RETORNO

AMADOS! DEPOIS DE UMA PARADA ,RETORNAMOS REVIGORADOS E CADA VEZ MAIS CERTOS EM CONTINUARMOS NOSSA APRENDIZAGEM.NESSE PERÍODO SOMENTE FORAM POSTADOS MENSAGENS EM NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK,NA QUAL PARTILHAMOS ASSUNTOS TÃO RELEVANTES NESSE MOMENTO DE TRANSIÇÃO!VAMOS EM FRENTE QUERIDOS EM NOSSA CAMINHADA COM AMOR ,LUZ,FÉ E DEUS EM NOSSOS CORAÇÕES! NAMASTE

domingo, 18 de setembro de 2011

Veganismo

 
Veganismo é uma filosofia de vida motivada por convicções éticas com base nos direitos animais, que procura evitar exploração ou abuso dos mesmos, através do boicote a atividades e produtos considerados especistas.

Etimologia

O termo inglês vegan (pronuncia-se vígan) foi criado em 1944, numa reunião organizada por Donald Watson (1910 - 2005) envolvendo 6 pessoas (após desfiliarem-se da The Vegetarian Society por diferenças ideológicas), onde ficou decidido criar uma nova sociedade (The Vegan Society) e adotar um novo termo para definir a si próprios.[1]

Trata-se de uma corruptela da palavra "vegetarian", em que se consideram as 3 primeiras letras e as 2 últimas para formar a palavra vegan.[1]

Em português se consideram as três primeiras e as três últimas letras (vegetariano), na formação do termo vegano (s.m. adepto do veganismo - fem. vegana). Tem sido usado também o termo veganista para se referir aos adeptos do veganismo.

Ideologia

Os veganos boicotam qualquer produto de origem animal (alimentar ou não), além de produtos que tenham sido testados em animais ou que incluam qualquer forma possível de exploração animal nos seus ingredientes ou processos de manufactura.

Para o vegano, animais não existem para os humanos, assim como o negro não existe para o branco nem a mulher para o homem. Cada animal é dono de sua própria vida, tendo assim o direito de não ser tratado como propriedade (enfeite, entretenimento, comida, cobaia, mercadoria, etc). Dessa forma veganos propõem uma analogia entre especismo, racismo, sexismo e outras formas de preconceito e discriminação.

Preferem usar os termos "animais não-humanos" ou "seres sencientes", em vez de "irracionais".

Muito importante distanciar a ideologia vegana da dieta vegetariana. Veganismo não é dieta, mas sim uma ideologia baseada nos direitos animais, e que luta pela inclusão destes na sociedade.

Vestuário, adornos, etc

Artigos em peles, couro, lã, seda, camurça ou outros materiais de origem animal (como adornos de pérolas, plumas, penas, ossos, pêlos, marfim, etc) são preteridos, pois implicam a morte e/ou exploração dos animais que lhes deram origem. Sendo assim, um vegano se veste de tecidos de origem vegetal (algodão, linho, etc) ou sintéticos (poliéster, etc).

Alimentação

São vegetarianos estritos, ou seja, excluem da sua dieta carnes, gelatina, lacticínios, ovos, mel[2][3][4] e quaisquer alimentos de origem animal. Consomem basicamente cereais, frutas, legumes, vegetais, hortaliças, algas, cogumelos e qualquer produto, industrializado ou não, desde que não contenha nenhum ingrediente de origem animal.

Medicamentos, cosméticos, higiene e limpeza

Evitam o uso de medicamentos, cosméticos e produtos de higiene e limpeza que tenham sido testados em animais. Não tomam vacinas ou soros, mas podem violar os princípios veganos quando alternativas não estiverem disponíveis, ou em caso de emergência ou urgência. Alguns optam pela fitoterapia, homeopatia ou qualquer tratamento alternativo.

O vegano defende o surgimento de alternativas para experiências laboratoriais, como testes in vitro, cultura de tecidos e modelos computacionais.

São divulgadas entre a comunidade vegana extensas listas de marcas e empresas de cosméticos e produtos de limpeza e higiene pessoal não testados em animais.
 
Entretenimento

Circos com animais, rodeios, vaquejadas, touradas e jardins zoológicos, também são boicotados pois implicam escravidão, posse, deslocamento do animal de seu habitat natural, privação de seus costumes e comunidades, adestramento forçoso e sofrimento.

Não caçam, não promovem nenhum tipo de pesca, e boicotam qualquer "esporte" que envolva animais não-humanos. Muitos seguem o princípio político da não-violência.
 

Dia Mundial Vegano

O dia 1 de Novembro é marcado pelo Dia Mundial Vegano ("World Vegan Day", em inglês), que é comemorado desde 1994, quando a Vegan Society da Inglaterra comemorou 50 anos de criação.

Em 2004 o evento marcou o 60º aniversário da sociedade, e o 10º aniversário do feriado.
 
Documentários

O número de adeptos tem crescido de forma gradual, com o auxílio de documentários que denunciam o especismo e ensinam direitos animais.

Documentários como Meet your Meat ("Conheça sua Carne"), Earthlings ("Terráqueos"), Chew on This ("Pense Nisso") e o pioneiro brasileiro A Carne é Fraca, seguido de Não Matarás, têm causado polêmica e de uma forma geral ganhado adeptos em todo o mundo.

Referências

  1. a bThe Vegan Society. text" rel="nofollow"">History of the Society (em inglês). Página visitada em 6 de Março de
    2009.
  2. Noah Lewis. Why Honey is Not Vegan? (em inglês). Página visitada em 25 de julho de 2008.
  3. Vegan Action. FAQ: Is Honey Vegan? (em inglês). Página visitada em 25 de julho de 2008.
  4. AmericanVegan.org. What is Vegan? (em inglês). Página visitada em 25 de julho de 2008.

Direitos animais


A defesa dos direitos animais ou direitos dos animais, ou da libertação animal, também chamada simplesmente abolicionismo[1] constitui um movimento que luta contra qualquer uso de animais não-humanos que os transforme em propriedades de seres humanos, ou seja, meios para fins humanos. É um movimento social radical[2][3] que não se contenta em regular o uso "humanitário" de animais,[4] mas que procura incluí-los numa mesma comunidade moral[5] que os humanos, fornecendos os interesses básicos aos animais, protegendo da dor, por exemplo, e dando a mesma consideração que os interesses humanos.[6] A reivindicação é de que os animais não sejam propriedade ou "recursos naturais" nem legalmente, nem moralmente justificáveis, pelo contrário deveriam ser considerados pessoas.[7] Os defensores dos direitos animais advogam o veganismo como forma de abolir a exploração animal de forma direta no dia-a-dia.

Cursos de lei animal estão agora inclusos em 69 das 180 escolas de direito dos Estados Unidos,[8] a idéia da extensão da qualidade de pessoas (ou sujeito de direito) é defendida por vários professores como Alan Dershowitz[9] e Laurence Tribe da Harvard Law School.[7] Este tem sido visto pelo um crescente número de advogados pelos diretos animais como um primeiro passo para a garantia de direitos para outros animais, outros enxergam como uma forma de exclusão do.[1][10]

Com uma característica condenada como bem-estarista pelos defensores de direitos animais, a Declaração Universal dos Direitos Animais foi proclamada em assembléia, pela UNESCO, em Bruxelas, no dia 27 de janeiro de 1978.
 
História do conceito
Jeremy Bentham (1748-1832) é considerado um dos escritores que ampliaram o campo para a posterior elaboração dos direitos animais.

O debate sobre direitos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos.[6] No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles, escreveu no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía assim sendo os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.[6]

No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumenta que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor, sendo assim os maus-tratos não eram errados. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumenta, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".[11] Entretanto, como animais são seres sencientes "eles deveriam também participar do direito natural e que o homem é responsável no cumprimento de alguns deveres deles, especificamente "um tem o direito de não ser desnecessariamente maltratado pelo outro."[11]

Também Voltaire respondeu a Descartes no seu Dicionário Filosófico:

Que ingenuidade, que pobreza de espírito, dizer que os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento, que procedem sempre da mesma maneira, que nada aprendem, nada aperfeiçoam! Será porque falo que julgas que tenho sentimento, memória, idéias? Pois bem, calo-me. Vês-me entrar em casa aflito, procurar um papel com inquietude, abrir a escrivaninha, onde me lembra tê-lo guardado, encontrá-lo, lê-lo com alegria. Percebes que experimentei os sentimentos de aflição e prazer, que tenho memória e conhecimento.Vê com os mesmos olhos esse cão que perdeu o amo e procura-o por toda parte com ganidos dolorosos, entra em casa agitado, inquieto, desce e sobe e vai de aposento em aposento e enfim encontra no gabinete o ente amado, a quem manifesta sua alegria pela ternura dos ladridos, com saltos e carícias.Bárbaros agarram esse cão, que tão prodigiosamente vence o homem em amizade, pregam-no em cima de uma mesa e dissecam-no vivo para mostrarem-te suas veias mesentéricas. Descobres nele todos os mesmos órgãos de sentimentos de que te gabas. Responde-me maquinista, teria a natureza entrosado nesse animal todos os órgãos do sentimento sem objectivo algum? Terá nervos para ser insensível? Não inquines à natureza tão impertinente contradição.

Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumenta que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", ele argumenta, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.

Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania".[12] Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio, deve ser a medida para como nós tratamos outros seres. Se a habilidade da razão fosse critério, muitos Seres Humanos incluindo bebês e pessoas especiais, teriam também que serem tratados como coisas, escrevendo o famosos trecho: "A questão não é eles pensam? Ou eles falam? A questão é: eles sofrem".

No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais. Sua crítica à ética Kantiana é uma vasta e freqüente polêmica contra a exclusão dos animais em seu sistema moral, que pode ser exemplificada pela famosa frase: "Amaldiçoada toda moralidade que não veja uma unidade essencial em todos os olhos que enxergam o sol."

O conceito de direitos animais foi assunto de um influente livro em 1892, Animals' Rights: Considered in Relation to Social Progress, escrito pelo reformista britânico Henry Salt que formou a Liga Humanitária (Humanitarian League) um ano mais cedo, com o objetivo de banir a caçada como esporte.

História do movimento moderno

O movimento moderno de direitos animais pode ser traçado no início da década de 70 e é um dos poucos exemplos de movimentos sociais que foram criados por filosófos[3] e que permaneceram na dianteira do movimento. No início da década de 70 um grupo de filósofos da Univesidade de Oxford começou questionar porque o status moral dos animais não-humanos era necessariamente inferior à dos seres humanos.[3] Esse grupo incluía o psicólogo Richard D. Ryder, que cunhou o termo "especiecismo" em 1970, usado num panfleto impresso[13] para descrever os interesses dos seres na base de membros de espécies particulares.

Ryder tornou-se um contribuidor com o influente livro Animals, Men and Morals: An Inquiry into the Maltreatment of Non-humans, editado por Roslind e Stanley Godlovitch e John Harris e publicado em 1972. Foi numa resenha de seu livro para o New York Review of Books que Peter Singer, agora Professor de Bioética na University Center for Human Values na Universidade de Princeton, resolveu em 1975 lançar Libertação Animal o livro é freqüentemente citado como a "bíblia" do movimento de direitos animais, mas que na realidade não concede direitos morais, nem legais para os animais não-humanos, pois basea-se no utilitarismo.

Nas décadas de 80 e 90 o movimento se juntou numa larga variedade de grupos profissionais e acadêmicos, incluindo teólogos, juizes, físicos, psicologistas, psiquiatras, veterinários,[6] patologistas e antigos vivisseccionistas.

Livros considerados como referência são:
* Animals, Property, and the Law (1995) de Gary Francione;
* Rain Without Thunder: The Ideology of the Animal Rights Movement (1996) de Gary Francione;
* Introduction to Animal Rights: Your Child or the Dog (2000) também de Gary Francione;
* The Case for Animal Rights (1983) de Tom Regan;
* Created from Animals: The Moral Implications of Darwinism (1990) de James Rachels;
* Rattling the Cage: Toward Legal Rights for Animals (2000) de Steven M. Wise;
* Animal Rights and Moral Philosophy (2005) de Julian H. Franklin.[6]

Filosofia

Direitos Animais é um conceito segundo o qual todos ou alguns animais são capazes de possuir a suas próprias vidas, vivem porque deveriam ter, ou têm, certos direitos morais, e alguns direitos básicos deveriam estar contemplados em lei. A visão dos defensores dos direitos animais rejeita o conceito onde os animais são meros bens capitais ou propriedade dedicada ao benefício humano. O conceito é freqüentemente usado de forma confusa com o bem-estar animal, que é uma filosofia que acredita que a crueldade empregada em animais é um problema, mas que não dá direitos morais específicos a eles.

A filosofia dos direitos animais não sustenta necessariamente a premissa de que animais humanos e não-humanos são iguais. Por exemplo, os defensores dos direitos animais não defendem o direito de voto para galinhas. Alguns ativistas também fazem distinção entre animais sencientes e auto-conscientes e outras formas de vida, com a crença de que somente animais sencientes ou talvez somente animais que tenha um significativo grau de autoconsciência deveriam ter o direito de possuir suas próprias vidas e corpos, independente da forma como são valorizados por humanos. Outros podem estender esse direito para todos os animais incluindo todos que não tenham desenvolvido sistema nervoso ou autoconsciência. Ativistas sustentam a idéia de que qualquer ser humano ou instituição que comodifica animais para alimentação, entretenimento, cosméticos, vestuário, vivissecção ou outra razão qualquer infringe contra os direitos animais possuírem a si mesmo e procurarem seus próprios fins.

Poucas pessoas poderiam negar que grandes primatas não-humanos são inteligentes, são cientes de sua própria condição, têm objetivos e talvez tornem-se frustrados quando têm sua liberdade podada.

Em contraste, animais como a água viva têm sistemas nervosos simples e tendem a ser mais autômatos, capazes de reflexos básicos, mas incapazes de formular qualquer fim para suas ações ou planejar o futuro. Mas a biologia da mente é uma grande caixa preta que clama consideração pela existência e ausência de mente em outros animais. O neurocientista Sam Harris aponta:

Inevitavelmente, cientistas tratam a consciência como mero atributo de certos animais de cérebro grande. O problema, entretanto, não é sobre o cérebro, como ele sobreviveu como sistema físico, através do que é o portador peculiar, a dimensão interna de cada um de nós experiência como consciência em seu próprio caso.... A definição operacional de consciência.... é reportabilidade. Mas consciência e reportabilidade não são a mesma coisa. É uma estrela do mar consciente? Não há ciência que dê conta da consciência com reportabilidade que irá oferecer uma resposta a esta questão. Para olhar para a consciência no mundo com base em seus sinais externados é a única coisa que podemos fazer. E então, quando nós sabemos muitas coisas sobre nós mesmos [e outros animais] em termos anatômicos, psicológicos e evolucionários, nós não estamos tendo idéia do porque é "parecido com algo" para ser o que somos. O fato do universo ser iluminado onde você está, o fato de seus pensamentos, modos e sensações terem uma característica qualitativa é um absoluto mistério.[14]

O debate de direitos animais se parece muito com o debate sobre aborto, se complica pela dificuldade em estabelecer um corte claro de distinções entre a base moral e julgamentos políticos. O padrão relacional humano/não-humano é profundamente enraizado na pré-história e nas tradições.

Oponentes aos direitos animais têm tentado identificar diferenças moralmente relevantes entre humanos e animais que pudesse justificar a atribuição de direitos e interesses aos primeiros e não aos últimos. Variadas distinções entre humanos já foram propostas, incluindo a posse da alma, a habilidade de usar a linguagem, autoconsciência, um alto grau de inteligência e a habilidade de reconhecer os direitos e interesses alheios. Entretanto, tais critérios encontram dificuldades onde eles não parecem ter aplicação em todos ou somente os humanos: cada um poderia ser aplicado para alguns, mas não para todos os humanos, e também alguns animais.
 
Diferentes posições

A defesa dos direitos animais se dá com base em diferentes posições e pontos de vista filosóficos:
 
Posição baseada em direitos

O trabalho de Gary Francione (Introduction to Animal Rights, et.al.) tem a premissa básica de que os animais não-humanos são considerados propriedade e que nessa condição não podem ter garantidos seus direitos. Ele aponta que falar em igual consideração de interesses de sua propriedade contra o próprio interesse do proprietário é uma idéia absurda. Sem o direito básico de não ser propriedade de animais humanos, animais não-humanos não terão quaisquer direitos, ele diz.

Francione afirma que a senciência é o único determinante válido para o status moral, diferentemente de Regan que vê degraus qualitativos em experiências subjetivas de "sujeitos-de-uma-vida" de quem cai nesta categoria. Francione afirma que não há atualmente um movimento de direitos animais nos Estados Unidos, mas somente um movimento bem-estarista. Alinhado em sua posição filosófica e em seu trabalho legal pelos direitos animais (Animal Rights Law Project [1]) na Rutgers University, ele aponta que um esforço para aqueles que não advogam a abolição do status de propriedade dos animais é desorientado, em seus inevitáveis resultados na institucionalização da exploração animal. Em sua lógica inconsistente e falida nunca alcançarão seus objetivos melhorando as condições de tratamento (posição neo-bem-estarista), ele argumenta. Pior que isso, Francione acredita que muitos grupos estão a tornar mais eficiente e lucrativo o negócio de exploração animal. Francione sustenta que a sociedade dando o status de membros da família para cães e gatos e ao mesmo tempo matando galinhas, vacas e porcos para alimentação sofre de uma "esquizofrenia moral".

Toda a posição abolicionista acredita que o movimento de direitos animais deve se basear na educação para o veganismo, como uma forma de colocar em prática as mudanças no próprio dia-a-dia.

Tom Regan

Tom Regan (The Case for Animal Rights e Jaulas Vazias) afirma que animais não-humanos são "sujeitos-de-uma-vida", carecem de direitos como humanos. Ele afirma que os direitos morais dos humanos são baseados na possessão de certas habilidades cognitivas. Essas habilidades são compartilhadas pelo menos por alguns animais não-humanos sendo assim alguns animais deveriam ter os mesmos direitos morais que seres humanos.

Animais nessa classe tem um valor intrínseco como indivíduos, e não podem ser desrespeitados como meios para um fim. Isso é também chamado visão de "dever direto". De acordo com Regan, nós deveríamos abolir a criação de animais para comida, experimentação e caça comercial. A teoria de Regan não se estende para todos os animais sencientes, mas somente para aqueles que podem ser enquadrados como "sujeitos-de-uma-vida". Ele coloca, por exemplo, que todos os mamíferos com pelo menos um ano de idade pode ser qualificado nessa categoria.

Enquanto Singer se concentra a princípio em melhorar o tratamento dos animais e aceita que animais poderiam ser legitimamente usados para benefício (humano ou não-humano), Regan acredita que temos a obrigação moral de tratar animais como nos trataríamos pessoas e aplica a ideia estrita Kantiana que eles nunca deveriam ser sacrificados como simples meios para fins e sim, como fins para eles mesmos. É notável a idéia de que mesmo Kant não acreditava que animais eram assunto para o que ele chamava de lei moral; ele acreditava que nós temos o dever moral de mostrar compaixão, porque não podemos nos embrutecer e não pelos animais em si.

Posição utilitarista

Embora Singer seja considerado erroneamente o fundador do movimento atual de direitos animais, sua posição frente o status moral dos animais não é baseado no conceito de direitos, mas no conceito utilitarista de igual consideração de interesses. No seu livro Libertação Animal de 1975, ele argumenta que os humanos devem ter como base de consideração moral não a inteligência (temos o caso uma criança ou uma pessoa com problemas mentais) nem na habilidade de fazer julgamentos morais (criminosos e insanos) ou em qualquer outro atributo que é inerentemente humano, mas sim na habilidade de experienciar a dor. Como animais também experienciam a dor, ele argumenta que excluir animais dessa forma de consideração é uma discriminação chamada "especismo."

Singer diz que as formas mais comuns que humanos usam animais não são justificáveis, porque os benefícios para os humanos são ignoráveis comparado à quantidade de dor animal necessária para construção desses benefícios. E também porque os mesmos benefícios poderiam ser obtidos de formas que não envolvessem o mesmo grau de sofrimento. No entando sua argumentação se aproxima do bem-estarismo clássico, chegando a defender a carne orgânica[15] e a experimentação animal.[16]

Bem-estarismo

Críticos dos direitos animais argumentam que animais não têm a capacidade de entrar em contrato social, fazer escolhas morais[17] e que não podem respeitar o direito de outros ou não entendem o conceito de direitos, sendo assim não podem ser colocados como possuidores de direitos morais. O filósofo Roger Scruton argumenta que somente os seres humanos têm capacidades e que "o teorema é inescapável: apenas nós temos direitos". Críticos que defendem essa posição também levantam que não há nada inerentemente errado com o uso de animais para comida, como entretenimento e em pesquisa, embora os seres humanos não obstante tenham a obrigação de assegurar que animais não sofram desnecessariamente.[18][19] Essa posição tem sido chamada de bem-estarista e tem sido propagada por alguns das mais antigas organizações de proteção animal: por exemplo a "Sociedade Real pela Prevenção de Crueldades contra Animais", no Reino Unido. Essa argumentação é refutada pelos defensores dos Direitos Animais como uma análise especista e que na verdade só implica um uso mais eficiente e lucrativo da exploração animal.

Leis

Autores como Gary Francione apontam que hoje não existem leis de direitos animais em nenhum lugar do mundo, pois para isso seria necessário abolir incrementalmente a condição de propriedade dos animais. O que existem são leis bem-estaristas que "protegem" os animais enquanto propriedade humana.

No Brasil a disciplina jurídica da fauna, apontando-se as Ordenações Filipinas, como a primeira lei que regulamentou a matéria. Atualmente, os maus-tratos de animais são crimes previstos no artigo 32 da Lei Federal nº 9.605, chamada de Lei de Crimes Ambientais. Para o infrator, a lei imputa multa ou pena de três meses a um ano de prisão. Para tanto, basta fazer uma denúncia para qualquer órgão competente: Delegacia do Meio Ambiente, Ibama, Polícia Florestal, Ministério Público, Promotoria de Justiça do Meio Ambiente ou até mesmo na Corregedoria da Polícia Civil.

Animais utilizados em guerras

Durante a Segunda Guerra, o exército britânico treinava cachorros para correrem embaixo dos tanques e deixar explosivos em território inimigo. Sem sucesso, a idéia foi abandonada depois que bombas explodiram tanques aliados.

O exército estadunidense, por sua vez, fez com que gatos fossem atirados de aviões, amarrados a bombas, para que chegassem até os navios alemães. A experiência foi suspensa porque os felinos ficavam inconscientes com a queda e não alcançavam o território visado.

No dia 1 de julho de 1946, a marinha estadunidense usou 5.664 animais para testar armas atômicas no sul do Pacífico, com o objetivo de observar o efeito da radiação na pele dos animais e desenvolver roupas de proteção. 10% dos animais morreram na hora; outros 25% morreram nos vinte dias seguintes.

Já no ano de 2003, no Golfo Pérsico, no Iraque, nove golfinhos e leões-marinhos se tornaram os primeiros mamíferos a atuar na limpeza de minas em situação de combate. Também passaram a proteger píeres, barcos e ancoradouros contra mergulhadores, nadadores e navios não autorizados.

Afegãos e palestinos utilizaram no início do século XXI camelos para atacar inimigos. Em 26 de janeiro de 2003, um burro morreu numa explosão detonada por celular, em um ponto de ônibus de Israel, onde nenhum humano foi ferido.
 
Associações de Direitos Animais

No Brasil, existem alguns grupos de Direitos Animais como o GAE e o Gato Negro.

Em Portugal existem os grupos
Animais de Rua, Acção Animal, ANIMAL e LPDA.****************************************************************************

*VELGAN - Comandante em Chefe da Força Vegaliana* - 27 de Junho de 2005 - AutresDimensions

TORNE-SE UM "SER VIVO"




Sejam bem vindos queridos seres vivos. Eu também sou um ser vivo e evoluciono como vocês. Para estes que necessitam um nome, saibam que me chamo Velgan. Sou uma entidade biológica, como vocês e venho de Vega de Lyra.

Minha constituição física é muito diferente da vossa por razões que são simples: não segui, como os meus, seu esquema evolutivo. Em particular, em nível da minha estrutura biológica. Minha morfologia evoca precisamente o que sou. Meus sentidos não estão desenvolvidos com os seus.

Os sentidos mais importantes, nos da minha raça, são a visão e a onda telepática pela qual eu me expresso por intermédio deste canal. Nossos olhos, portanto, são imensos e não deixam aparecer o branco. Não existe ponta do nariz, porque não desenvolvemos justamente o cérebro reptiliano necessário, para mantermos um mínimo de vida nesta forma biológica. As orelhas, tão pouco, não têm razão de ser. Uma boca só serve para modular certos sons, em circunstâncias que não lhes concerne.




O sistema solar do qual sou originário não tem necessidade da influência deste planeta, com seu sistema solar. Nós evoluímos, de fato, em um sistema solar ou em constelações onde o modo visual telepático é o mais corrente. Nós não desenvolvemos uma estrutura física consequente como a vossa. O que faz com que sejamos mais pequenos que vocês já que a matéria obedece aos nossos pensamentos. Não desenvolvemos o ouvido, nem a palavra e sobretudo o que chamam em vosso mundo, a emoção.

Portanto, nossa tarefa é intervir, no momento que vocês se deem conta, no momento de vossa evolução coletiva, no qual haverá certas coisas que deverão ser ultrapassadas e transcendidas em vocês para acessarem a vida. Já que ser um ser vivo não é o que vocês pensam que é. Ser vivo é ser consciente de tudo, de tudo o que o rodeia e o que existe em vocês.

Vocês são conscientes dos seus órgãos? Vocês estão conscientes da disposição, no momento presente, de seu pé direito? Vocês são conscientes das entidades que estão ao seu redor? Para alguns sim, para outros não. Estão conscientes das ondas que viajam? Das ondas que se propagam de cérebro a cérebro, de mão a mão, de corpo a corpo, também das ondas dos vegetais e os animais em torno de vocês? Certamente não.

Ser vivo não é estar limitado a essa forma na qual habitam, inclusive tendo um corpo. Ser vivo é muito mais que isso. Ser vivo é ter todas as potencialidades, na atualização total de seus potenciais de vida, o que não é o caso, a partir dos caminhos evolutivos que têm seguido desde muito tempo.

Certamente a estrutura da alma é exatamente a mesma, mas, em vosso mundo de baixa vibração, nos tem chamado os Anjos do Senhor, já que nosso papel consistirá, como tem consistido em outros espaços e outros lugares, de intervenientes no momento da transcendência. Os recordo que a transcendência de vosso ser não é nada sem a transcendência de seu planeta.

Seria ilusão crer que seu planeta só tem três Dimensões. Isso que vocês vivem na terceira dimensão corresponde de fato a um planeta da décima oitava dimensão. Isso quer dizer que o que vive na 3D existe já em outras dimensões de seu planeta. Em outros povos, em outras raças, em momentos privilegiados de sua história, fizeram já esta transcendência e mudaram a Terra. É a mesma Terra, certamente, em outro nível de consciência e outro nível de vida.

Ser vivo significa estar em ressonância com tudo o que é vida. O que não é certo em seu nível no momento, contudo o trabalho prévio que vocês fazem e os últimos anos que lhes restam para considerar a Passagem, me permite revelar-me a vocês. Como Vegaliano, me atribuem o papel, como a todos os meus, das armadas do Senhor, o que é muito diferente da sua e desprovida do marasmo emocional na qual mergulhou a sua terceira dimensão.

Nós podemos intervir no momento da transcendência, somente para ajudar a elevá-los e sobretudo a vossa Terra que deverá ressoar a nível de quinta dimensão. Mas, a nível da atividade do espírito prévio à ascensão a essa quinta dimensão, é indispensável compreender certas coisas e também de atualizá-las, vivê-las a cada instante que fazem da sua vida, a cada alento de sua inspiração e respiração, senão seria em vão negociar esas portas.

A primeira coisa que devem compreender é viver a ausência total de juízo e de separação. Tanto como separam, julgam ou dividem todos os processos da vida em bem e mal, em sombra e luz, etc., eu creio, não estarão nessa 5D.

A 5D compreende toda a vida, todos os pensamentos de um mundo desprovido de emoções, onde o motor é o pensamento e não a emoção, como é o caso de seu sistema solar. Para chegar a este estado dimensional expandido é necessário abandonar todo o processo de juízo, todo o processo de apropriação, todo o processo de ego, como vocês o definem.

Passar a vida e passar vivo, depende de não distanciar mais o que vocês são do que é a vida. Os elementos mais importantes na negociação são: primeiro o medo, segundo todos os apegos a uma forma de pensamento, a isso que chamam seu passado tão querido, seus tão queridos pais, seus costumes, seus modos de alimentação. Tudo o que os arrasta ao que é costume, tudo o que os arrasta a experiência renovada e interminável, diria, de suas experiências. Não pode entrar nesse estado vibracional se não estão prontos a deixar totalmente, inclusive o que era ontem. Ao penetrar nus nessa luz dimensional, ao penetrar sem obstáculos e sobretudo sem peso, em estado de leveza e fluidez, em estado total de ressonância com o Presente.

Então, o vivente do Presente não faz distinção, não separa jamais, senão inclui, ultrapassa, transcende e efusiona em permanente as experiências que se apresentam. Então, enquanto seu cérebro funcione ainda nesse modelo de distanciamento, de separação, e continue estando em julgamento de tudo o que passa, de tudo o que chega, vocês não estão prontos a ultrapassar a última Porta. Isso não requer dizer que não o farão, senão que ainda não ultrapassaram certas etapas do desenvolvimento que permite acessar sua Presença.

Ser Presente e estar vivo no Presente corresponde a um estado de consciência, efetivamente para nós, que não temos que enfrentar os marasmos nos quais vivem, bem como um fato muito rico em ensinamentos, que devo confessar-lhes, são também limitantes. Efetivamente, em certos casos, nós percebemos, que isso deve ser “agradável”, como vocês dizem, viver certos estados. Creio que chamam a isso “desfrutar”, que é para vocês a extrema dilatação do prazer que não conhecemos.

Nosso prazer é obedecer ao Presente, estar no Presente e estar mais próximos possível da Lei do Um, que consiste em irradiar em permanência, mais e mais e cada vez mais longe e cada vez mais forte, este estado que vocês chamam a Luz Autêntica. A Luz Autêntica clareia e transcede tudo que se aproxima.

Queridos irmãos e irmãs em Cristo, eu devo lembrar-lhes que são numerosas as palavras que tem sido transformadas no sentido de apropriação e não no sentido de restituição. Sua parte hoje é liberar-se de todas as cadeias que tem sido impostas. Nós somente podemos mostrar-lhes, facilitar-lhes certas passagens, com o fim de acolhê-los prontos no que se chama a 5D.

A 5D é um mundo mais vivo que o vosso, mas evidentemente não é uma etapa. Nós mesmos, em nosso corpo biológico, estamos limitados em nossa expansão para o acesso a 11D, o mesmo que nosso Comandante, ao que chamamos e por outra parte vocês também, Orionis, que evolui e vive na 18D. Ele também está por baixo de outra civilização superior, que vocês reencontrarão em alguns milhões de anos, que chamamos a civilização dos triângulos. Imaginem estes seres que não têm forma biológica e estão constituídos por três segmentos de Luz, de cores e de radiações diferentes. Eles estão portanto vivos e muito próximos ao universo da Unidade. Essa civilização é a que experimentarão no futuro longínquo, muito longínquo.

Ascender a 5D não quer dizer perder seu corpo e sua identidade. Certamente a estrutura física diferenciará um pouco, não nessa vida, senão em alguns milhares de anos, no que se tornarão seres azuis que vivem sobre uma dimensão da Terra, mas muito distantes evidentemente em Relação com os seres azuis de Sírius, em Relação a energia Mariana, e com a eneria de Miguel. Seres que terão alcançado a total compaixão, a total compreensão, antes de converter-se em triângulos que não cessam de irradiar a Luz do Criador. Quando eles tomam forma e descem a vibração para aproximar-se da 18D, nós os chamamos Serafins, os Serafins de fogo, os que estão em torno de vocês nesse mesmo momento, e que me permitem me densificar a fim de estar nesse corpo, que senão não poderia suportar. A implementação desse processo é único e não pode reproduzir-se, senão de tempos em tempos.

Aqui está, queridas almas, o que tinha a dizer-lhes. Retenham bem que a primeira das lições se situa em seu comportamento, em sua atitude e em cada gesto de sua vida, em cada olhar que levam às coisas, em cada relação que estabelecem com outro ser humano, com um vegetal, com um animal e com um inseto.

Quando vocês passarem a 5D e tenham abandonado o julgamento, a separação e o distanciamento, entrarão em total sincronia com a vida, onde o que passa, se faz sem nenhuma resistência. A partir do momento que não haja nenhuma resistência, sem luta, sem oposição e sem ego. Toda luta, toda resistência pertence ao mundo do ego e não tem lugar no que chamamos, como você, 5D.

É certo que sou uma entidade individualizada e que existem outras entidades individualizadas, mas não estamos separados. No meu modo usual, eu sou eu, mas em todos os outros, eu sou também todas as vibrações. Mantenho unicamente esta forma em relação à missão que me foi designada faz muito tempo pelo grande Comandante.

Nós respeitamos a missão que nos foi designada em total Liberdade, em total confiança, já que percebemos o que existe mais acima. O sentido do sacrifício toma aqui todo seu sentido, diria eu. Não se esqueça, querida alma, que o trabalho que você faz hoje é para atingir o limiar de algo muito maior, mas se você não tem a atitude de espírito, o comportamento nesta dimensão que você deseja explorar e penetrar, ao qual querem ser viventes, o nível de energia que alcançarão será o suficiente a ele somente. Este é um limiar da consciência e um nível de comportamento.

Eis a grande lição que eu queria dar em relação ao trabalho que vai continuar. Queridos irmãos e irmãs, isto é o que eu queria transmitir. Digo-lhes até breve, em outros espaços e em outros lugares.
_________________________________

Mensagem de VELGAN no site francês:

 
***

  Tradução ao português: Simone (17/9/2011) - http://morgenstern2000.blogspot.com

Original en francés canalizado por: Jean Luc Ayoun

Transcripción: Véronique Loriot - htttp://www.autresdimensions.com

http://mensajes-del-espiritu.blogspot.com

http://mensajes-del-espiritu-2010.blogspot.com
Traducción en espanõl: Hedyn Núñez.

Postado por MINHA MESTRIA

***

Colaboração de: Rosa Amelia Muruci

***

VISITORS

free counters

JOGUE RUNAS AQUI

RUNAS

CLIQUE NAS ESFERAS E LEIA A MENSAGEM

SEJA BEM VINDO AO NAMASTÊ



OLÁ PESSOAL!!

ESPERO QUE VOCÊS ENCONTREM OS ASSUNTOS QUE PROCURAM E POSSAM AJUDÁ-LOS DE ALGUMA MANEIRA, POIS ESSE SITE FOI FEITO PARA TODOS NÓS ,QUE BUSCAMOS CONHECIMENTOS E SABEDORIA PARA PODERMOS ESTARMOS EM SINTONIA COM A NOVA ERA !
BOM DIVERTIMENTO À TODOS!!

NAMASTÊ


PARTICIPE DESSE MOMENTO DE ORAÇÃO

PARTICIPE DESSE MOMENTO DE ORAÇÃO

AMADA MARIA E JESUS CRISTO