RETORNO

AMADOS! DEPOIS DE UMA PARADA ,RETORNAMOS REVIGORADOS E CADA VEZ MAIS CERTOS EM CONTINUARMOS NOSSA APRENDIZAGEM.NESSE PERÍODO SOMENTE FORAM POSTADOS MENSAGENS EM NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK,NA QUAL PARTILHAMOS ASSUNTOS TÃO RELEVANTES NESSE MOMENTO DE TRANSIÇÃO!VAMOS EM FRENTE QUERIDOS EM NOSSA CAMINHADA COM AMOR ,LUZ,FÉ E DEUS EM NOSSOS CORAÇÕES! NAMASTE

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

SRI AUROBINDO- 23-08-2011 - AUTRES DIMENSIONS







Eu sou Sri Aurobindo.

Irmãos e Irmãs, encarnados, eu lhes dou minha Paz, eu lhes dou a Paz.

Tomemos, se vocês bem quiserem, algumas respirações para alinhar-se em nossa Comunhão de nossa Presença.

Nesta Comunhão, eu vou, agora, comunicar-lhes uma série de elementos que se inscrevem na lógica que é a minha, dentro da Assembleia dos Melquizedeques e, em particular, ao nível do ar.

Desde agora quase dois anos, eu lhes dou alguns elementos referentes à Consciência: a sua e aquela da Terra.

Desde o aparecimento da primeira Luz azul, desde a Liberação do Núcleo da Terra e do Sol (passando pela Fusão dos Éteres e pelo Anúncio do choque da humanidade), eu tentei, progressivamente (e eu os remeto, para isso, às minhas intervenções anteriores), levá-los até este ponto atual que nós iremos, hoje, falar.

Minha intervenção denota-se, hoje, eminentemente prática e eu abrirei, por outro lado, um espaço de questionamento em relação ao que eu vou dizer.

Alguns de vocês (e eu espero o maior número) vivem, agora, desde as Núpcias Celestes (ou desde mais recentemente, ou mesmo de maneira mais anterior às Núpcias Celestes), mecanismos particulares que acompanham a meditação.

Pode-se qualificar isso de experiências permitindo-lhes aproximarem-se de estados, novos para muito de vocês.

Esses estados são, de algum modo, pré-requisitos para a Passagem da última Porta e para a Passagem da Porta posterior do Coração, estabelecendo-os, de maneira definitiva, em sua Unidade.

Como vocês, talvez, se apreenderam, há dois modos de viver a Unidade: ou nesta Dimensão (pela dissolução da consciência fragmentar), ou por um mecanismo que lhes permite sair desta consciência fragmentar de 3ª Dimensão para ir tomar seu Corpo de Estado de Ser e experimentar o que é a Vida ao nível do Espírito.

Alguns de vocês se aproximaram, durante este período (durante seu período de alinhamento, de meditação ou de conexão), com experiências acercando-se deste estado Unitário, que isso seja traduzido por uma abertura particular do Coração e da Vibração do Coração (por processos Vibratórios intensos, por processos visuais em relação com a Visão Etérea ou a Visão do Coração) ou, ainda, por mecanismos indefinidos fazendo com que a consciência comece a dissolver-se (diluir-se) na Luz, independentemente das etapas que vocês vivenciaram até agora, a título pessoal e individual.

Naturalmente, ao nível da vida ordinária (sobre a qual eu não voltarei), alguns Anciãos lhes falaram sobre o valor essencial dos Quatro Pilares e, sobretudo, da humildade e da simplicidade que devem ser a regra de vida na consciência fragmentada, a fim de favorecer a calma propícia ao estabelecimento na Consciência Unitária.

Eles desenvolveram amplamente.

Eu gostaria, sobretudo, hoje, de dar-lhes uma série de elementos que possibilitam (em seus espaços de alinhamento), quando se aproxima de vocês um mecanismo que eu chamei de Switch da Consciência (ou o Basculamento da Consciência de um estado a outro), tentar favorecer, no Interior de vocês mesmos, essa Passagem (e, se possível, essa Passagem final em meio à Consciência Unitária) a fim de estabelecerem-se, enquanto conservando esse corpo, na Consciência Unitária.

Obviamente, alguns elementos estarão em seu caminho, tanto na vida ordinária como em seus espaços Interiores.

Estes foram, eles também, desenvolvidos, por exemplo, por GEMMA GALGANI ou peloArcanjo ANAEL, com relação a ‘a noite escura da alma’ ou, ainda, às resistências à Luz.

É preciso que vocês compreendam que, qualquer que seja a vida da personalidade fragmentada (e como isso foi dito), vocês estão, hoje, frente a certo número de fatores de resistência (que são comuns a todos) enquanto vocês não tiverem penetrado, não a experiência da Unidade, mas a vivência estável da Unidade.

Esses fatores não estão aí para desencorajá-los nem para encorajá-los a combater o que se manifesta, mas, muito mais, para favorecer o mecanismo de estabelecimento da Consciência na Unidade.

Então, naqueles momentos (de alinhamento Interior, de meditação, de conexão), alguns processos acontecem, tanto ao nível dos sentidos como ao nível da própria Vibração (como ao nível, por exemplo, do Som da Alma, do Espírito) ou, ainda, da percepção das Coroas (do que é chamado de Kundalini ou, em todo caso, do Canal do Éter e do Fogo do Éter), aproximando-os, todos, nesses momentos, à sua maneira, desta Unidade.

Alguns, durante esses momentos, podem, aliás, perder totalmente a consciência ordinária sem, no entanto, se lembrar de coisa alguma.

Entretanto, vocês constatam, uns e outros (em diversos graus), que esses períodos de alinhamento (de conexão, de meditação) são capazes de favorecer, em sua consciência ordinária, certa forma de Paz, certa forma de serenidade e, em alguns casos, certa forma de dilema entre duas consciências (dois estados) onde, algumas interrogações (lógicas, da personalidade) podem vir esbarrar e interferir, de algum modo, no estabelecimento da Consciência nesta Alegria e nesta Paz da Unidade.

Vamos relembrar, se vocês bem o quiserem, esses momentos de Interioridade que vocês vivem.

O mais difícil, naqueles momentos, vai ser, aí também, soltar, totalmente, com alguma determinação, só para sentir, só para ver, só para perceber o que quer que seja.

Na realidade, a condição para a dissolução em meio à Consciência Una, passa, irremediavelmente, por alguma espera, algum desejo e alguma vontade.

Obviamente, é muito tentador, quando se vive uma experiência, querer reforçá-la, querer observá-la (certamente do exterior), mas, também, em alguma parte, dela se apropriar.

Digam vocês, naqueles momentos (mesmo os mais alegres e os mais intensos para vocês), que quem vai buscar apropriar-se da Luz será, sempre (e indiscutivelmente sempre), a personalidade e o ego.

É naquele momento que será preciso estar extremamente lúcido sobre o que acontece nesses momentos de alinhamento.

Que isso, ainda uma vez, se reflita por uma intensificação de suas Vibrações ou de um dos Fogos ou, simplesmente, por uma ampliação do Som da Alma ou do Espírito ou, ainda, por uma modificação do seu ritmo respiratório ou, ainda, do Coração.

Naqueles momentos, será preciso aprender a fazer o Silêncio, o Silêncio de qualquer vontade, o Silêncio, de algum modo, de qualquer apropriação de mecanismo que se vive.

Não é preciso, somente, ser um observador do que se vive, mas, renunciar, de toda forma, mesmo ao que se vive e não querer apropriar-se, desenvolvê-lo ou amplificá-lo.

Então, vocês podem se ajudar (e isso foi dito em numerosas ocasiões) da respiração.

Isso pode permitir estabilizar um estado, mas não irá permitir-lhes, muitas vezes, desencadear o Switch total da consciência.

Lembrem-se de que existem três pontos que lhes foram dados pelo IRMÃO K (ndr: ver aintervenção do IRMÃO K de 22 de agosto), correspondendo a uma abordagem, de algum modo, desta Unidade, simplesmente por ressonância da atenção sobre três pontos.

Este ponto ICI (IMHIC, situado em três locais do corpo) vai permitir, por ressonância, aproximar-se, também, do que foi nomeado a Porta Estreita, a Última Passagem que permite à Consciência Cristo emergir no interior de vocês, na Luz Branca e nesta característica essencial do Cristo (ou do Supramental, se a palavra Cristo os incomoda).

Naquele momento específico, quando há uma ampliação dos seus sinais, quaisquer que sejam (Vibratórios, respiratórios, auditivos), o mecanismo o mais importante a respeitar (quando este estado está suficientemente estabilizado) vai ser, de qualquer maneira, distanciarem-se, aí também, do que é vivenciado (ou seja, superar, até mesmo, o simples estado de observador).

E é naqueles momentos que será preciso entregar, como dizia Cristo, seu Espírito nas mãos do Pai ou d’A Fonte.

É naquele momento que será preciso realizar o Abandono total.

Então, é claro, o Abandono total pode ser (e é muitas vezes), naquele momento, precedido de um sentimento de morte iminente.

Ele é, frequentemente, precedido pelo sentimento de perder o equilíbrio com a consciência, de perder o equilíbrio consigo mesmo e isso é bem lógico, perfeitamente normal e mesmo desejável.

É naquele momento, desde que vocês tenham estabilizado, eu diria, seu estado ideal, que é diferente para cada um (de meditação, de alinhamento, de conexão), que vocês poderão desencadear, por vocês mesmos e contando apenas com a própria Consciência, esse processo de Passagem que é, eu lembro a vocês, agora, grandemente facilitado (bem além da Liberação da Terra e do Sol, bem além da Fusão do Éteres ou dos Fogos do Éteres) pela Abertura da Porta posterior, permitindo-lhes, pelo Impulso do Espírito, atravessar, uma última vez, a Porta da Ressurreição.

É naqueles momentos que lhes apresentam, uma vez que a Consciência chegou ao seu máximo, eu diria, as possibilidades (de Vibrações, de percepções sonoras, de desprendimento, de dissolução), de que é preciso, naquele momento, Abandonar-se, plenamente, ou seja, renunciar (isto é, não é mais questão de manifestar a menor ação a qualquer fenômeno vivenciado ou percebido).

Renunciar a si mesmo, não mais resistir ao que quer que seja e deixar, naquele momento, a Luz Branca invadi-los, por completo, pelo Coração e pela Porta posterior: nada mais buscar, nada mais pedir, nada mais ousar e aceitar entregar seu Espírito entre as mãos d’A Fonte e morrer, naquele momento, simbolicamente, para a personalidade.

É naqueles momentos que vocês irão viver (cada vez mais prontamente) a possibilidade de efetuar essa Passagem, bem mais facilmente do que no que vai levá-los a viver sua vida ordinária (se isso não é o caso para cada um) porque, como vocês sabem, cada um encontra-se frente às suas últimas Sombras, para olhar, sem se ajudar.

Cada um encontra-se frente aos seus últimos medos.

Do mesmo modo que é não preciso dar peso, de alguma maneira (ou atenção), a esses medos, a esses processos que podem invadi-los (que isso seja referente ao corpo ou à esfera psicológica), do mesmo modo, nos processos de alinhamento, é preciso adotar, estritamente, a mesma estratégia, eu diria, que vai permitir-lhes (e nós o esperamos) passar, definitivamente, nesta Consciência Unitária.

Naquele momento, ‘a noite escura da alma’ não poderá mais existir.

Naquele momento, nunca mais seu humor irá se tornar triste.

Naquele momento, mais nenhuma interação com o ambiente poderá alterar sua Consciência e vocês saberão, de maneira inabalável, que vocês estão estabelecidos na Unidade.

Vocês não estarão mais fragmentados.

A personalidade não estará mais no centro do palco, mas vocês tomarão consciência, extremamente rápido, de que alguma coisa ‘nova’ coordena (dirige, de alguma forma), também seus próprios pensamentos, suas próprias emoções e, de que alguns fatores (ligados aos medos, ligados às projeções, ligados a angústias) afastam-se naturalmente porque naquele momento, vocês estarão estabelecidos na Unidade, de maneira, não mais experimental (que aproxima desta Unidade), mas, realmente, na Unidade totalmente vivenciada, integrada e aceita na encarnação.

Naquele momento, vocês poderão dizer que, independentemente do que vocês têm a viver (no corpo, em seu ambiente o mais próximo ou, ainda, nas circunstâncias do seu país ou do local onde vocês se encontram), vocês não poderão mais ser afetados, de maneira alguma, pelo que quer que seja e, ainda uma vez, isso não é um estado de desapego (que os enviaria em outro lugar que a encarnação), mas sim, um estado de lucidez total, plenamente encarnado, plenamente consciente, porém, acima de tudo com os mesmos mecanismos de consciência.

Naquele momento, vocês não poderão mais manifestar a menor interrogação sobre o que quer que seja porque vocês estarão estabelecidos (de maneira definitiva), na Alegria, na Paz e na serenidade, ou seja, vocês não viverão mais esses mecanismos de idas e vindas de um ao outro (mais ou menos amplo segundo sua própria consciência), mas vocês estarão estabelecidos em alguma coisa imutável (estável), quaisquer que sejam os contatos (possíveis ou não), segundo seu esquema de Espírito, com o Corpo de Estado de Ser, contudo, vocês estarão, entretanto, na Consciência Unitária, inteiramente.

Esse último Switch (realizável entre agora e o prazo que lhes foi dado, de 26 de setembro), corresponde, para vocês, a mecanismos e possibilidades inesperadas de estabelecerem-se, com uma grande facilidade, na Consciência da Unidade.

Então, mesmo para aqueles que nós temos acompanhado e que vivenciaram as aberturas, retenham, também, que aí também, não há nada a forçar, não há nada a pedir e que, se, contudo, vocês não chegaram a deixar suficientemente (se, contudo, vocês não chegaram a estabilizar a experiência da Unidade em um estado definitivo), vocês não têm, aí tampouco, de forma alguma, nem que culpar, nem que ter medo do que quer que seja já que (qualquer que seja a Coroa que esteja ativa para vocês) vocês estão, de qualquer modo, ligados.

O que significa que naquele momento, que vocês tenham chegado ou não a estabelecer-se (de maneira definitiva) na Paz e na Unidade, em última análise, nenhuma importância, não para agora, mas, para depois.

No momento, isso tem, entretanto, uma importância, ou seja, se vocês estão estabelecidos (de maneira definitiva) em sua Unidade, a Alegria será bastante presente, a Paz será bastante presente.

Vocês irão se tornar, efetivamente, esses Semeadores de Luz que lhes falou um Arcanjo.

Vocês não terão mais, tampouco, que viver processos de idas e vindas que vão, efetivamente, se tornar penosos (ou até mesmo dolorosos) para aqueles que não tenham se estabelecido.

Mas, mesmo para aqueles, lembrem-se de que há outros prazos, mas que é, certamente, muito mais confortável e útil (para vocês, como para o conjunto da Terra) viver em Unidade, do que viver no que eu chamaria de tormentos do fim da Dualidade.

Então, fora de seus estados de alinhamento (obviamente, não para condená-los, não para buscar uma explicação), estejam, simplesmente, lúcidos e claros sobre o que vocês são.

Lembrem-se, eu diria, francamente (com Clareza) no HIC e NUNC porque, se vocês aceitam se ver (sem falsas esquivas, sem falsos semblantes), se vocês respeitam (no seu ambiente, o mais próximo como o mais amplo), a Atenção e a Intenção, a Ética e aIntegridade, AQUI e AGORA, se vocês respeitam o princípio da humildade e da simplicidade (ou seja, não buscar as coisas complicadas, ir sempre aí onde está a Fluidez, aí onde está a simplicidade, a facilidade), vocês poderão, naquele momento, olhar-se cada vez mais facilmente (face a face, em sua vida ordinária) para ver os elementos que podem, ainda, ser freios ou resistências à sua Unidade.

Lembrem-se, porém, de que alguns elementos de suas vidas são chamados a se transformar, modificando, mesmo, o equilíbrio da personalidade (tal como foi estabelecido nesse início do século XXI), através das diferentes seguranças materiais (mais ou menos importantes) que cada um de vocês estabeleceu, até agora, em sua vida, em função de seus próprios medos, de suas próprias aquisições e de suas próprias resistências.

A Luz Vibral (como vocês sabem) estabelece-se de maneira cada vez mais densa, cada vez mais importante e vem, efetivamente (às vezes de maneira abrupta), modificar alguns caminhos que vocês empreenderam até agora e, ainda uma vez, isso pode se referir, tanto ao seu corpo, como a relações, como a elementos que vocês julgavam, até agora, importantes e fundamentais em sua vida.

Lembrem-se, também, de que, nesses tempos, não é mais tempo de querer empreender mudanças importantes porque o Impulso do Espírito não é mais para realizar essas mudanças importantes, mas sim, de preferência, aceitar as circunstâncias que a Luz cria para vocês (e em vocês).

Porque, isso que ela criará, mesmo se vocês não percebem, imediatamente, o interesse (de fato, qual é o interesse de sofrer ou qual é o interesse de colocar em jogo um prognóstico vital ou de colocar em jogo um medo colossal, em vocês?), mesmo se vocês não se apreendam dos prós, dos contras, diz bem que vocês estão na consciência fragmentada e que vocês não têm qualquer meio, pela consciência fragmentada, de obter explicações que, aliás, não tem qualquer espécie de importância.

Somente o Abandono, aí também, irá permitir-lhes viver a Unidade (e absolutamente nada mais).

O que lhes propõe a Luz, o que lhes propõe seu ambiente, o que lhes propõe suas relações, compreendam bem que não se trata de estar, ainda uma vez, em um derrotismo ou em uma indiferença qualquer do que quer que seja, mas, bem mais, de tornar-se, pelo contrário, mais vivo do que nunca, mais desperto do que nunca.

A resistência, a oposição (a um medo, a uma doença, a um sintoma) não será, jamais, o meio de encontrar a Unidade, mas é muito mais nesta circunstância (que lhes é própria) que será proposto o ‘desafio’ que irá permitir-lhes (para aqueles que ainda não o encontraram) viver sua Unidade e se estabelecer nesta Unidade.

Então, de nada serve rebelar-se, de nada serve combater, de nada serve interrogar-se.

O que vocês têm a viver, o que se manifesta a vocês, lembre-se de que isso é apenas a instalação da Luz Vibral, Supramental, neste mundo.

Eis as palavras que eu tinha para dar-lhes, que são extremamente curtas.

Eu abro, por outro lado, com vocês, um espaço de questionamento (de interrogações) referente, especificamente, a esses mecanismos gerais que eu acabo de abordar e não perguntas de origem ou de ordem pessoal, mas, bem mais, gerais.

Pergunta: as sensações de paralisia do corpo, de não mais poder falar, fazem parte desses sintomas?
Nos momentos de alinhamento, sim, plenamente.

São mecanismos que estão envolvidos em um processo que nosso Comandante (ndr: Omraam Mikaël Aïvanhov) denominou o fato de tecer a crisálida.

São, mesmo, marcadores extremamente importantes, eu diria, do Impulso do Espírito, do Impulso da Luz Vibral, para viver isso.

Evidentemente, se, naquele momento, o medo invade vocês, vocês não irão penetrar e vocês não irão viver a Unidade.

É naquele momento, precisamente, que é preciso aceitar não mais perceber seu corpo e ter, ainda, a impressão de morrer.

Mas, se vocês perdem a consciência, totalmente, sem passar na Unidade, será preciso recomeçar (naquele momento) outro momento.

Lembrem-se de que a Consciência da Unidade (a Consciência da Luz Vibral) que se estabelece, é a Consciência Turiya e de que esta Consciência Turiya não tem estritamente nada a ver com a consciência do sono que é, justamente, a ausência de consciência.

Pergunta: o que fazer quando o estado de Abandono é perturbado por pensamentos ou desejos?
O desejo, como o pensamento, pertencem, como vocês sabem, ao corpo de desejo, ou seja, ao ego.

Isso quer dizer, simplesmente, que o ego não deseja se Abandonar.

Então, pode ser conveniente, fora desses momentos de alinhamento e de meditação, realizar procedimentos (diversos e variados que já lhes foram comunicados: pela respiração, por ferramentas, como cristais ou outros) permitindo acalmar o mental.

O objetivo da meditação nunca foi, é claro, viver a Unidade.

O objetivo da meditação, hoje, é, também, este acesso à Unidade (porque o período é especial).

Mas, o primeiro objetivo da meditação é, obviamente, silenciar o conjunto dos desejos e o conjunto dos pensamentos e o conjunto das emoções.

Se isso não é realizado, é claro, não pode ser questão de qualquer Unidade.

Pergunta: sentir a Luz, durante muitas horas, não mais poder mexer o corpo, enquanto estando consciente, corresponde ao que você descreveu?

Sim.

É naquele momento que é preciso se abandonar.

Lembrem-se de que vocês não podem trapacear com a Consciência da Unidade porque, quando vocês retornarem ao que vocês chamam de consciência ordinária, vocês jamais serão os mesmos.

Nenhuma perturbação de natureza emocional, nenhuma perturbação de natureza mental, nenhuma afeição de qualquer tipo, poderá perturbar a Consciência Unificada.

Qualquer que seja a intensidade da percepção e da vivência da Luz Vibral, no momento dos seus alinhamentos, se, saindo deste estado particular (que eu chamei de meditação, conexão, alinhamento) vocês se reencontram no estado anterior, significa, evidentemente, que vocês não estão estabilizados neste estado Unitário.

Chega um dado momento (e esse dado momento chegou) em que é preciso compreender e aceitar que as experiências que vocês vivem não são a estabilização da Consciência.

É preciso, agora, passar, definitivamente, nesta Consciência.

É-lhes preciso passar a Porta, morrer e ressuscitar.

Pergunta: o que você chama de distanciamento?
O distanciamento é ser capaz, na consciência dita ordinária (de todos os dias), de estar plenamente presente e de estar, ao mesmo tempo, fora de qualquer alteração ligada aos desejos, ligada ao mental, ligada às emoções.

É ser capaz de manter um estado de vacuidade, um estado de plenitude, um estado de Alegria, chegue o que for (à sua vida, à sua consciência, ao seu corpo) porque, sua Consciência não está mais limitada a isso e não está mais sob a influência disso.

Eu especifico (e eu já disse) que o distanciamento, naquele nível, não é um devaneio, não é uma repulsa qualquer de alguma manifestação da encarnação.

Mas, simplesmente, a Consciência se tornou tão ampla que ela não pode mais estar fechada nesse corpo de desejo, nesse corpo físico, nesses pensamentos ou nessas emoções.

Há, então, naquele momento, um real distanciamento e não uma negação.

Este distanciamento não é o efeito da vontade, não é o efeito de um desejo, mas é o efeito, direto e concreto, da Consciência Unificada.

Lembrem-se de que é neste período particular (nesse tempo extremamente reduzido que vocês vivem, neste momento) que tudo lhes é facilitado, que tudo lhes é dado, se vocês se dão vocês mesmos porque a Luz está aí.

Pergunta: há uma técnica para Abandonar seu pensamento sem cair no sono? 
Sim: aumentar a percepção Vibratória (pela respiração ou outro).

Elevar o nível Vibratório.

Colocar a Consciência sobre os pontos ICI ou sobre outros pontos das Estrelas ou das Portas.

Alguns gestos foram-lhes comunicados (desde já certo tempo, por Um Amigo) referentes ao Yoga da Unidade (ndr: Yoga da Unidade 1Yoga da Unidade 2Yoga da Unidade 3) que é, atualmente, de longe superior a outras formas de yoga (ainda bem conhecidos) porque é por esses simples gestos e por esses simples movimentos que vocês poderão aproximar-se deste estado e, em todo caso, criar as condições ideais Vibratórias, transcendendo e superando as condições do corpo de desejo ou do corpo de personalidade.

Muitos elementos foram-lhes comunicados.

Sirvam-se amplamente (ndr: ver “Protocolos a praticar”).

Pergunta: a sensação de um contato com um “pequeno sol” é um bom caminho?
O que é chamado de “pequeno sol”?

É uma percepção visual?

É uma percepção ligada ao ‘3º olho’?

É uma Visão do Coração?

É uma Visão Etérea?

Qual é a definição deste “pequeno sol”?

Ou, em suma, não é preciso que esta percepção do “pequeno sol” seja uma projeção da Consciência no exterior.

O que é chamado de uma percepção de um “pequeno sol”?

Há então uma analogia com o Sol.

Se o Sol não é visto, o que é que isso vai significar?

Será que é quente como o Sol?

Será que esse Sol é percebido como exterior a si?

Pergunta: é como conservar a percepção do Sol, por exemplo, após tê-lo olhado.
Isso é tipicamente o que é chamado de Ilusão Luciferiana que é, portanto, a percepção de uma luz amarela, exterior, correspondendo ao Sol, mas que é chamada de ‘3º olho’ que é, então, uma projeção da Consciência, sem qualquer noção negativa, mas, isso não é o Sol Interior.

Meu irmão, se você se instala no Coração, uma Alegria invade você.

Você não é mais o Sol você mesmo.

Você é a Luz e a Luz está por toda parte.

Eu lhe proponho, então, meditar sobre esta frase: enquanto existe uma percepção de alguma coisa exterior ao si, para conquistar, isso não pode ser a Unidade.

O resultado, nunca se esqueça, é muito simples.

Se isso é uma experiência da Unidade, mesmo se ela não está estabilizada, então, simplesmente, sua vida muda completamente, em seus aspectos os mais comuns.

A humildade, a simplicidade, a Atenção, a Intenção, a Ética e a Integridade, são uma constante da vida comum.

O humor é igual.

Não pode mais existir os menores ressentimentos.

São, realmente, os sinais que traduzem a aproximação da Unidade, seja o que for o que você defina como esta sensação de sol.

Nós não temos mais perguntas. Nós lhe agradecemos.

Irmãos e Irmãs encarnados, eu lhes transmito, de novo, o Espírito de Comunhão em Cristo.

Eu lhes digo até um próximo dia.

Comunguemos.

... Efusão Vibratória ...



Enviado por Rosa
Mensagem do Bem Amado SRI AUROBINDO no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1168
23 de agosto de 2011
(Publicado em 24 de agosto de 2011)

Tradução para o português: Zulma Peixinho
http://portaldosanjos.ning.com 

MARIA - 25-08-2011 - AUTRES DIMENSIONS






DO SITE AUTRES DIMENSIONS.

Eu sou Maria, Rainha dos Céus e da Terra.

Meus filhos bem amados, assim como eu disse, volto antes de 26 de setembro e venho, também, em função do desenrolar, da revelação da Luz e da abertura da Porta do Cristo ao nível da Terra, da revelação e da chegada de Yérushalaïm.

Então, venho trazer-lhes, com todo o meu Amor de Mãe, palavras de Alegria e palavras de Graça.
Eu venho dizer-lhes para prepararem-se para a Alegria porque o que vem é Alegria.
Eu venho dizer-lhes para abrir seu Coração à Luz, para cruzar a Porta, porque o momento chegou de viver a Alegria.

Esse mundo foi privado, desde muito tempo, da Alegria do Espírito e do Amor.
Esse mundo foi a argila de certo número de experiências.
Essas experiências (das quais vocês participaram) não são a Verdade.
Isso, vocês esperam, vocês temem, vocês pensam.
O que quer que seja vai, agora, chegar à sua Consciência.

Então, é necessário preparar-se.
Qual é essa preparação?
Preparar-se, simplesmente, para ser a Alegria, para ser a Vida e para ser a Natureza de sua própria presença.

Nada há a preparar no exterior.
Nada há a preparar na cabeça.
Há, apenas, que preparar-se no Coração: permanecer com o Coração amoroso e aberto para viver o retorno da Alegria.

Tudo isso chega, agora, a grandes passos e – eu diria – com força e estardalhaço e o que se estilhaça não é o Coração.
O que se estilhaça é, justamente, o que não é o Coração.

Então, resta-lhes acolher a Unidade e a Verdade, para vivê-lo.

É nesse sentido que eu venho exortá-los a preparar-se.
A preparação não tem necessidade do que quer que seja de exterior.
A preparação não tem necessidade de circunstâncias.
Ela tem, apenas, necessidade de que vocês estejam presentes e amorosos, que vocês estejam entre seus quatro Pilares, lúcidos e conscientes de cada instante.

Doravante, que sua esperança porte-se nessa Alegria (mesmo se vocês não a conheçam ainda) que lhes é prometida e vem, verdadeiramente.

Isso também, para vocês, é a ocasião de perceber o Apelo.
O Som da Alma, o Som do Espírito, o Som da Terra, o Som do Céu, as Trombetas ressoam cada vez mais.
Eles são, também, um Apelo para sua preparação.
Eles são um Apelo para entrar no Amor e para entrar no acolhimento.

Como foi dito pelos Anciões, os tempos cumprem-se sob seus olhos.
É claro, vocês poderiam sempre crer que nada está aí e, no entanto, olhem.
Olhem em vocês.
Estejam atentos ao que vibra seu Coração.
Estejam atentos a essa Alegria que vai emergir, para aqueles que não a vivem ainda.
Vocês vão aliviar-se.
Se vocês aceitam (e aquiescem) a essa preparação do Coração, tudo vai, agora, instaurar-se em vocês, para permitir-lhes viver, acolher a Verdade.

Não é mais tempo, agora, de tergiversar.
Não é mais tempo de escutar o que lhes dizem seus medos.
Não é mais tempo de escutar o que lhes diz o que quer que seja ao redor de vocês.
A única coisa a escutar é seu Coração.
A única coisa a seguir é seu Coração.


Assim, minha Presença, esta noite, tem, simplesmente, por função, lembrá-los disso.

Eu sei que muitos de vocês esperam, ainda uma vez (com esperança ou com medo), o que chega, mas, eu lhes digo, como Mãe, que o que vem pode apenas ser Alegria.

Se vocês estão preparados na Alegria, se vocês aceitam que são apenas Alegria, então, vocês viverão essa Alegria, mesmo se, de momento, ela possa parecer-lhes (para alguns de vocês) tão afastada de sua vida, do que vocês percebem.

Escutem seus irmãos que já veem a Luz Branca, presente por toda a parte.
Escutem seus irmãos que ouvem o Som da Terra e o Som do Apelo do Espírito.
Observem.
Observem, em vocês e ao redor de vocês, tudo o que evoca essa Alegria.

É claro, personagens que estão no medo quererão, a todo custo, que vocês provem o medo, porque o medo é o melhor meio (para esses seres) de nutrir-se e de mantê-los na ignorância de sua natureza profunda que é a Alegria e o Amor.

Então, cabe a vocês saber o que vocês querem seguir: vocês mesmos e a Alegria do que vocês são ou aqueles que lhes falam de medo e que mantêm o medo.

Progressivamente, vocês perceberão, em sua Consciência, que, no todo e na finalidade, tudo se resume, simplesmente, à Presença do Amor ou à presença do medo.
Vocês não podem escolher outra coisa que o Amor ou o medo.

Então, se vocês dão um passo para o Amor (mesmo se, de momento, vocês não vivam a Alegria, nem, ainda, a Unidade), na hora em que a Unidade vier a vocês, então, ela se manifestará em vocês.
Mas, para isso, é necessário que eu lhes repita: «não tenham medo».
Não sejam mais condicionados pelo que condicionou esse mundo.
Vão, firmemente, para a Alegria e deixem a Alegria invadi-los.

Para isso, não há outra necessidade que a de seu próprio Coração.
Nada há a buscar fora do Coração.

Vocês devem ir (como foi dito), cada vez para mais simplicidade porque, na simplicidade, a Alegria e a Luz vão aparecer-lhes de uma evidência (e de uma tal evidência) que, naquele momento, vocês se perguntarão mesmo como puderam perder.

Então, estejam atentos.
Como foi dito, vigiem e orem.
Isso quer dizer, simplesmente: estejam lúcidos e estejam nessa esperança do Amor que vem a vocês.
Quer vocês o tenham já vivido ou não, não tem mais importância, porque vocês o viverão.

Há apenas que não deixar tudo o que pode vir revelar-se como resistência ao que pode vir a aflorar, nos medos que vocês não tenham ainda evacuado.
Há apenas que não dar tomada a eles, vocês não são isso.

Cabe a vocês saber o que vocês querem olhar.
Cabe a vocês escolher o medo ou o Amor, e essa é, verdadeiramente, a única escolha, a única Verdade.

Eu venho, hoje, simplesmente, encorajá-los.

A quatro semanas de nosso encontro, eu venho pedir-lhes, como Mãe, para estarem na Alegria, encarná-la aqui, sobre a Terra, nesse corpo, qualquer que seja o estado desse corpo.

Eu venho pedir-lhes para estarem na Alegria, quaisquer que sejam os medos que ainda estejam aí, mas que vão iluminar-se e que, simplesmente, serão banhados no Amor e na Alegria.

Eu venho pedir-lhes para estarem na vigília e na oração, aquela do Coração aberto e amoroso.

Eu venho dizer-lhes para não se atrasarem no alarido do mundo, que é apenas o alarido da Ilusão que desmorona.

Lembrem-se de que, o que quer que viva seu corpo, que, independentemente do que viva sua personalidade, em cada um de vocês (sem exceção alguma), há um Centro, e esse Centro é Amor, e ele está aí, de toda a Eternidade, mesmo se ele havia sido escondido e confinado.

Hoje, a Porta está aberta.
Cabe apenas a vocês entrar nesse Templo.
Qualquer que seja o corpo (qualquer que seja sua leveza ou seu peso), quaisquer que sejam os medos (que animam, ainda, sua vida ou sua personalidade), quaisquer que sejam as provas, lembrem-se de que a Luz, o Amor e a Alegria são a Inteligência Suprema que é a solução para absolutamente tudo.

Vocês (por si mesmos, na personalidade), vocês nada mais poderão, e cada vez menos.
Só o Amor pode tudo e poderá, cada vez mais, tudo.
É isso o que é preciso esperar e é isso que é preciso ver revelar-se em vocês, porque é a única Verdade.
Todo o resto faz parte (como eu disse) apenas de seus medos, apenas de condicionamentos, de coisas que eram, precisamente, apenas ligadas à ausência de Amor.

Uma vez mais, não julguem ninguém e, ainda menos, a vocês mesmos.
Contentem-se de acolher e de viver a Graça.
Qualquer que seja o estado do corpo, qualquer que seja o estado do momento, ele é um momento inscrito em vocês, que transcende, totalmente, tudo isso.

Vocês têm, apenas, que conscientizar-se disso (ou seja, estar dentro e não fora disso), e isso está presente, cada vez mais, em seu Coração, não nas ideias, não num futuro, não na vida comum, mas, entretanto, no comum da vida, despojada de todo o resto (ou seja, despojada de tudo o que não é a Vida) porque, se vocês vivem, então, esse Reino dos Céus (essa Graça e essa Alegria), todo o resto decorrerá daí, sem qualquer exceção.

Então, naquele momento, vocês não poderão mais ser afetados pelo que quer que seja que venha de vocês, como do exterior.
Vocês se tornarão essa Alegria e esse Amor, inteiramente, porque é sua Natureza e sua Essência.
E isso é agora.

Aí está a simples recordação que eu queria formular, entre vocês, hoje.

Guardem, em seu sentido o mais nobre, a fé.
Não uma fé cega, mas a fé no que vocês são: Seres de pura Luz, Espíritos idênticos ao Grande Espírito, à Fonte, imutáveis e eternos.
É sua Natureza, bem além dos véus da carne.

Os véus que se rasgam agora, totalmente, darão a ver (e a viver) a Verdade do que eu lhes digo, se vocês não a vivem ainda.
Mas não se esqueçam de que, para vivê-la, é preciso aquiescer.
Não se esqueçam de que, para vivê-la, vocês devem viver que vocês não são o mínimo de seus sofrimentos (que, no entanto, parecem-lhes tão prementes), que vocês não são o mínimo dos medos (que podem habitá-los, ainda), que tudo isso são apenas projeções de vocês mesmos numa Ilusão total, e é nessa Ilusão que é necessário vencer a Ilusão.

Mas esse «vencer» não é um combate.
É justamente uma capitulação, e é essa capitulação à Alegria e à Graça que vencerá a Sombra, qualquer que seja.
Não é um combate.
É uma compreensão da Consciência e uma vivência direta do que vocês são.

Eu pararei aí, esta noite, minha mensagem.
Eu voltarei, também (sem dar-lhes a data), provavelmente, ainda duas vezes, durante o mês que vai escoar-se.

Lembrem-se de que vocês, sozinhos, podem transferir-se ao seu Coração, mas, lembrem-se, também, de que, em seu Coração, vocês não estarão mais, jamais, sozinhos, porque vocês serão o Amor, e o Amor é tudo.

Apenas fora do Coração é que pode existir, ainda (e existirá, ainda) o medo, o sofrimento, a dor, mas, a partir do instante em que vocês se engajam na Porta Estreita, então, o Cristo ali está.
A Luz Branca ali já está e, aí, não há qualquer interstício para o mínimo medo, para o mínimo sofrimento, para a mínima Sombra porque a Luz ilumina tudo e o Amor é tudo.

Eu voltarei (aqui, nesse espaço) em alguns minutos, para acompanhá-los em seu alinhamento.

Como eu disse (há dois ou três meses), eu estou presente, agora (mesmo para aqueles que não se conscientizam de mim), em cada momento em que vocês se juntam à Merkabah Interdimensional, esse Corpo de Luz da humanidade.

Eu lhes transmito todo o meu Amor, aquele que vocês são.

Até breve.

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Compartilhamos estas informações em toda transparência. Obrigado por fazer do mesmo modo. Se você deseja divulgá-las, reproduza a integralidade do texto e cite sua fonte:www.autresdimensions.com

Versão do francês: Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com 

MA ANANDA MOYI – 21-08-2011 - AUTRES DIMENSIONS






Mensagem publicada em 22 de agosto, pelo site AUTRES DIMENSIONS.


Eu sou MA ANANDA MOYI.
Irmãos e Irmãs, que o Amor seja sua morada e que a Paz esteja com vocês.

Em venho a vocês para tentar prosseguir o que eu disse, em parte, quando de minha última vinda entre vocês.
Venho completar, de algum modo, todas as noções que estão em relação com a Consciência Una, com o Espírito.

Vamos, portanto, caminhar, juntos, pra tentar avançar na compreensão, certamente, intelectual, mas que lhes dará – eu o espero – balizas quando de seu retorno à sua própria Unidade, a fim de perceberem, de maneira clara, e identificarem os sinais que traduzem, de algum modo, o estabelecimento da Consciência Una.

Quando de minha última vinda, expliquei o que acontecia para mim, quando da minha última encarnação, no momento em que entrava em Samadhi, durante tempos, às vezes extremamente longos.

Vamos tentar, hoje, abordar uma etapa que se situa antes desse Samadhi, antes do acesso à Unidade, que chamei, de algum modo, o momento em que o Espírito torna-se a Consciência Una, embora a expressão «torne-se» não tenha, verdadeiramente, sentido, na medida em que o Espírito é a Consciência Una.
Trata-se, portanto, antes, não de tornar-se, mas manifestar, aqui mesmo, onde vocês estão, um estado diferente.

Esse estado, antes de instalar-se, dá primícias.
Algumas dessas primícias já foram, aliás, dadas por minha Irmã GEMMA, concernentes à noite escura da Alma e aos processos que, por vezes, são vividos, de maneira difícil, para uma Alma que se volta para o Espírito.
Isso foi chamado de diferentes modos: o Arcanjo ANAEL falou-lhes do Abandono à Luz; falou-lhes da resistência à Luz porque, efetiva e atualmente, o conjunto da Terra vive um processo coletivo que é iniciado e que toca, em breve, a sua finalidade.

Vou falar-lhes, agora, não de um processo coletivo, mas de um processo que a vocês concerne, todos que me lerem ou que me escutam, relativo ao que vocês chamam o andamento espiritual e seu caminho espiritual.

O despertar da personalidade à espiritualidade é uma investigação que, muito logicamente, volta-se para um conhecimento.
Esse conhecimento é a necessidade de satisfazer um impulso da Alma para compreender seus próprios mecanismos, suas próprias regras na encarnação e, também, encontrar um equilíbrio, independentemente dos nomes que sejam dados a esse equilíbrio.
Em todo caso, uma melhoria, um impulso da vivência comum para ir para algo melhor, para algo de mais amplo, que pode preencher, de algum modo, um sentimento natural de vazio que pode existir na Alma, a um dado momento da evolução da personalidade, nesse mundo.

Então, naquele momento, a Alma vai voltar-se, muito naturalmente, para o que é comum, na sua tradição, na sua cultura, para a sua própria religião ou, então, para as religiões que não pertencem à sua cultura, por afinidade.

Assim, portanto, a Alma vai voltar-se para processos de adesão a culturas, a ritos, a orações, a cerimônias extremamente variadas, extremamente diversas, mas cujo objetivo é aproximar da Luz essa Alma em busca.

Numerosos são os Anciões e as Estrelas que lhes significaram que a Luz, a verdadeira Luz não era desse mundo, e que ver a Luz sob forma de projeção não era aceder à Luz, mas viver, simplesmente, etapas intermediárias ou etapas que podiam mascarar, justamente, o acesso ao Espírito.

O Espírito não é uma busca.

O Espírito não é um estado comum.
A Consciência Una não é, tampouco, um estado comum para a humanidade e para toda consciência que evolui nessa humanidade.

A revelação do Espírito na Alma corresponde a processos que lhes foram desenvolvidos, chamados basculamento, reversões: o momento em que a Alma não se volta mais para a vida da personalidade para iluminá-la, não se volta mais para suas próprias faltas e suas próprias necessidades, mas capitula, de algum modo, para algo que é profundamente não habitual (no sentido de não comum, ao nível da encarnação), ou seja, o Espírito.

A Consciência Una – vocês compreenderam, porque isso foi desenvolvido muito longamente e, talvez, vocês o viveram – é algo que nada tem a ver com a consciência habitual, aí tampouco.

A Consciência Una, em minhas palavras, é uma espécie de abolição de toda distância, de toda separação, de toda ilusão que faz penetrar, diretamente, a Consciência nessa Unidade, em todos os termos que lhes foram dados e empregados, que traduzem, de fato, a mesma Verdade.

Há uma determinada consciência – que é a consciência comum, própria do conjunto da humanidade – e há uma Consciência que, ainda em minha vida, era extremamente rara, que se traduz por sinais e manifestações totalmente não habituais, não costumeiras, totalmente fora do real comum, digamos, da vida da própria Alma em sua suposta evolução.

A Alma, de fato, tem necessidade de compreender os mecanismos e as engrenagens.
A Alma tem necessidade de projetar ao exterior, na personalidade, certo número de elementos que se baseiam em princípios bem conhecidos que lhes foram desenvolvidos, como a atração, a visão, como a sideração da própria Alma nesse mundo, em relação às suas próprias engrenagens, aos seus próprios desejos, aos seus próprios impulsos, mesmo chamados espirituais.
A Alma não conduz, jamais, espontaneamente, ao Espírito, porque ela é muito ocupada em mantê-los numa evolução ligada a essa própria Dimensão.

Como lhes foi dito, o Espírito não tem qualquer lei comum com as leis desse mundo encarnado.
O Espírito não é desse mundo e a Consciência Una não é, a priori, desse mundo.
Então, podem existir Almas mais ou menos refinadas que têm descoberto, nelas, algumas capacidades ditas espirituais, algumas capacidades para evoluir de acordo com uma harmonia bem maior e bem mais leve do que pode dar uma personalidade, mesmo perfeitamente equilibrada.
Mas essa vida da Alma, mesmo a mais harmoniosa, não será, jamais, a vida do Espírito porque as manifestações, porque a tradução da Consciência e da vivência e do conjunto de fatos e gestos da pessoa não são, de modo algum, as mesmas segundo as regras e as leis da Alma e segundo a regra e a Lei do Espírito.

A Alma traduz, sempre (e é seu próprio princípio que a criou), uma noção de falta.
Alma – vocês podem imaginar, em sua língua, em especial – tem a mesma ressonância que Amor, a mesma ressonância que matriz, a mesma ressonância que mamãe, como manifestação e é, aliás, a primeira parte de meu nome: MA.

Mas a Alma não é nada do que vai conduzi-los ao Espírito, porque a alma, qualquer que seja sua evolução, vai tender a perdurar na matriz, porque ela não conhece o que está fora dessa matriz.
Assim como a personalidade não pode, absolutamente, conhecer a lei do Espírito, nem mesmo vibrar no Espírito do mesmo modo, a Alma nada conhece do Espírito, porque, permanentemente, a Alma está voltada ao seu próprio desenvolvimento, à sua própria ramificação, se se pode dizê-lo, na própria encarnação, das regras e engrenagens cada vez mais sutis existentes numa Alma que manifesta uma sede de absoluto, que manifesta uma busca autêntica de bem, uma busca autêntica de estado interiorizado, de meditação, de Paz e mesmo de serenidade.

O Espírito nada tem a ver com tudo isso, porque o Espírito não é, de modo algum, preocupado com esse mundo, de momento, nessa Dimensão.
O Espírito não é desse mundo.
O Espírito é uma Consciência que nada tem a ver com o próprio princípio e as leis da encarnação, do mesmo modo como ele, estritamente, nada tem a ver com as leis da Alma e os princípios da Alma.

Ao nível do Espírito, existe apenas uma lei e apenas um princípio, que é a Luz Vibral, tal como vocês a nomeiam.

A Unidade é o que nós nomeamos, nós, no Oriente, o Atman, ou seja, o princípio eterno, imutável, que é o mesmo, de toda a eternidade e que compartilha cada Consciência com o maná primordial.

É claro, e vocês compreenderam: nem a personalidade nem a alma têm por vocação conduzi-los ao Espírito.
Apenas algumas Almas (que se nomeiam, a si mesmas, privilegiadas, com razão) como, por exemplo, minha Irmã HILDEGARDE DE BINGEN, é que puderam estender-se ao nível de sua Alma, para esse abandono ao Espírito, com uma tensão tal que a Alma, espontaneamente, reverteu-se, por essa própria tensão, desviou-se das leis da encarnação, não para fugir da encarnação, mas para penetrar, de algum modo, o mistério absoluto que é ligado ao que vocês chamam, no Ocidente, Deus, mesmo se vocês saibam que esse termo é impregnado de muitas Ilusões, muitos erros e muitas trapaças.

Então, a Fonte é outra palavra, que vai substituir essa.
Nós falamos de Atman, ou seja, o que é imutável, eterno, indefinível, indescritível.
A particularidade é que o Espírito, mesmo se é Um, reencontra-se como multiplicado ao infinito e presente, como é dito em todas as tradições, no próprio interior do corpo do Ser humano encarnado.

Esse Atman (chamado, nas outras tradições, a gota branca ou o licor de imortalidade, chamado, também, por alguns místicos, no Ocidente, a fonte de cristal, o Vajra e outras denominações) pode, também, ser vivido, por algumas almas, no momento, no momento dessa reversão, como uma polaridade mais específica, por exemplo, a Shakti ou a Shekina ou, ainda, uma polaridade feminina, uma suavidade específica.

O Atman é, de fato, constituído de três partes, e isso é encontrado, é claro, em todas as culturas, em todas as tradições, em todas as religiões mesmo.
Esse princípio imutável está presente, do mesmo modo, em cada Ser humano presente sobre esta Terra, mas, enquanto ele não é descoberto, enquanto ele não é desvendado à consciência comum ele não pode, é claro, de modo algum, ser Vibrado, de modo algum, ser vivido e não ter qualquer efeito transformador no princípio da personalidade e mesmo no princípio da evolução da Alma.

Aliás, frequentemente, a Alma tem tendência a conhecer-se, cada vez mais, sem, no entanto, pensar em voltar-se para outra coisa.
Essa outra coisa que é o Espírito, porque toda a polaridade da Alma foi, de algum modo, desviada por princípios que lhes foram nomeados Ahrimanianos e Luciferianos; princípios de divisão, princípios de confinamento, de cristalização que, progressivamente, levaram-nos, simplesmente, nessa noção de Dualidade ou de bem e mal, para além de qualquer noção mesmo de Unidade ou de algo de transcendente.

Existe, é claro, uma transcendência, ao nível da Alma (em todo caso, vivida como tal), mas essa própria transcendência da Alma (que corresponde ao que eu chamei o refinamento da Alma), mesmo se isso possa conduzir, nesses casos específicos, como HILDEGARDE, de que acabo de falar, a viver esse abandono ao Espírito e, afinal de contas, relativamente raro.
De fato, basta inclinar-se nos mecanismos da revelação do Espírito, que se produzem fora de qualquer busca de Alma e fora mesmo de qualquer refinamento de Alma.
De fato, quaisquer que sejam os povos, quaisquer que sejam as civilizações, qualquer que seja o sexo, qualquer que seja a idade, muito numerosos Seres têm testemunhos desse Reencontro do Espírito.

Esse Reencontro, ao nível do Espírito, vai traduzir-se por uma perturbação total de todas as regras, de todas as atrações, de tudo o que fazia, até o presente, a vida.
Alguns, é claro, descreveram perfeitamente esse processo de êxtase (que se pode chamar assim), que transfere a consciência de seu habitual comum até uma transcendência total.
Esse comum é, de algum modo, completamente invertido, completamente devastado (é, efetivamente, a palavra que se pode empregar) por essa irrupção da nova Consciência em algo que, anteriormente, era marcado – mesmo se ali houvesse um refinamento – por um confinamento numa vivência pessoal.
Mesmo se essa vivência se inscrevesse numa memória bem mais antiga de suas próprias vidas passadas, de seus próprios fenômenos ligados à encarnação ou ao refinamento da Alma e que quisessem compreender os mecanismos da psique, os mecanismos do mental, os próprios mecanismos da Alma.
Mas jamais isso permite a revolução de Consciência que se pode viver na revelação do Espírito.

Quando a revelação do Espírito é feita, há um acesso a essa desfragmentação, como isso lhes foi nomeado; há uma explosão total de todos os marcadores; há um estado em que tudo se dissolve, realmente, ou seja, que nada mais do que fazia a personalidade, naquele momento preciso, existe mais.
Tudo se dissolve, não há mais sentido, mesmo de identidade; não há mais sentido, mesmo, do que vai acontecer, no momento em que isso acontece.
Há apenas um testemunho que é, efetivamente, essa Consciência Una do acesso ao Espírito, com esse Samadhi, com esse sentimento de fundir com o conjunto da criação e tornar-se, real e concretamente, a si mesmo, a totalidade da criação.
Essa impressão é suficientemente potente para deixar, como vocês sabem, uma marca indelével na Consciência que é, de algum modo (tanto ao nível da Alma, como da personalidade e do corpo), marcada como a ferro [em brasa] por essa experiência.

Essa experiência, conforme o caso, vai traduzir-se de diferentes modos na sequência, e isso é traduzido de diferentes modos por muitos Seres sobre esta Terra.
Alguns perduraram nesse estado e puderam reencontrar esse estado, em toda saciedade, mesmo sem querer desencadeá-lo, mas ele se desencadeava, espontaneamente, sem mesmo buscá-lo: esse foi, por exemplo, o caso, durante minha encarnação passada.
Outros quiseram sair desse estado para poder descrever, de algum modo, sua magnificência, tanto através de textos filosóficos como através de poemas, como através de composições artísticas, musicais ou outras.
Esse foi o caso daquele a quem vocês chamam o bem amado João que, após ter acedido a esse estado de Samadhi específico, de acesso ao Espírito, pôde dele fazer a descrição que vocês conhecem e pôde exprimir o refinamento da Alma, em sua totalidade.

Naquele momento, a Alma não está mais voltada para a personalidade, mas está voltada para o Espírito.
Porém, o que caracteriza a Alma voltada para o Espírito, ao mesmo tempo estando presente na encarnação e decidindo fazer viver a personalidade é dar, de algum modo, uma vontade para construir um ensinamento, para construir uma nova vida, para construir um novo estado, um novo paradigma, uma nova religião, se preferem.

E o bem amado João, quando ele foi Sri Aurobindo, fez exatamente isso em sua vida, e ele é, disso, eu penso, a ilustração perfeita, como tantos outros.

Hoje, as circunstâncias são profundamente diferentes porque, mesmo para aqueles de vocês que descobriram o Espírito há algum tempo, que dele viveram a experiência, obviamente existe, ao nível desse Espírito, um sentimento e uma vivência, uma impressão, se preferem, profundamente diferente, que é ligada mesmo a essa etapa final que vive a humanidade, que é ligada ao seu retorno global à Unidade ou, em todo caso, à sua possibilidade de não mais ser cortada da Unidade e da Fonte.

Existe, portanto, hoje, nessa Reversão da Alma para o Espírito, algo de diferente, porque o impulso do Espírito, mesmo hoje, vai traduzir-se pelo que eu chamaria uma desidentificação total desse mundo.
Então, é claro, e isso também lhes foi dito, eu mesma fui, em minha vida, apoiada em meus estados de Samadhi, não unicamente pelos humanos que me cercavam, mas, também, por entidades celestes, embora, naquele momento, eu não tivesse a total consciência e lucidez disso.

Eles permitiram, efetivamente, que eu mantivesse um estado de Samadhi total durante várias semanas, vários meses, ou mesmo vários anos, permitindo àqueles que se aproximavam, literalmente, banhar-se nessa Luz Vibral que vocês descrevem e vivem hoje.
Alguns Seres tiveram a capacidade de ser ajudados, efetivamente, para manter um estado específico, mas permanecer na encarnação.

Os mecanismos, hoje coletivos, são profundamente diferentes, uma vez que eles visam fazer sair o conjunto da humanidade dos mecanismos do confinamento, e a finalidade do Espírito não é, de modo algum, a mesma.
Existem, portanto, acessos que eu qualificaria de progressivos para a experiência da Unidade, para a experiência dos diferentes Samadhi possíveis, que permitem, progressivamente e agora, eu diria, cada vez mais rapidamente, um processo de desengajamento.

Compreendam, efetivamente, que, quando eu falo de desengajamento ou de desidentificação, não se trata de uma renúncia à vida, não se trata de uma renúncia a quaisquer manifestações da vida comum, mas, efetivamente, de uma transcendência, total e absoluta, de suas contingências, chamadas afetivas, sociais, emocionais e outras.

De fato, o Espírito, em sua característica presente da humanidade, é capaz de descristalizá-los, de desengajá-los e de desidentificá-los de tudo aquilo a que vocês estavam engajados e identificados.
E compreendam, efetivamente, que, quando eu exprimo essas palavras, eu não falo de uma renúncia pela vontade, a qualquer implicação na vida social ou na vida, qualquer que seja, da personalidade, mas, efetivamente, de uma lucidez total da Ilusão.

É claro, em minha vida, isso não era possível, o que quer dizer que havia apenas duas escolhas: ou aquela de estar no Maha Samadhi, na dissolução da Luz (e deixar esse corpo àqueles que dele se ocupavam), ou voltar aqui e provar a nostalgia desse sentimento de Maha Samadhi que eu vivia em outros momentos, ao mesmo tempo manifestando a mesma paciência, o mesmo Amor e a mesma qualidade, se se pode dizer, de minha própria Alma.

Hoje, é profundamente diferente, porque o que vocês são levados a concretizar e a conscientizar-se vai a algo de profundamente diferente, porque não há necessidade coletiva de manutenção do que quer que seja de ilusório, do que quer que seja pertencente à personalidade e à vida, no momento, como vocês sabem, em que a Terra tiver decidido.

Mas não é a vocês que cabe decidi-lo porque o Espírito não lhes pedirá isso jamais e, sobretudo, agora.

Obviamente, existiam, há alguns anos, impulsos da Alma que muitos de vocês viveram e que preparam o reencontro com o Espírito, ou seja, mudar disso, mudar de lugar, mudar de ambiente, mudar de condições de vida, no sentido o mais amplo.
Hoje, não é mais tempo, é claro, de mudar e de viver seus impulsos da Alma.
É questão de ir ao impulso do Espírito, o mais diretamente possível.

Não é necessário, portanto, obstruir-se de qualquer impulso da Alma que lhes diria para parar isso, prosseguir aquilo, mas, simplesmente, verdadeiramente, deixar-se imergir pelo Espírito.
Essa imersão no Espírito traduz-se, é claro, por primícias.
Essas primícias, vocês as conhecem, são: a Alegria, o sentimento, de repente, de não mais existir no sentido do eu, de não mais existir no sentido de suas atividades comuns: uma forma de pequena morte ou de pequeno Samadhi que são, de fato, as primeiras etapas que os conduzirão ao Samadhi final ou Maha Samadhi.

Apreendam, efetivamente, que tudo isso é possível (e cada um de vocês o vivem, por toques sucessivos, por toques progressivos e, para alguns, de maneira brutal, também), mas que, quanto mais o tempo avança, ao nível de seu calendário, mais isso vai tornar-se, eu diria, evidente, ou mesmo violento.
Isso quer dizer que não será mais possível, para aqueles que iniciaram o caminho de retorno à Unidade, resistir ao impulso do Espírito.
E isso, também, foi-lhes dito.
E vocês constatarão que existem momentos, instantes e tempos em que vai tornar-se cada vez mais difícil a vocês manter uma atividade comum, qualquer que seja.
Isso faz parte, efetivamente, da transformação.

É claro, se isso não lhes acontece, vocês não têm que buscá-lo porque isso, vocês não encontrarão.
Mas se isso se produz em sua vida, é claro que se trata de um apelo de seu Espírito, um apelo da Alma que começa a voltar-se para o Espírito e que, como eu disse, desengaja-se e desidentifica-se de todas as interações que podiam existir na personalidade ou mesmo na vida da Alma.

Cada um, nesse nível, em seu ritmo próprio.
Cada um, nesse nível, vive a experiência que deve viver, no momento em que deve viver.
É nesses momentos, aliás, que o princípio de resistência não deve trabalhar, porque é assim que vocês mostrarão, por si mesmos, pelo que vocês adotarão nesses momentos como escolha, como decisão, como comportamento, como atitude, que vocês demonstrarão, a si mesmos, sua capacidade para viver no Espírito ou não.

Como São João havia dito: «haverá muitos chamados».
E houve muitos chamados, uma vez que a totalidade da humanidade será liberada.
Mas haverá poucos Escolhidos.

O que entendemos por escolhidos?
Nós não entendemos, com isso, pessoas que sejam superiores, Almas que sejam superiores a outras, mas, simplesmente, Seres que fizeram a livre escolha de retornar à Unidade, ao Espírito e, sobretudo, à multidimensionalidade.
Tudo isso, vocês já sabem.

O importante é compreender que as primícias que vocês vivem, para alguns de vocês (e que vão tornar-se cada vez mais invasivas em suas vidas), demandam, de sua parte, uma atenção toda especial porque, de fato, se a Luz chama-os à Vibração, se a Luz impede-os de realizar tal tarefa, o que vocês farão?
O que vocês farão se, por exemplo, numa manhã, vocês devem pegar seu automóvel e o apelo do Espírito põe-nos num estado de Samadhi tal que vocês não possam mais pegar seu automóvel?
O que vocês farão?
É bom, talvez, colocarem-se as questões agora, porque isso pode pegá-los desprevenidos (e isso os tomará, necessariamente).

Isso não quer dizer, de maneira instantânea (pondo em jogo sua vida, por exemplo, se vocês conduzem um veículo), mas, simplesmente, vocês sentirão, de maneira cada vez mais premente e viva, esse apelo do Espírito para voltar-se à Consciência Una e tornar-se essa Consciência Una.

E é nessa etapa (quaisquer que sejam, como lhes foi dito, os elementos que serão trazidos à sua vida) que vocês deverão manifestar toda a lucidez necessária e fazer as escolhas necessárias para viver o que vocês têm a viver.

É claro, é nesses momentos que é necessário estar Consciente e lúcido porque, é claro, a natureza da personalidade, da Alma, é feita de modo a que, enquanto ela não vive esse estado, ela diz buscá-lo.
Mas, assim que esse estado chega, é claro, a Alma logo faz esquecer (e a personalidade ainda mais) que é o apelo do Espírito que surge.

O apelo do Espírito não é um impulso como o impulso da Alma.
O impulso do Espírito ou o apelo do Espírito traduz-se por esse mecanismo de deslocamento de sua Consciência, de sua pequena pessoa, de suas atividades comuns, mesmo as mais normais, mesmo as mais úteis, se vocês querem empregar essas palavras.
Mas, naquele momento, é preciso estar lúcido do que acontece em vocês.
É preciso estar lúcido de que, naquele momento, vocês vivem, literal e verdadeiramente, um apelo do Espírito.

Então, esse apelo do Espírito, é claro, vocês o viverão cada vez mais nos momentos de alinhamento, sejam coletivos ou individuais.
Vocês os viverão, também, como eu o disse, de modo inesperado, abruptamente e requerendo, de algum modo, uma parada da pessoa, uma parada do corpo, uma parada da personalidade e mesmo do que vocês estavam realizando como atividade.

Naquele momento, e de modo cada vez mais palpável, eu diria, vocês perceberão modificações fisiológicas cada vez mais nítidas.
Eu não falo de percepções Vibratórias da Luz Vibral (sob forma de formigamentos ou zonas de ressonâncias), mas eu falo, verdadeiramente, de modificações de ritmos fisiológicos, em primeiro lugar dos quais, é claro, a respiração, o ritmo cardíaco e o sentimento de adormecer ou de flutuar e, também, o aumento de percepções Vibratórias, é claro, mas, também, verdadeiramente, o sentimento de que sua Consciência escapa-lhes.

É nesses momentos que vocês se arriscam a viver o que é chamada a noite escura da Alma (que foi desenvolvida por GEMMA), porque é nesses momentos que a Alma sente que ela é chamada a outra coisa além de animar o corpo e a personalidade.
E ela é chamada a voltar-se para o Espírito, e isso é um luto para ela, também, a fazer, que é um mecanismo de Reversão.

Então, esse mecanismo de Reversão pode durar alguns minutos, reproduzir-se ou não, mas ele pode, também, instalar-se de maneira não duradoura (uma vez que vocês estão em tempos específicos), mas de maneira suficientemente longa para perturbar mesmo a base de sua diligência espiritual.

A um dado momento, alguns de vocês correm o risco de encontrar-se confrontados a um sentimento de vazio extremamente importante.
Isso é muito bom sinal porque, assim que o momento em que surgir esse vazio e em que a Alegria parecer deixá-los, isso quer dizer que vocês estão prontos, realmente, para a verdadeira Alegria, na totalidade, paradoxalmente.

Assim, portanto, não é necessário alarmar-se com coisas que poderiam parecer-lhes, a priori e num primeiro tempo, contrárias à Luz.
Assim, um evento traumatizante que possa sobrevir hoje em sua vida, qualquer que seja, sem qualquer exceção (que pode mesmo pôr em jogo o que vocês chamariam seu prognóstico vital, o que vocês chamariam sua sobrevivência, o que vocês chamariam, simplesmente, sua vida e suas relações) não é a tradução de uma perda, mas é, efetivamente, a tradução de algo que lhes é tirado para encontrar o Espírito.

Saibam e reconheçam que a Inteligência da Luz, nesse caso, é absolutamente total e que é nesses momentos (vocês, que buscaram e experimentaram os Casamentos Celestes ou outras experiências místicas ou meditativas ou de oração) que vocês estão ao mais perto do Espírito.
E se, naquele momento, vocês aceitam não se pôr, vocês mesmos, a pressão, não querer sair desse estado, mas ir até o extremo do que a Vida propuser, então, seguramente, de repente, vocês viverão o Espírito.

Mas, agora, se vocês não o vivem, significa que sua Alma, talvez, decidiu diferentemente e que ela tem necessidade dessa Fonte, que ela tem necessidade de estar reconectada ao Espírito, mas que ela decidiu prosseguir sua existência fora da Unidade, ao mesmo tempo estando religada à Unidade, ou seja, prosseguir o jogo da encarnação, a fim de experimentar, sempre mais, mas nunca mais como até o presente, ou seja, cortada do Espírito.

Então, o que quer que vocês tenham a viver nesse período, o que quer que a Luz faça-os viver, o que quer que o outro os faça viver, o que quer que as circunstâncias de sua vida façam-nos viver, jamais joguem a toalha para o que quer que seja.
O que eu quero dizer com isso é que, através desse face a face, como lhes foi dito, esse face a face final, vão encontrar-se, em vocês, os elementos os mais potentes de resolução da Dualidade, qualquer que seja a finalidade, qualquer que seja sua evolução nos mundos unitários, seja na Unidade, seja nos mundos carbonados, seja na perpetuação desse corpo em outro espaço-tempo.

Então, tranquilizem-se, nada há a temer nem a recear nas circunstâncias comuns de sua vida porque, lembrem-se: mesmo o que lhes é dado a manifestar e a viver nesse período específico, conduzi-los-á, de maneira formal e certa, para onde vocês devem ir.

Então, mesmo se vocês são chamados a viver uma noite escura da Alma, se vocês são chamados a viver um luto, se vocês são chamados a viver algo que lhes apareça como terrível, não permaneçam nesse nível.
Não fujam do que lhes é apresentado.
Não fujam do que lhes é dado a ver.
Não fujam do que lhes é dado a viver.
Não fujam do que lhes é dado a enfrentar ou confrontar, mas vão além.
Atravessem isso com uma certeza inabalável de que, atrás desse evento, encontra-se o Espírito, inteiramente.

Cada um e, antes mesmo que vocês possam viver, potencialmente, esses estados ou esses eventos, vocês serão informados, vocês viverão as primícias do Espírito.
Isso está inscrito no calendário da Terra, isso foi inscrito em muito numerosas profecias e isso foi dado a viver a alguns Seres.

A chegada da Luz, a destruição total de tudo o que é ilusório, a vivência da Luz, a vivência de uma relação diferente entre os Seres humanos, tudo isso serão sinais importantes de que a Luz começa a trabalhar em seu estabelecimento sobre esta Terra.

Eu não falo, é claro, de sinais visíveis aos seus olhos e à sua visão etérea, que são cada vez mais patentes; eu não falo de sinais físicos da Terra que, eles também, são cada vez mais patentes, mas eu falo, realmente, de sua Consciência.

E lembrem-se de que esses momentos poderão parecer-lhes os mais difíceis (ao nível da personalidade ou da Alma) e, para outros, também, muito fáceis; tudo depende, aí também, de seu estado de Abandono, de seu estado de doação de si mesmos à Luz.

Assim, vocês se aperceberão de que, independentemente do que vocês vivam, qualquer que seja a intensidade que lhes é proposta pela Luz, vocês saberão que a Luz está por trás, sempre, sem qualquer exceção, porque a finalidade é a Luz, desta vez, e não a reencarnação infinita, e não a purificação infinita de um Carma, mas, efetivamente, uma Alegria inefável da reconexão com a Verdade.

Então se, simplesmente, vocês conseguem tomar um pouco de recuo e não imergir-se, inteiramente, no que a Luz os faz viver em seu face a face, em sua noite escura ou em sua saída (por essa desidentificação) ou esse desengajamento de sua própria vida, por momentos; se vocês são capazes de viver isso com serenidade, sem ali envolver-se, de maneira alguma, sem qualquer vontade (um pouco como um espectador, um pouco como um observador), sem envolver-se, mas permanecendo centrados em si mesmos, vocês verão que isso não tem qualquer tomada sobre o que vocês são.
Esse corpo não pode mais ter tomada sobre o que vocês são, mesmo se é nesse corpo que vocês devem viver sua transformação, se vocês estão aí ainda.

Então, é claro, guardem presente no Espírito minhas palavras, do mesmo modo que Irmão K, quando de sua primeira vinda entre vocês aqui, há alguns meses, havia dito que ele falava por antecipação da Liberdade e da Autonomia, a fim de prepará-los para a Liberdade e para a Autonomia.
Do mesmo modo, as palavras que eu empreguei esta noite são uma preparação para o que vocês têm a viver.
O que vocês têm a viver, eu volto a esclarecer, vocês têm que atravessar e, se vocês têm que atravessar, não é nem uma retribuição nem uma punição, nada de tudo isso, não é um carma, são, simplesmente, as condições ótimas, para vocês, para ir para sua Liberdade e absolutamente nada mais.

Não vejam e não busquem aí, como lhes foi dito, nem culpa nem satisfação (se esse estado é agradável), nem qualquer vingança nem qualquer retribuição do que quer que seja.
São, simplesmente, as circunstâncias da instalação da Luz, para vocês, que estão ao mais exato do que vocês são, mesmo se, em alguns momentos, isso possa parecer-lhes tão afastado do que vocês buscavam ou do que vocês esperavam ou mesmo do que vocês já têm vivido.

O que eu quero dizer com isso, também, é que cada Ser humano não viverá, necessariamente, o processo do mesmo modo: esse choque da humanidade que começou vai ser vivido, é claro, de modo profundamente diferente para cada um, e eu diria que será mesmo profundamente diferente do que vocês podem mesmo imaginar, esperar ou temer.

Então, nada há a esperar.
Nada há a temer.
Há, simplesmente, a viver o que há para viver, estando centrados, inteiramente, na Luz e no Ser que vocês são, para além de tudo o que é dado a atravessar.

Aí estão os alguns elementos que eu tinha a dar-lhes.
Se existem questionamentos suplementares em relação ao que eu acabo de dizer, sobre essas primícias e essas etapas que se revelam agora, eu os escuto com grande atenção e grande prazer.

Questão: nesse processo, onde se situa o Reencontro com Cristo?

Como lhes foi dito, anunciado e enunciado de diferentes modos: a Porta posterior do Cristo está aberta.
Ele virá, como Ele havia dito, como um ladrão na noite.
Ele virá muito em breve, mas cada um pode viver esse Reencontro com o Cristo, com o príncipe da Unidade, com o Atman, a qualquer momento.
Isso pode situar-se tanto antes do choque como após o choque.

É diferente para cada um, não a título individual, mas é diferente para diferentes grupos de Almas.
Alguns grupos de Almas o viverão agora, muito proximamente; outros o viverão após o primeiro impulso de Luz visível aos olhos de todos, e outros o viverão, unicamente, no final.

Seja como for, o momento em que vocês o viverão pertence-lhes e assinala, para vocês, por vezes, uma facilitação e, por vezes, não.
Isso nada mudará no processo que há a atravessar e que vocês têm que atravessar, que é o seu.

Algumas Almas têm necessidade da suavidade, do Amor Cristo, personificado ou não, para poder atravessar o que têm a atravessar, mais facilmente.
Outros, ao contrário, não têm que viver isso para atravessar o que têm a atravessar, porque isso seria mais um freio do que outra coisa.
Aí também, tenham confiança na Inteligência da Luz.

Questão: o Reencontro com Cristo é o momento em que se está na Unidade de maneira definitiva?
Minha Irmã, olhe, por exemplo, nos escritos do Ocidente, olhe aquele que foi chamado São Paulo, bem após seu reencontro no caminho de Damas: ele permaneceu no mesmo estado após seu reencontro?
Não, ele mudou de caminho, ele mudou sua Consciência.
Mas ele estava, no entanto, na Unidade, após seu reencontro com o Cristo?
Todos os Seres que viveram sobre esta Terra e que reencontraram a Luz (seja Krishna, Cristo, outros nomes, pouco importa), todos eles estiveram, depois, na Unidade de maneira definitiva?
Eu apenas exprimi exatamente o contrário, por exemplo, falando de meu Irmão Sri Aurobindo.
Para alguns, isso pode ser uma ajuda e, para outros, talvez não, isso pode mesmo ser um freio.

Questão: por que viver episódios de Samadhi cada vez mais curtos e raros?
Aí também, minha Irmã, não há explicação.
Aí também, não há nem retribuição nem punição.
Há apenas a exata lógica da Luz Vibral em você.

Alguns seres (e isso lhes foi dito pelos Anciões), se se os deixassem estabelecer na Existência deles, inteiramente, não voltariam, simplesmente, sobre esse mundo.
Ora, é aqui que vocês são úteis.

É necessário, também, apreender que o Samadhi não é o objetivo.
O Samadhi é, simplesmente, a consequência da Consciência Una, não é algo a buscar nem a querer experimentar.

Esse Samadhi acompanha a Consciência Una de diferentes modos, e existem, aliás, múltiplos Samadhi, de múltiplas formas.

O mais importante, além de qualquer Samadhi, é manter (sem querer, realmente, mas, simplesmente, constatar em si) a Presença da Alegria a cada Sopro.
Se a Alegria permanece, quaisquer que sejam as circunstâncias de sua vida, então, vocês não terão dificuldade alguma, no momento vindo para vocês, para estabelecer-se em sua Unidade e no Maha Samadhi.

Mas, como vocês todos constataram, quando uma experiência é vivida, qualquer que seja mesmo a mais majestosa e a mais unitária, a personalidade e a Alma querem revivê-la.

É claro, como vocês todos constatam, geralmente, isso não se revive, por uma razão que é simples, que eu exprimi exatamente antes: se se oferecesse a vocês a possibilidade de instalar-se, definitivamente, nesse estado, não haveria, absolutamente, mais qualquer razão para que vocês estivessem presentes na superfície desta Terra, dadas as circunstâncias atuais coletivas da Terra, porque o objetivo não é esse, e vocês sabem.

Lembrem-se de que vocês estão aí para todos os outros.

Realizar o Si é sair do eu.
Realizar o Si é compreender e viver que todos os outros, sem qualquer exceção, são apenas vocês mesmos, não como uma aceitação mental ou espiritual, mas, efetivamente, como uma vivência real.
Com base nisso, em nome de que vocês deixariam partes de vocês mesmos na Sombra?
O importante, quando de uma experiência (mesmo a mais majestosa ou a mais frustrante que seja) de um acesso à Unidade, é o princípio de Reversão da Alma, o princípio da Reversão do triângulo Luciferiano (da cabeça, se preferem) para o Espírito.
O Espírito, portanto, voltou a fecundar a matéria; revivificou, portanto, a matéria.
A reconexão da experiência vivida (a sua ou aquela de alguém mais) é o próprio fundamento da experiência.

Não temos mais perguntas, agradecemos. 

Então, caríssimos Irmãos, caríssimas Irmãs, vamos viver, juntos, um momento de comunhão.
Esse será meu modo de render Graças à sua presença, à sua escuta e à sua disponibilidade.

Eu lhes digo, portanto, até breve, e vivamos, então, juntos, nossa comunhão.

... Efusão Vibratória...

MA ANANDA ama-os e saúda-os.
_______________________

Compartilhamos estas informações em toda transparência. Obrigado por fazer do mesmo modo. Se você deseja divulgá-las, reproduza a integralidade do texto e cite sua fonte:www.autresdimensions.com.

Versão do francês: Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com 

ANAEL – 21-08-2011 - AUTRES DIMENSIONS






Mensagem publicada em 22 de agosto, pelo site AUTRES DIMENSIONS.


Eu sou ANAEL, Arcanjo.
Bem amados Filhos da Luz e bem amadas Sementes Estelares, vivamos um instante e um tempo de comunhão.

... Efusão Vibratória... 
Bem amados, eu venho, hoje, informar-lhes o conteúdo da mensagem da Luz Vibral.

Os espaços e os tempos em que a Terra vive, a Luz Vibral, em fase de revelação e de objetivação, vão, obviamente, apresentar uma mensagem.
Além da ação sobre vocês mesmos, Sementes Estelares, que trabalharam para estabelecer essa mensagem sobre a Terra, essa Transparência, a mensagem, hoje, vai propagar-se diretamente, dentro de pouco tempo, pela própria Luz, sem mais qualquer intermediário, qualquer que seja o Mensageiro.

A Luz Vibral vem, de maneira coletiva e individual, colhe-los no estado da Consciência em que vocês estão.
Ela vem pedir-lhes, ela vem mostrar-lhes e demonstrar-lhes, com lucidez, Inteligência e Amor, aí onde vocês estão.
Ela vem perguntar-lhes aonde vocês podem ir.
Ela vem, portanto, para cada um, pôr face à Verdade, não a sua, mas a Verdade da Luz.

Nesse Face a Face, chamado a ser vivido, cada um aquiescerá ou recusará a mensagem da Luz Vibral.
Ela vem perguntar-lhes o que vocês querem Ser, o que vocês querem fazer e qual é sua Evolução.
Para isso, nos mecanismos (de momento, não perceptíveis para o conjunto da humanidade não ainda Despertada, não ainda em face da Luz), ela põe o conjunto da humanidade, cada um, em seu exato lugar.
Ela vem colocar a consciência do homem face a um dilema.
Esse dilema não é mais uma escolha.
Esse dilema não é, tampouco, uma liberdade, mas, efetivamente, uma Graça.
E a Graça vem perguntar, a cada um, se cada consciência deseja e pode instalar-se na Graça, sair da Dualidade, prosseguir a Dualidade ou viver a Unidade.

O estado preciso no qual cada consciência encontra-se (como idade, como situação, como posição, como humor e como emoção) corresponde, muito exatamente, nas primícias que vocês vivem disso, a esse Face a Face que cada ser humano tem a viver.

A mensagem da Luz Vibral é, portanto, extremamente simples.
Estabelecendo seu Reino, ela vem perguntar-lhes: onde está seu Reino?
Ele está no efêmero e na experiência do efêmero?
Ele está nas relações e no apego?
Ou, então, ele está na Liberdade, a mais total?

Ela vem confrontar as zonas de resistências presentes em vocês.
Ela vem, independentemente de qualquer vontade que poderia ser a sua, revelar-lhes as últimas resistências e, sobretudo, fazê-los levar, sobre si mesmos, um julgamento, exato e equitativo, sobre o que vocês São, em Verdade.

Há, portanto, no que foi chamado por São João, o Julgamento Final, a capacidade, para cada consciência da Terra, de viver e de experimentar, em toda lucidez, em toda Transparência,sem hipocrisia e sem possibilidade alguma de dali escapar, de viver esse Julgamento realizado por vocês mesmos.
Isso permite apreciar, ou não, a distância entre o que é cada um de vocês, naquele instante, e o que podem ser vocês, na Unidade.
Assim, cada um e cada uma, com a mesma dose de Amor e de Unidade, será posto(a) face de si mesmo(a), face do conjunto do que faz a vida na personalidade, qualquer que seja o estado dessa personalidade, qualquer que seja o grau de Transparência já acolhido e manifestado.

Cada um deve, agora, decidir, nesse Face a Face, ou deixar a Luz estabelecer-se, inteiramente, ou resistir, ainda e sempre, ao Reino da Luz.
Os dois mundos que estavam, até o presente, nessas duas Dimensões separadas, em fase (como lhes foi dito por Irmão K) de sobreposição, vão entrar em fase de contradição, que a tudo se opõem.

A Graça não pode deixar existir a Dualidade.
A Dualidade não pode deixar existir a Unidade.
Assim, a consciência de cada ser humano vai encontrar-se face disso: penetrar o tempo da Graça ou penetrar o tempo da não Graça.
Penetrar esse Abandono à Luz ou penetrar a resistência.
Cada um deverá posicionar-se.
Cada um deverá ajustar-se ao seu exato lugar, ajustar-se à sua exata frequência.
Mas ninguém poderá manter a Ilusão de qualquer Unidade ou a Ilusão de qualquer Dualidade, em função do estado do Espírito, da Revelação do Espírito de cada um em sua alma e nesse corpo.

A Luz vem realizar a Promessa e o Juramento da FONTE e, também, o Anúncio, pelo próprio CRISTO, do Retorno do Mensageiro, o mais elevado, aqu’Ele que vem perguntar-lhes, uma última vez: vocês querem segui-Lo na Vida ou vocês querem permanecer na morte?
Essa morte é muito relativa porque, como vocês sabem, o conjunto da humanidade é liberado das armadilhas do confinamento, sem, no entanto, ser Liberado do peso da densidade.
A lembrança será, contudo, para cada alma, a presença da Luz efetiva (qualquer que seja a densidade escolhida, qualquer que seja a posição escolhida, qualquer que seja o mundo escolhido), pela Vibração de sua própria Presença.

Assim, os tempos são cumpridos, isso vocês compreenderam.
Assim, os Tempos cumprem-se, isso vocês o vivem.
O que acontece em sua consciência, o que acontece em sua vida, quaisquer que sejam os elementos, quaisquer que sejam as circunstâncias, quaisquer que sejam os motores, será, muito exatamente, o que vocês devem ter face a face, nesse Face a Face.

De sua faculdade de viver a Alegria, de sua capacidade de alinhamento decorrerá sua consciência, seu humor, seu comportamento, sua própria Alegria ou sua ausência de Alegria.
A Alegria será, aliás, o testemunho infalível de sua aptidão para posicionar-se na Luz Una, na Graça, porque a Graça é Alegria, e a resistência é sofrimento.
A resistência faz parte da densidade, ela faz parte da oposição à Vibração Una.

Cada um e cada uma vão, doravante, no espaço de suas noites, no espaço de seus dias, no espaço de sua vida a mais comum viver, dentro de poucos dias, esse Reencontro e viver a mensagem da Luz.
Essa mensagem da Luz é centrada na própria Luz.

A Luz vem perguntar: você quer ser o que eu sou ou você quer continuar o que você é?

Alguns viverão essa Fusão, chamada, também, Dissolução na Luz Una.
Alguns viverão um estado de florescimento, de Alegria importante.
E outros resistirão.
Não haverá mais possibilidade de hipocrisia.
Não haverá mais possibilidade de evasão.
Não haverá mais possibilidade de enganar a si mesmo ou a vida.

Cada um será levado a Ver-se, na Transparência a mais total da Luz.

É claro, o fato de não ver e de não se ver corresponderá à resistência a mais importante nessa fase de revelação e de ruptura dos últimos envelopes, tanto da Terra como de seu Coração.
Assim, dentro de bem poucos dias, pouco após um anúncio intermediário de MARIA, que lhes desvendará os resultados dessa situação, dos quais eu esboço o resumo, cada um vai encontrar-se, realmente, em face de si mesmo.
E unicamente em face de si mesmo.

Lembrem-se, naquele momento, de que o conjunto de circunstâncias de sua vida faz parte de suas circunstâncias Interiores, e que não pode ser diferentemente.
Que, ainda que a consciência fragmentada venha a rejeitar a Graça que se apresenta, então, não pode haver qualquer falta, não pode haver qualquer responsabilidade, não pode haver, tampouco, qualquer culpa porque, naquele momento, cada um e cada uma viverão, muito precisamente, o que deve advir à sua própria consciência.

O Tempo que vive, e que se vive, desde a abertura da Porta Posterior do Coração, que corresponde, vocês compreenderam, à abertura total do último envelope terrestre, ainda um pouco intacto, vai traduzir-se pela balbúrdia completa e a transformação total das próprias circunstâncias de crenças do humano, no que é a vida e no que ela não é.

CRISTO dizia àqueles que queriam segui-Lo, para deixar os mortos enterrarem os mortos.
O que é que morreu?
O que morreu é o que não é o instante da Presença.
O que morreu é o que não está instalado, em Consciência, inteiramente, no instante do Presente, de HIC e NUNC.

Os Quatro Pilares devem, agora, ser integrados, não tanto como uma conduta exterior, moral ou outra, mas vividos na Verdade Vibratória do Instante que se revela, a fim de colocarem-se nas Fundações de sua nova Vida, de sua nova Consciência, de seu novo Ser: aquele de Verdade, aquele de Leveza ou, ao contrário, aquele da densidade.
E ninguém poderá subtrair-se, ninguém poderá evitar o que advém porque, o que advém concerne à totalidade da humanidade Una, em todas as suas potencialidades, em todas as suas diferenças, em todas as suas Evoluções e em todos os seus estados, porque é ao conjunto que, hoje, a Luz vem entregar sua mensagem.

A mensagem vai aparecer-lhes cada vez mais claramente, tanto em vocês como no exterior de vocês.
Ela vai aparecer-lhes cada vez mais claramente em suas relações, no que se junta e no que se afasta de vocês.
Nas próprias circunstâncias que sua vida é chamada a manifestar nesse mundo, que vão corresponder, integral e inteiramente, ao que vocês foram capazes de co-criar.

Esse instante, como foi enunciado por vários Anciões, é, muito exatamente, o Instante que vocês têm a viver.
Nada é deixado ao acaso.
Nada é deixado a qualquer sorte ou azar porque, definitivamente, quando a Luz Vibral entrega sua mensagem, inteiramente, cada coisa encontra-se em seu lugar.
Não pode haver mau lugar; não pode haver qualquer má localização; não pode haver qualquer coisa não correta no que vocês têm a viver doravante.

Quaisquer que sejam as circunstâncias, qualquer que seja o lugar, feliz ou infeliz, lembrem-se de que a Alegria não dependerá, jamais, de qualquer circunstância exterior.
Lembrem-se, naqueles momentos, de que jamais uma satisfação duradoura pode existir ou manifestar-se na dualidade.
Lembrem-se de que existe, em vocês, um espaço Sagrado, que cada ser pode, se ali se Abandonar, viver, inteiramente.

A Luz instala-se e ela não se instala em outro lugar que não no Interior de sua Consciência.
Ela vem estabelecer-se, se vocês deixaram o lugar limpo em seu Coração.
Ela vem estabelecê-los na Unidade, na Alegria, na Graça e na Verdade.

Para isso, é necessário estar lúcido sobre tudo o que pode ainda resistir em cada um.
É preciso, também, que cada um de vocês esteja lúcido de que nada poderão levar nessa nova Consciência, exceto você mesmo, em Consciência.
Nenhum objeto, nenhum ser, nenhuma aquisição, nenhuma materialidade pode subsistir na Graça.

Os instantes que se instalam são instantes de Alegria, renovada a cada minuto, a cada sopro, para aquele que acolhe a Luz em seu Templo; para aquele que recolhe a Essência do Espírito em seu Templo.
Então, para este, quaisquer que sejam as circunstâncias de seu ambiente, que serão, elas também, muito precisas, então, a Alegria da Consciência Una será afixada, manifestada, patente e permanente.
Numa permanência cada vez mais intensa, numa permanência cada vez mais evidente, que permite à Consciência estabelecer-se, definitivamente, em seu Reino, aquele da Unidade, aquele do Caminho, da Verdade e da Vida.

As resistências, é claro, vão aparecer de maneira cada vez mais flagrante porque, de uma maneira geral, nesse mundo, o que morre resiste, o que morre não quer jamais morrer, porque o que terminou recusará, sempre, sua finitude.
O paradoxo está nesse nível.

A consciência humana, fragmentada, é, obviamente, finita.
Ela é inscrita num âmbito temporal e espacial de início e de fim.
Ela não pode conceber a si mesma, e por si mesma, que existam estados múltiplos do Ser que nada mais têm a ver com a experiência chamada encarnação; que nada mais têm a ver com a experiência chamada separação; que nada mais têm a ver com o que é chamado o confinamento.
Assim, vocês deverão, em Verdade, estabelecer-se na Liberdade ou resistir no confinamento.

O conjunto do que lhes é proposto, e que lhes será proposto, a cada um e a cada uma, é apenas a expressão, a mais bem-sucedida, da Lei de Atração e de Ressonância, que deve manifestar-se quando a Luz entrega sua mensagem, nesses instantes os mais finais e os mais conduzidos.

Assim, em sua consciência, qualquer que seja seu caminho, qualquer que seja sua estrada, caberá a vocês portar uma ordem de prioridade, uma ordem de importância ao que vocês são.
Caberá a vocês escolher, não mais, simplesmente, para um futuro ou uma evolução, mas, real e concretamente, em cada Instante de sua vida, de cada sopro que os animará ainda sobre esse mundo para permitir-lhes, realmente, estabelecer-se na Unidade ou resistir à Unidade.

Lembrem-se de que a Luz entrega sua mensagem e de que, jamais, ela julga ou condena.
É apenas um princípio de Graça, um princípio de Liberdade e do que é chamada, efetivamente, a verdadeira Retribuição.

CRISTO dizia: «Que lhe seja feito segundo sua fé, que lhe seja feito segundo sua Vibração, que lhe seja feito segundo o que você pensa, que lhe seja feito segundo o que você ama, que lhe seja feito segundo como você ama».

Assim, cada minuto e cada sopro desse espaço de tempo que é aberto agora a vocês levá-los-á a experimentar e a manifestar isso, com uma acuidade cada dia maior, com uma Transparência cada dia mais reforçada.
Com mecanismos de vida que mudarão, de maneira extrema, de maneira rápida, mas isso já lhes foi anunciado pelo Anjo METATRON (canalização do Senhor METATRON de 7 de agosto).
Resta, agora, conscientizarem-se disso, inteiramente, sobre esta Terra, e é o que se abre dentro de algumas semanas que são, agora, presentes.

Lembrem-se de que, no Interior de vocês, existe um espaço independente de todo exterior, existe um Templo e uma Consciência, que é a FONTE, que é a Totalidade, que é a Alegria, que é a Felicidade.
Nada de tudo isso pode existir em qualquer exterior.
O exterior que se manifestará a vocês a cada dia será apenas, em definitivo, para encorajá-los a encontrar o que é essencial em vocês, e o que está em vocês.
Cabe a vocês vivê-lo.
Cabe a vocês deixá-lo emergir.
Cabe a vocês estabelecer-se em sua nova Morada.
A Consciência que vocês portam e a Consciência que vocês são é diretamente oriunda disso.

Aí está a mensagem da Luz Vibral, tal como ela vai revelar-se, de maneira cada vez mais evidente, cada vez mais premente, cada vez mais abundantemente.

Então, é claro, até 26 de setembro, alguns seres continuarão sua vida estritamente como se nada fosse.
Então, será necessário dizer, como CRISTO disse: «Pai, perdoe-os, eles não sabem o que fazem».

A consciência fragmentada quer, por vezes, ir à extrema fragmentação, ou seja, resistir à Verdade, resistir à Graça, resistir à Alegria.
E, aí também, para cada um e cada uma de vocês, nada há a declamar, nada há a reclamar, nada há, ainda menos, a impor a ninguém.
Há apenas que aquiescer à Luz.
Há apenas que suster, pela Vibração do Coração Um, o caminho de todos aqueles que fazem parte, de uma maneira ou de outra, de seu ambiente, porque vocês sabem que esse ambiente está também em vocês e que, assim, portanto, o que poderá ser observado, tanto junto ao seu vizinho, como ao oposto do planeta, faz parte de vocês.

É nessa aquiescência à Luz, à sua mensagem, ao seu apelo, que vocês se julgarão a si mesmos.
Mas esse Julgamento não é uma condenação, é, simplesmente, uma atualização de seu estado Vibratório, uma atualização de sua consciência, que lhes permite estabelecer-se no que vocês vieram estabelecer nesse instante preciso.
Ninguém é julgado e ninguém pode ser juiz de ninguém.

Sejam apenas um Julgamento que é uma constatação, clara, nítida e precisa, entre a luz fragmentada, falsificada e a Luz Una; entre a consciência fragmentada de cada um e a Consciência Una ou Corpo de Existência [Corpo de Estado de Ser].

Esse Face a Face é-lhes anunciado deste tempos imemoriais.
Vocês dele viveram as transformações e as primícias, que permitem àqueles que seguiram e viveram as Vibrações, viver esse instante na Plenitude de sua Graça.
E, aliás, a Luz, a Vibração permitir-lhes-á escapar, sem fugir, do que quer que seja, de todo julgamento e de toda manifestação violenta, porque vocês terão, de algum modo (a partir do instante em que a Graça os tiver fecundado inteiramente), escapado das próprias condições da separação.
O corpo que vocês habitam será, realmente, vivido, em Consciência, como uma vestimenta e não como a Verdade.
Naquele momento, vocês poderão viver o que é a Consciência nua e Una, a Consciência que não é mais dependente do que quer que seja além de sua própria Liberdade, de sua própria Graça.

Lembrem-se, também, de que, naqueles momentos, a única verdade, a única autenticidade não pode, de modo algum, vir de qualquer exterior, uma vez que esse exterior está, já, em vocês.

Da distância ou da coincidência que existe entre vocês e o exterior, de sua capacidade para estabelecer-se na Graça estará presente, então, ao redor de vocês, a Graça.

Se existe resistência, oposição, então, seu ambiente reporta-los-á à imagem disso.
O que quer que seja e o que quer que lhes seja remetido, lembrem-se de que a mensagem da Luz é, antes de tudo, para estabelecerem-se em sua Luz.
Como Filhos da Lei de Um, Filhos da Luz Una, então, resta-lhes conscientizar-se disso, manifestá-lo, na totalidade, inteiramente, em Verdade, porque aí está o Caminho, aí está a Vida, porque aí está a Unidade.

CRISTO, na Essência do Sol, vem cumprir o que Ele mesmo havia anunciado, na Consciência Una do humano.
Tudo o que nós desvendamos, nós, Arcanjos, Anciões, Estrelas e Povos dos Mundos Livres encontra, hoje, sua finalidade, sua realização e sua concretização no real que é o seu.

Então, bem amados Filhos da Lei de Um, bem amadas Sementes Estelares, cabe a vocês viver o que vocês têm a viver.
E cabe a vocês saber se vocês integram a Alegria ou se vocês integram a resistência.
Determinar-se tornar-se-á cada vez mais fácil, Vibratoriamente, se vocês mantêm presente na consciência que, qualquer que seja o estado desse corpo, que qualquer que seja o estado de suas relações, que qualquer que seja seu estado de humor, existe um estado de Ser no qual nada de tudo isso pode interferir, no qual nada de tudo isso pode alterar, mesmo, o que é Um.
E isso está em vocês, de toda a Eternidade.

Simplesmente, a ruptura do último véu, iminente (como vocês verão, tanto em seus Céus como em vocês), abre-lhes as Portas, escancarando-as, após ter passado a Porta Estreita do acesso à sua Unidade, inteiramente.

Não existe qualquer freio, qualquer obstáculo que possa alterar ou impedir isso, exceto seu livre-arbítrio, exceto o que é chamado o medo ou a resistência, mas que não é vocês.
Mesmo se, frequentemente, o ser humano, nesse corpo de carne, sinta-se falível (porque ele o é), sinta-se limitado (porque ele o é), mas o Ilimitado está aí.
É a mensagem da Luz Vibral.
É a mensagem da Última Revelação.
E será, sobretudo, a Reunificação final da Tri-Unidade, de 26 de setembro.

Bem amados Filhos da Luz e bem amadas Sementes Estelares, abro a vocês, novamente, um espaço de comunhão, mas, também, de questionamento, exclusivamente em relação aos elementos que o Conclave pediu-me para dar-lhes hoje.

Não temos perguntas, agradecemos.

Bem amados Filhos da Luz, bem amadas Sementes Estelares, assim, a cada dia, a comunhão em sua própria Presença tornar-se-á mais fácil.
Ela virá iluminá-los, cada vez mais, nos elementos que acabo de levar ao seu conhecimento.

Bem amadas Sementes Estelares, aqui e em outros lugares, vivamos um espaço de comunhão, e eu deixarei a palavra e a Vibrância ao Arcanjo URIEL, em alguns instantes.

Que a Graça seja sua Presença.
Eu sou ANAEL, Arcanjo.

... Efusão Vibratória...


Até breve.
_______________________

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Versão do francês: Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com 

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