um pouco em direcção ao centro e outros dois foram tapados do lado direito, apresentando o disco agora somente 30 dos 32 pequenos círculos iniciais. Estes dois arcos ficaram conhecidos como os Arcos do Horizonte.

A última alteração consiste no acréscimo de uma nova curva, também feita a partir de ouro de outra proveniência, colocada na base e interpretada como uma Barca solar. Esta curva apresenta no seu interior duas linhas paralelas que percorrem toda a forma, e também finas incisões nos cantos.

Na altura do seu enterramento já faltava o Arco de Horizonte da esquerda e o disco apresentava no bordo 40 furos regulares com cerca de 3 milímetros cada. É possível que se relacionassem com uma qualquer tentativa de periodização.

A danificação no canto superior esquerdo, assim como a da circunferência grande, foi provocada durante a escavação.

Primeira fase do disco

Segunda fase do disco: acréscimo dos Arcos do Horizonte

Terceira fase do disco: acréscimo da Barca

Interpretação

Relativamente à interpretação, as opiniões dos especialistas divergem, sendo que não é possível afirmar com certeza qual o significado de cada elemento.

Os pequenos círculos de ouro representam possivelmente estrelas, onde o agrupamento de destaque composto por 7 círculos poderá ser a representação do aglomerado estelar das Plêiades, pertencentes à constelação Taurus. As outras estrelas não são identificáveis, deduzindo-se que se tratem de elementos puramente decorativos arranjados de modo a dar a ideia de céu estrelado.

O grande círculo da esquerda é interpretado como um sol ou uma lua cheia, e a forma da direita como uma lua em quarto-crescente.

Os dois arcos laterais representarão os locais onde se levanta e põe o sol ao longo do ano. O ângulo que abarcam, de 82º, equivale ao ângulo que formam o levantamento e o ocaso solar entre os solstícios de Inverno e de Verão na latitude em que o disco foi encontrado.

A barca solar aparenta ter mais relação com a religião de que com a astronomia. É encontrada por toda a Europa em escavações arqueológicas que remetem para a Idade do Bronze e é bastante frequente nas pinturas rupestres escandinavas.

O disco orientado entre os montes Mittelberg e Brocken com representação do pôr do sol.

Início do Outono e da Primavera: pôr do sol na altura do equinócio. O monte Brocken está a 41º à direita do sol.

Solstício de Inverno: o pôr do sol alcança o ponto mais a Sul. O monte Brocken está a 82º à direita do sol.


Stonehenge

Coordenadas: 51° 10' 43,91" N 001° 49' 34,37" W
Monumento de Stonehenge, sul da Inglaterra.
Localização de Stonehenge, na Grã-Bretanha.

Stonehenge (do inglês arcaico "stan" = pedra, e "hencg" = eixo) é um monumento megalítico da Idade do Bronze, localiza-se na planície de Salisbury, próximo a Amesbury, no condado de Wiltshire, no Sul da Inglaterra.

Constituí-se no mais visitado e bem conhecido dos círculo de pedras britânicos, e acredita-se que foi projectado para permitir a observação de fenómenos astronómicos, nomeadamente os solstícios do Verão e do Inverno, eclipses, e outros.

Mitos, lendas e teorias
Localização de Stonehenge, na Grã-Bretanha.

Denominado pelos Saxões de "hanging stones" (pedras suspensas) e referido em escritos medievais como "dança dos gigantes", existem diversas lendas e mitos acerca da sua construção, creditada a diversos povos da Antiguidade.

Uma das opiniões mais populares foi a de John Aubrey. No século XVII, antes do desenvolvimento dos métodos de datação arqueológica e da pesquisa histórica, foi quem primeiro associou este monumento, e outras estruturas megalíticas na Europa, aos antigos Druidas. Esta idéia, e uma série de falsas noções relacionadas, difundiram-se na cultura popular do século XVII, mantendo-se até aos dias atuais.

Na realidade, os Druidas só apareceram na Grã-Bretanha após 300 a.C., mais de 1500 anos após os últimos círculos de pedra terem sido erguidos. Algumas evidências, entretanto, sugerem que os Druidas encontraram os círculos de pedra e os utilizaram com fins religiosos.

Outros autores sugeriram que os monumentos megalíticos foram erguidos pelos Romanos, embora esta idéia seja ainda mais improvável, uma vez que os Romanos só ocuparam as Ilhas Britânicas após 43, quase dois mil anos após a construção dos círculos de pedra.

Somente com o desenvolvimento do método de datação a partir do Carbono-14 estabeleceram-se datas aproximadas para os círculos de pedra. Durante décadas não foram formuladas explicações plausíveis para a função dos círculos, além das suposições de que se destinavam a rituais e sacrifícios.

A arqueoastronomia
Nascer do Sol sobre Stonehenge na manhã do solstício de verão (21 de junho de 2005).

Nas décadas de 1950 e de 1960, o professor Alexander Thom, coordenador da Universidade de Oxford e o astrônomo Gerald Hawkins abriram caminho para um novo campo de pesquisas, a Arqueoastronomia, dedicado ao estudo do conhecimento astronômico de civilizações antigas. Ambos conduziram exames acurados nestes e em outros círculos de pedra e em numerosos outros tipos de estruturas megalíticas, associando-os a alinhamentos astronômicos significativos às épocas em que foram erguidos. Estas evidências sugeriram que eles foram usados como observatórios astronômicos. Além disso, os arqueoastrônomos revelaram as habilidades matemáticas extraordinárias e a sofisticação da engenharia que os primitivos europeus desenvolveram, antes mesmo das culturas egípcia e mesopotâmica. Dois mil anos antes da formulação do teorema de Pitágoras, constatou-se que os construtores de Stonehenge incorporavam conhecimentos matemáticos como o conceito e o valor do π (Pi) em seus círculos de pedra.

A explicação científica para a construção está no ponto em que o lugar tenha sido concebido para que um observador em seu interior possa determinar, com exatidão a ocorrência de datas significativas como solstícios e equinócios, eventos celestes que anunciam as mudanças de estação. Para isto bastando se posicionar adequadamente entre os mais de 70 blocos de arenito que o compunham e observa-se na direção certa. Esta descoberta se deu em 1960, demonstrando através da arqueologia que os povos neolíticos a 3000 anos antes de Cristo já tinham este conhecimento. A importância estaria vinculada diretamente a agricultura dos povos da época. Segundo o historiador Johnni Langer, a vida dos povos agrícolas está ligada ao ciclo das estações, e o homem pré-histórico precisava demarcar o tempo para saber quais eram as melhores épocas para colheita e semeadura, e a observação do céu nasce daí.[1]

Características

Stonehenge é uma estrutura composta, formada por círculos concêntricos de pedras que chegam a ter cinco metros de altura e a pesar quase cinqüenta toneladas, onde se identificam três distintos períodos construtivos:

* O chamado Período I (c. 3100 a.C.), quando o monumento não passava de uma simples vala circular com 97,54 metros de diâmetro, dispondo de uma única entrada. Internamente erguia-se um banco de pedras e um santuário de madeira. Cinquenta e seis furos externos ao seu perímetro continham restos humanos cremados. O círculo estava alinhado com o pôr do Sol do último dia do Inverno, e com as fases da Lua.
* Durante o chamado Período II (c. 2150 a.C.) deu-se a realocação do santuário de madeira, a construção de dois círculos de pedras azuis (coloridas com um matiz azulado), o alargamento da entrada, a construção de uma avenida de entrada marcada por valas paralelas alinhadas com o Sol nascente do primeiro dia do Verão, e a ereção do círculo externo, com 35 pedras que pesavam toneladas. As altas pedras azuis, que pesam quatro toneladas, foram transportadas das montanhas de Gales a cerca de 24 quilômetros ao Norte.
* No chamado Período III (c. 2075 a.C.), as pedras azuis foram derrubadas e pedras de grandes dimensões (megálitos) - ainda no local - foram erguidas. Estas pedras, medindo em média 5,49 metros de altura e pesando cerca de 25 toneladas cada, foram transportadas do Norte por 19 quilômetros. Entre 1500 a.C. e 1100 a.C., aproximadamente sessenta das pedras azuis foram restauradas e erguidas em um círculo interno, com outras dezenove, colocadas em forma ferradura, também dentro do círculo.

Estima-se que essas três fases da construção requereram mais de trinta milhões de horas de trabalho.

Recolhendo os dados a respeito do movimento de corpos celestiais, as observações de Stonehenge foram usadas para indicar os dias apropriados no ciclo ritual anual. Nesta consideração, é importante mencionar que a estrutura não foi usada somente para determinar o ciclo agrícola, uma vez que nesta região o Solstício de Verão ocorre bem após o começo da estação de crescimento; e o Solstício de inverno bem depois que a colheita é terminada. Desta forma, as teorias atuais a respeito da finalidade de Stonehenge sugerem seu uso simultâneo para observações astronômicas e a funções religiosas, sendo improvável que estivesse sendo utilizado após 1100 a.C..

A respeito da sua forma e funções arquitetónicas, os estudiosos sugeriram que Stonehenge - especialmente seus círculos mais antigos - pretendia ser a réplica de um santuário de pedra, sendo que os de madeira eram mais comuns em épocas Neolíticas.

No dia 21 de Junho, o Sol nasce em perfeita exatidão sob a pedra principal.

Segundo dados mais recentes, obtidos por arqueólogos chefiados por Mike Parker Pearson, Stonehenge está relacionada com a existência do povoado Durrington. Este povoado formado por algumas dezenas de casas construídas entre 2600 a.C. e 2500 a.C., situado em Durrington Walls, perto de Salisbury, é considerada a maior aldeia neolítica do Reino Unido. Segundo os arqueólogos foi aí encontrada uma espécie de réplica de Stonehenge, em madeira.

Notas

1. ↑ Revista Galileu. Outubro de 2005, n. 171. pg 54

Bibliografia

* WILSON, Colin. Atlas dos Lugares Sagrados. São Paulo: Editora Três, s.d. 192p. il. ISBN 8573681187.
* Revista Galileu. Outubro de 2005, n. 171. pg 54


Cromeleque dos Almendres

38° 33′ N 08° 3′ W
Cromeleque dos Almendres.

O Cromeleque dos Almendres é um monumento megalítico que está situado numa encosta voltada a nascente, na freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe, concelho de Évora, Distrito de Évora.

Trata-se do monumento megalítico mais importante de toda a Península Ibérica, não só devido à sua dimensão, mas também, devido ao seu estado de conservação. É também considerado um dos mais importantes da Europa.

Está classificado pelo IPPAR como Imóvel de Interesse Público desde 1974 [1].

Cronologia
A formação desse cromeleque foi iniciada no final do Sexto milénio a.C. e terminada no Terceiro milénio a.C..

* No Neolítico Antigo Médio foi erigido um conjunto de monólitos, agrupados em três círculos concêntricos.
* No Neolítico Médio foi erigido um novo recinto com a forma de duas elipses concêntricas, mas irregulares.
* No Neolítico Final foram acrescentados aos dois recintos existentes alguns monólitos com gravuras de marcada influência religiosa.

Estrutura
Os monólitos, alguns com três metros de altura, foram colocados sobre alvéolos ou cavidades, previamente preparados. Actualmente existe planta da disposição de todos esses monólitos, estando todos numerados, possibilitando a identificação das características individuais de cada um.

Os dois recintos contíguos apresentam orientação nascente-poente.

* O recinto mais a Oeste, em forma de círculo, é o mais antigo e foi edificado no Neolítico Antigo Médio.

É constituído por três círculos concêntricos, apresentando vinte e quatro monólitos. O círculo exterior tem aproximadamente 18,8 metros de diâmetro, e o círculo interior cerca de 11,4 metros.

* O recinto mais a Leste, em forma de elipse, é o recinto edificado no Neolítico Médio e constituía-se por 56 menires, na sua origem.

Esse recinto é formado por duas elipses concêntricas, em que a maior apresenta as seguintes dimensões: eixo maior 43,6 metros e o menor, 32 metros.

* No interior do recinto em forma de elipse, foram colocados, já no Neolítico Final, alguns novos menires, assim como foram gravadas algumas figuras em relevo em alguns dos já existentes.

Descoberta e estudo do cromeleque

O Cromeleque dos Almendres foi descoberto em 1964 por Enrique Leonor Pina, quando procedia ao desenho da Carta geológica de Portugal.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Arqueoastronomia

PRIMAVERA - MAGIA DAS FADAS E A Relação da Celebração da Páscoa Com Os Antigos Rituais Da Primavera.



Equinócio de Setembro:

Começa a primavera no hemisfério Sul


 


“Quando o primeiro bebê riu pela primeira vez, o riso quebrou em mil pedaços e eles saíram saltitando, e esse foi o começo das fadas.
E agora, quando cada novo bebê nasce, em sua primeira risada, torna-se uma fada.
Então devia haver uma fada para cada menino e menina.”

RITUAIS DE PRIMAVERA
Por: Rose Aielo Blanco*


"Quando as nuvens parecerem pedras e flores, a terra será renovada por chuvas de primavera".

E chega a primavera! É o despertar da natureza que sai de seu repouso de inverno e traz um renascer, uma renovação que invade a vida vegetal e animal. Para nós, humanos, também é um tempo de recarregar as energias, absorver a força da natureza, revigorar e rejuvenescer.

Povos antigos realizavam rituais a cada mudança de ciclo da natureza, ou seja, a cada mudança de estação. E os rituais de primavera eram valorizados por celebrarem a fertilidade, para marcar o início de um período de abundância e generosidade da Mãe Natureza.

Nessa época, no Equinócio da Primavera, povos antigos da Europa celebravam rituais em homenagem à deusa Eostar, também chamada Eostre, Ostera ou Esther - a deusa que presidia o nascimento da primavera e o despertar da vida na Terra.

O ritual do Equinócio da Primavera também recebia vários nomes, como Sabá do Equinócio da Primavera, Sabá do Equinócio Vernal, Festival das Árvores, Ostara e Rito de Eostre. Era essencialmente um rito de fertilidade. A deusa Eostre era simbolizada segurando um ovo na mão e observando um coelho pulando aos seus pés.

Mais tarde, o cristianismo transformou esta festa na Páscoa. A própria palavra "Esotre" ou "Ostara" deu origem ao termo Easter (Páscoa, em inglês). No hemisfério Norte, a Páscoa é celebrada justamente próximo ao início da primavera. Até os dias atuais, o Domingo de Páscoa é determinado pelo antigo sistema do calendário lunar, colocando este dia sagrado para os cristãos no primeiro domingo após a primeira lua cheia, ou após o Equinócio da Primavera. E a Páscoa celebra justamente a ressurreição, o renascimento.

Outros fatores também podem indicar a relação da celebração da Páscoa com os antigos rituais da primavera. O coelho e os ovos, além de participarem da representação da deusa Eostre, eram antigos símbolos de fertilidade e renascimento. Além disso, decorados e pintados com vários símbolos mágicos, os ovos eram lançados ao fogo ou enterrados como oferendas à Deusa. Ovos cozidos também eram consumidos durante os ritos de primavera, junto com outros alimentos sagrados como bolo de mel e frutas da estação.

Os celtas realizavam no Equinócio de Primavera o ritual de Ostara - que marcava o ponto nodal no giro da roda do ano, quando o poder da luz começa a ganhar ascendência sobre o poder das trevas. Uma simbologia interessante, pois em Ostara, a duração da noite e do dia são iguais. A luz começa a vencer a escuridão e a partir daí o dia terá maior duração que a noite, inspirando a reprodução das criaturas na Terra e marcando o início de uma época propícia para iniciar, agir e semear. O ritual marcava o início do plantio, tanto físico como espiritual.

Alguns símbolos relacionados aos rituais do equinócio de primavera são as flores e os ovos decorados. Neste dia, povos antigos da Europa colhiam flores nos campos e as levavam para casa, pois acreditavam que as flores colhidas neste equinócio tinham potenciais mágicos e, por meio delas, seriam capazes de se conectarem à poderosa energia renovadora da Natureza. Depois, essas flores eram secas e com elas faziam-se enfeiteis para as casas, que permaneciam até o ritual de Ostara do ano seguinte, época em que eram trocados por novas flores, de forma a garantir a continuidade da renovação, trazendo saúde e prosperidade.

Mesmo nos dias atuais, em meio a tanta tecnologia e conhecimento científico, podemos aproveitar a chegada da primavera para retomar nosso contato com a Mãe Natureza e atrair boas energias de renovação e prosperidade para a nossa vida. Embora atualmente seguidores de sabedorias diversas ainda pratiquem certos rituais ligados aos ciclos da natureza, não é preciso participar de um Sabá para celebrar esta passagem de ciclo tão simbólica. Pequenos e simples rituais podem ser incorporados em nossa rotina para nos lembrar que não estamos aqui por acaso e que não só influenciamos como também somos influenciados por este grande ser do qual fazemos parte: a Mãe Natureza.

Que tal aproveitar este período para atrair prosperidade e encher a sua vida de energia renovadora? Então aí vão algumas dicas para você fazer seu próprio ritual de primavera:

* No Brasil, o equinócio de primavera ocorre geralmente no dia 22 de setembro, com a entrada do Sol no signo de Libra. Alguns dias antes, podemos fazer uma espécie de "dieta da purificação" , eliminando os alimentos e bebidas considerados mais pesados, como a carne vermelha, as bebidas alcoólicas e as ricas em cafeína, os embutidos e enlatados, etc. Isso tudo para que nosso organismo ganhe energias mais sutis. O consumo de chás sem cafeína também é indicado. Alguns deles têm a fama de promover a limpeza do organismo e facilitar a abertura da intuição, é o caso dos chás de anis, canela, alecrim e manjericão.

* Enfeite a casa com flores e frutas. Para estimular determinadas energias, é possível escolhê-las de acordo com sua relação aos planetas. Abaixo segue uma lista para servir de orientação. Se desejar, pode escolher aquelas relacionadas apenas ao planeta regente de seu signo:

PLANETA ........................FLORES............................FRUTAS

Marte ...................cravos e rosas vermelhas ....................goiaba e manga

Vênus .......................rosas cor-de-rosa ...........................maçã

Mercúrio ..............margaridas e crisântemos amarelos ..........frutas cítricas

Lua.......................jasmim e rosas brancas .......................melancia

Sol ....................girassol e flores cor-de-laranja ................melão

Júpiter .................íris e flores roxas ou lilases ..................uvas

Saturno ..................folhas verdes em geral ........................abacaxi

Urano .....................orquídeas e strelitzia ..........................kiwi

Netuno ...................lírios brancos e nenúfar .........................coco

Plutão .....................copo-de-leite .................................amora

* Vista-se com roupas de cores claras ou estampadas com flores e tome banhos perfumados com cravo e canela. Os perfumes mais indicados para este período são os de lavanda e de rosas

* No dia do equinócio de primavera, acenda velas perfumadas, de cores claras e espalhe pelos ambientes. Quando estiver acendendo as velas, se desejar, mentalize a seguinte frase: "Abençoada seja a Primavera que regressa, que a roda da vida sempre gire, que assim seja e que assim se faça!".

* Para se conectar com as energias da natureza, é recomendável fazer passeios em parques e praças, observando a mudança de ritmo da natureza nas plantas e nos insetos e sentindo a grandeza deste momento tão especial, repleto de energia renovadora.

ANNE SCANDELL.
Postado por Anne Scandell fadacom
http://fadacom.blogspot.com/2009/10/rituais-de-primavera.html

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Acredita-se que a Primavera é a época do ano onde as Fadas concedem os melhores desejos, pois ganham as flores da Natureza e estão se preparando para o Verão que é uma época em que as fadas podem ser vistas dançando em anéis redondos nos bosques.

Quem sabe se nos aventuramos em jardins ou bosques podemos ter a sorte de encontrar alguma magia!

… O filme “Sonho de Uma Noite de Verão” é um belo exemplo disso. Uma peça de William Shakespeare sobre Titânia Rainha das Fadas e Oberon seu consorte, reproduzido em filme.

E não vamos esquecer que Titânia é a rainha, mas existem muitas fadas de vários poderes na floresta.

Dizem que onde houver um jardim, ainda existe uma fada, mesmo que seja na cidade grande.

Onde você mora deve ter um jardim, um quintal com vasos e plantas, ou próximo de sua casa deve ter uma praça. Entre no clima da Primavera e tente fazer amizade com uma fada.

Para os iniciantes, é melhor tentar em casa, pois quem nunca fez contato com elas, sente-se desacreditado e envergonhado, que é muito natural.

A dica é simples, deixe sempre perto de um jardim ou vaso de planta, uma bandejinha (feita de papelão mesmo) com algum pedacinho de alimento (tipo lanche) e algum presentinho, uma miniatura. E acenda um incenso todo dia, no mesmo horário, e enquanto acende converse com a fada como se ela estivesse ali.

Não espere um sinal rápido, às vezes demoram meses para elas confiarem em você e demonstrarem sua existência.

A época de melhor contato é do início da Primavera e o decorrer até o final do verão.

Somente após muitos contatos que você deve pedir ajuda com seus desejos. Mas é certo que elas ajudam.



Invite Faeries into the House to Help with Chores, Louise Heyden

Fada Mágica para limpeza da Primavera e Reunião do Green Man
(HOMEM VERDE)

A magia das fadas é mais potente na primavera.
Trabalhe com espíritos da natureza e encontre o homem verde para trazer novos projetos e limpar os indesejáveis.

Fadas são poderosas no trabalho da primavera, incentivando o crescimento do fundo do solo. Utilize este poderoso tempo de mudança e de renascimento para ir profundamente dentro de seu próprio ego e conduções de idéias, sonhos e desejos, de modo que a fadas possam ajudar a trazê-los para a vida.

Quem é o Homem Verde?

O homem verde é a própria essência da natureza, e tem sido documentado em muitas formas diferentes, de Robin Greenwood ao Rei de milho, o Caçador Herne ao Cavaleiro Verde.

A forma mais potente para manter contato com o Homem Verde é sair para a própria natureza, gastando o tempo a trabalhar com ele e se tornar um com ele. Encontrá-lo nas antigas florestas, e onde a natureza é deixada à solta e selvagem.

Para convidar o Homem Verde para a casa, constra um santuário no jardim para ele, com imagens do Homem Verde, oferendas da natureza, e um lugar para sentar e contemplar.


Celebrar a natureza é uma maneira de chamar sua atenção; dançar alegremente no meio das árvores, amorosamente fale com árvores antigas. Sente-se e medite com a natureza.

Saiba mais sobre ele através de mitos e lendas arquetípicos:

Seus muitos disfarces podem ser divididos em representações dos sentidos e das estações, para a Primavera no leste, ele é Robin Hood. Este antigo herói da Greenwood traz lições de foco, seu talento era para acertar o alvo com seu arco longo, ensinando-lhe a finalidade intenção espiritual com disciplina e sabedoria.

Casa das fadas

As casas são perfeitas para trabalhar com o ritual da primavera Longe de ser uma tarefa árdua, isso pode realmente ser extremamente de rejuvenescimento e limpeza.

Use o ritual para limpar a desordem física, mental, emocional e espiritual. Ao varrer a poeira e sujeira para fora da sua casa, imagine problemas e padrões de pensamento negativo que estão sendo varridos para fora com eles.

Bênção - É a conduta de limpar um espaço ou casa para remover a energia negativa.

Reforçar estas atividades, convidando as fadas da casa para estar presente enquanto você trabalha, e para auxiliar nos rituais e limpeza. Peça-lhes que:

* Encantem sua água de limpeza
* Criem uma barreira protetora ao redor da casa
* Ajuda as plantas para crescerem fortes e saudáveis.
* Leve a negatividade fora da casa

Reforçar a sua ligação com fadas casa para receber os encantos, as canções e magias que podem abençoar a casa e seus habitantes. Não se esqueça de retribuir sua generosidade, deixando presentes ou ajudá-las no retorno, pela reciclagem ou pela tomada de sua casa mais verde.

Tempo Fadas

As fadas são conectadas com todas as formas da natureza, incluindo o tempo. Na primavera, no Hemisfério Norte pode experimentar sol, chuva, névoa, névoa, vento, e até mesmo neve, para estar preparado para encontrar todos os tipos de fadas do tempo!

Nevoeiro é uma reminiscência de um véu entre os mundos. Ao caminhar na neblina, as fadas podem tentar passar as mensagens do outro mundo, de modo a manter controle de seus pensamentos!

Chuva - é um momento perfeito para contato com as fadas de chuva, como a fada da água bela húngara Szepasszony, que dança em tempestades e chuvas de granizo.

A chuva pode despertar o espírito e renovar a alma, por isso o trabalho com fadas da chuva de renovação e purificação. Bem-vindo o poder de cura da chuva porque dá força vital para as plantas, e deixam limpa a sua vida também.

fadas do tempo também pode ensiná-lo a enfrentar a tempestade, e estar preparado para todas as situações. O clima da primavera é incerto e tumultuado, e seus espíritos podem ajudá-lo a aprender a lidar com esse turbilhão em sua própria vida.

Referências:

Matthews, John. A Busca do Homem Verde. Godsfield Press, 2001

Moorey, Teresa. A Bíblia de fadas. Godsfield Press, 2008

Read more at Suite101: Advanced Working with Spring Faeries: Faerie Magic for Spring Cleaning and Meeting the Green Man http://www.suite101.com/content/advanced-working-with-faeries-for-s...
extraído de: http://www.suite101.com/content/advanced-working-with-faeries-for-s...

Casas de fadas no jardim

escrito por tammy



recycled fairy house
Primavera está aqui, e assim são as fadas da horta.
No jardim fadas saem à noite quando todos estão dormindo e ajudam as suas flores crescer.
Se você criar uma bela casa e colocá-la no seu jardim as flores florescem e quando chover, as fadas vai ter um lugar para secar suas asas e desfrutar de uma taça de néctar.


Embalagens de plástico a partir do trabalho de reciclagem 
Foram utilizados recipientes vazios de cogumelos e um pot-pourri natural de pétalas de flores, galhos e folhas coletadas dentro e ao redor da casa para criação.


Uma cola à prova d'água é recomendada se você quiser  que suas casas resistam
what you need
Material:
- Embalagens vazias de cogumelos
- Cola para artesanato lavável
- Potpourri galhos e folhas
- Restos de grama páscoa
- Tesoura
- Extras: a cola glitter, adesivos, espuma contas



O que fazer:
Vire o recipiente de cabeça para baixo e corte uma porta.
Despeje uma colagem em algumass tampa do recipiente de plástico e use pincéis velhos para aplicar uma camada grossa de cola para o recipiente.
Afixe o pot-pourri, galhos e folhas na cola molhada, tentando cobrir o máximo do recipiente de plástico que possível.
Deixe a cola secar durante a noite e depois coloque no jardim para os amigos da pequena fada.
** Nós estávamos nos divertindo muito com as nossas casas com miçangas, adesivos, pompons e restos de grama de Páscoa,  a casa toda decorada com brilhantes cola glitter **


recycled fairy house detail
A casa acima foi feito por uma menina de 5 anos de idade. Ela fez tudo, desde o corte de design e decoração por conta própria (com supervisão, é claro).

extraído de: http://craftawl.com/tag/garden/


CLIQUE AQUI E APRENDA A FAZER UM JARDIM DE FADAS

CONSTRUA SEU JARDIM DE FADAS




Jardim dos Anjos e Fadas

Tudo pode ser feito com um pouco de imaginação!










Primeiro dia da primavera (Equinócio da Primavera).
Em 2010, no Hemisfério Sul, ocorre no dia 22/Set à 18h19min (Horário de Brasília).

O Sabbat do Equinócio da Primavera, também conhecido como Sabbat do Equinócio Vernal, Festival das árvores, Alban Eilir, Ostara e Rito de Eostre, é o rito de fertilidade que celebra o nascimento da Primavera e o redespertar da vida na Terra. Nesse dia sagrado, os Bruxos acendem fogueiras novas ao nascer do sol, se rejubilam, tocam sinos e decoram ovos cozidos - um antigo costume pagão associado à Deusa da Fertilidade.

Os ovos, que obviamente são símbolos da fertilidade e da reprodução, eram usados nos antigos ritos da fertilidade. Pintados com vários símbolos mágicos, eram lançados ao fogo ou enterrados como oferendas à Deusa. Em certas partes do mundo pintavam-se os ovos do Equinócio da Primavera de amarelo ou dourado (cores solares sagradas), utilizando-os em rituais para honrar o Deus Sol.

Os aspectos da Deusa invocados nesse Sabbat são Eostre (a deusa saxônica da fertilidade) e Ostara (a deusa alemã da fertilidade). Em algumas tradições wiccanas, as deidades da fertilidade adoradas nesse dia são a Deusa das Plantas e o Senhor das Matas.

Como a maioria dos antigos festivais pagãos, o Equinócio da Primavera foi cristianizado pela Igreja na Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. A Páscoa (em inglês "Easter", nome derivado da deidade saxônica da fertilidade, Eostre) só recebeu oficialmente esse nome da Deusa após o fim da Idade Média.

Até hoje, o Domingo de Páscoa é determinado pelo antigo sistema do calendário lunar, que estabelece o dia santo no primeiro domingo após a primeira lua cheia, no ou após o Equinócio da Primavera. (Formalmente isso marca a fase da "gravidez" da Deusa Tríplice, atravessando a estação fértil.) A Páscoa, como quase todas as festividades religiosas cristãs, é enriquecida com inúmeras características, costumes e tradições pagãos, como os ovos de Páscoa e o coelho. Os ovos, como mencionado, eram símbolos antigos de fertilidade oferecidos à deusa dos Pagãos. A lebre era um símbolo de renascimento e ressurreição, sendo animal sagrado para várias deusas lunares, tanto na cultura oriental como na ocidental, incluindo a deusa Ostara, cujo animal era o coelho.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Equinócio da Primavera são os ovos cozidos, os bolos de mel, as primeiras frutas da estação em ponche de leite. Na Suécia, os "waffles" eram o prato tradicional da época.

Incensos: violeta africana, jasmim, rosa sálvia e morango.
Cores das velas: dourada, verde, amarela.
Pedras preciosas sagradas: ametista, água-marinha, hematita, jaspe vermelho.
Ervas ritualísticas tradicionais: bolota, quelidônia, cinco-folhas, crocus, narciso, corniso, lírio-da-páscoa, madressilva, íris, jasmim, rosa, morango, atanásia e violetas.

Ritual do Sabbat Ostara

Comece marcando um círculo de 3m de diâmetro, usando giz ou tinta branca. Monte um altar no centro do círculo, voltado para o norte. Coloque uma vela da cor apropriada do Sabbat no centro do altar. à direita (leste), coloque um incensório com o incenso apropriado do Sabbat ou um turíbulo contendo pedaços de carvão aquecidos, sobre o qual a sálvia será queimada. à esquerda (oeste) da vela, coloque uma tigela com ovos cozidos decorados com runas, desenhos de fertilidade e outros símbolos mágicos.

Diante da vela (sul), coloque um punhal e uma espada cerimonial consagrados. Após salpicar um pouco de sal sobre o círculo para purificá-lo, pegue a espada cerimonial e trace o círculo em movimento destrógiro, começando no leste. Enquanto traça, diga: ABENçOADO SEJA ESTE CíRCULO DO SABBAT SOB O NOME DIVINO DE OSTARA, ANTIGA DEUSA DA FERTILIDADE E DA PRIMAVERA. SOB SEU SAGRADO NOME E SOB A SUA PROTEçãO ESTE RITUAL DE SABBAT AGORA SE INICIA.

Coloque a espada de volta no altar e, então, acenda a vela e o incenso. Pegue o punhal com a mão direita e ajoelhe-se diante do altar com a lâmina sobre o coração, dizendo: ABENçOADA SEJA A DEUSA DA FERTILIDADE, ABENçOADO SEJA O SEU RITUAL DA éPOCA DA PRIMAVERA. ABENçOADO SEJA O REI-DEUS SOL, ABENçOADA SEJA A SUA LUZ SAGRADA.

Coloque a lâmina da espada sobre a região do Terceiro Olho em sua testa e diga: O SOL CRUZOU O EQUADOR CELESTE, TRAZENDO O SOL E A LUA COM A MESMA DURAçãO DE HORAS. FINALMENTE A DEUSA DA PRIMAVERA RENASCEU, A SUA BELEZA Dá VIDA àS áRVORES E àS FLORES. ABENçOADA SEJA A DIVINA DEUSA DAS MATAS. ELA é A CRIADORA DE TODAS AS COISAS VIVAS. ABENçOADO SEJA O SENHOR DAS MATAS. EU CANTO ESTA CANçãO PARA A DEUSA E PARA O DEUS. DESPERTEM, DESPERTEM TODOS E OUçAM A VOZ DO CHAMADO DA DEUSA. ABENÇOADA SEJA A NOSSA MÃE TERRA, QUE ELA SEJA PREENCHIDA COM PAZ, MAGIA E AMOR. A DEUSA RESPIRA A VIDA. A DEUSA Dá A VIDA. A DEUSA é A VIDA. ELA REINA SUPREMA. ASSIM SEJA!

Encerre o ritual apagando a vela e desfazendo o círculo com a espada cerimonial em movimento levógiro. Os ovos podem ser comidos como parte do banquete do Sabbat do Equinócio da Primavera, e jogam-se conchas numa fogueira ao ar livre ou enterram-nas no chão como oferenda à Mãe Terra.

Fonte: 'Wicca - A Feitiçaria Moderna', de Gerina Dunwich
EXTRAÍDO DE: http://www.circulosagrado.com/cs/celebracoes/ostara.php


Leia também

IMBOLC .OSTARA .BELTANE .LITHA. LUGHNASADH. MABON - HERFEST . SAMHAIN. YULE

Os melhores momentos para buscar contato com as fadas é ao entardecer ou a meia-noite quando a lua está cheia.

As fadas adoram música, dança, diversão, risos e a música e suas festas são as melhores. E ainda, por estarem em contato direto com a natureza, as fadas festejam as trocas das estações, porém elas se regem pelo calendário celta e lunar, bem distinto do nosso gregoriano. Suas principais festividades são:

SIGLAS:
HN - HEMISFÉRIO NORTE
HS - HEMISFÉRIO SUL

IMBOLC (HN-1/02;HS 01/08)
OSTARA (HN-21/03;HS-21/07)
BELTANE (HN-01/05;HS-31/10)


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SOLSTÍCIO DE VERÃO (LITHA)

LUGHNASADH (HN-01/08;HS-02/02)
MABON - HERFEST (HN-23/09;HS-21/03)
SAMHAIN (HN-31/10;HS-01/05)

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YULE - SOLSTÍCIO DO INVERNO
Sol steti "Solstício" - Litha - Ritual de Litha

Litha é uma grande oportunidade para fazer um balanço da vida, trazendo desejos de fruição, ao prazer em se criar algo, e também se livrar dos aspectos que impedem você de seus objetivos.

Litha

Litha marca o primeiro dia do verão e se situa entre Erelitha e Afterlitha no calendário germânico antigo e um dos oito sabás neopagães. O termo é usado especialmente no calendário Asatru.

Ocorre no Hemisfério Sul em 21 de Dezembro e 21 de junho no hemisfério norte.

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